Fibras de madeira ajudam a construir baterias em nano-escala

Atualmente, a grande corrida é o desenvolvimento de novas tecnologias para baterias. A demanda de sistemas de armazenamento de energia para diversos tipos de dispositivos. Portabilidade e eficiência estão sendo estudados de forma que se possa unir o melhor dos dois mundos, mas nem sempre se consegue. Agora, pesquisadores tentam usar outro caminho: aliar nanotecnologia com madeira. Madeira? Pedaço de pau? Sim… bem, mais ou menos isso.

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Pesquisadores criam uma microbateria com auxílio de uma impressora 3D

Desde que o mundo é mundo, sempre fomos dependentes de fontes de energia. Seja aquele escravo lerdo movendo uma imensa mó até seu carro, fontes de energia nunca foram 100% eficientes, graças às idiossincrasias da Termodinâmica. Se eu sair com meu smartphone de manhã cedo com tudo ligado (3G/4G, wif-fi, bluetooth etc), fatalmente a bateria não conseguirá chegar até a noite sem precisar de carga. Não é o caso daquele seu dumbphone de 1,99 comprado nas Casas Bahia, pois o consumo de energia é muito menor. A saída seria desligar tudo, e você terá um belo peso de papel de cerca de 2 mil reais. Aliado a isso, não adianta você sair com um aparelho menor que seu relógio e sua bateria ser do tamanho de uma bateria de carro. As pesquisas agora visam diminuir o tamanho, aumentando a eficiência. Será possível?

Sim, é. E os cientistas de Harvard parecem ter a resposta para isso, onde eles simplesmente imprimiram uma bateria com um tamanho menor que a espessura de um fio de cabelo.

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Estado indiano recebe energia elétrica após 65 anos. Você tá rindo do quê?

Vi um artigo no Meio Bit falando sobre como o acesso à internet via dispositivos móveis (celulares, tablets etc) soma em torno de 15% do total do fluxo. A verdade é que nem todo mundo necessita de acessar internet a cada 5 minutos. Nem todo mundo sente que precisa escrever no Twitter que acabou de ir no cinema ver o filme do Meu Querido Pônei e as Fadinhas Safadas.. Nem todo mundo precisa usar o Instagram, Facebook ou Foursquare, numa eterna demonstração de autoimportância ao avisar a todos os seus contatos que ele está tomando uma cachaça no boteco do seu Antenor, postando foto do pratinho de croquetes.

Enquanto o mundo não deixa de ser o que é, vi uma outra notícia dizendo que finalmente um estado da Índia conseguiu ter acesso ao supra-sumo da tecnologia: eletricidade. Só estão atrasados uns 200 anos.

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Cientistas usam bactéria para criar um “transístor” biológico

O mundo da informática moderna não seria o que é sem os transístores. Sua invenção foi tão importante que deu de presente aos seus inventores — John Bardeen, Walter Houser Brattain e o egocêntrico William Bradford Shockley – o prêmio Nobel de 1956. Ele é uma das poucas coisas que consegue ser melhor que a Natureza, ainda mais que ter um não ter um transístor não faz nenhuma diferença no mundo biológico.

Entretanto, não seria legal se tecidos biológicos pudessem emular as funções de um transístor? O que você chama de ficção´, eu chamo de Ciência!

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Os frutos dourados (e mais eficientes) do Sol

Células solares são excelentes, mas ao mesmo tempo ruins. São excelentes por não usarem nada mais que o poder de Helios como fonte de energia e ruim pela eficiência ser tão baixa. Ressalte-se que estamos falando de gerar energia elétrica, e não simplesmente esquentar água pro seu banho. Uma das saídas seria usar a energia solar para produzir hidrogênio para queima ou hidrocarbonetos à partir de gás carbônico.

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Carregador de celular a água faz sucesso… entre desinformados

Hoje é dia 31 de março e estamos prontos para mais uma besteira anual chamada "Hora do Planeta", onde um bando de toscos farão o máximo que suas inaptidões conseguem produzir: nada. A não ser que você considere que desligar a luz do banheiro enquanto estiver fazendo o nº 2 seja algo. Nisso, empresas aproveitam a onda ecologicamente retardada, digo, ecologicamente correta e promovem ações para proteger o meio ambiente, nem que seja para fazer panfletos com mimeógrafos.

Então, me chega aos ouvidos que resolveu-se parte dos problemas energéticos, já que desenvolveram um carregador de celular que funciona à base de água. E vocês podem imaginar a minha cara quando ouvi esta atrocidade.

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Giovanni Aldini, o pai elétrico de Frankenstein

O mundo moderno não é bonzinho, sabemos disso. O que vemos hoje, contudo, é apenas uma continuação de tudo o que temos feito. Isso acontece em todos os setores e se hoje temos um bom conhecimento do corpo humano, é porque outros deram um belo pé na bunda da ética e isso vem desde Da Vinci, quando ele pagava pessoas para lhe trazerem cadáveres para ele dissecar, sendo o inventor do atlas de anatomia.

Pesquisa científica e ética não estão relacionadas diretamente, pois Ética é uma concepção que varia de sociedade para sociedade. Cientistas são seres humanos e é para isso que comitês de ética supervisionam-os. Se não é perfeito, ao menos tentamos. O que não se pode é descambar para a total falta de escrúpulos, como foi o caso de Giovanni Aldini.

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Micro-ondas ajudam a produzir materiais termelétricos

O grande problema energético do mundo é a 2ª Lei da Termodinâmica. Ao contrário do que muitos idiotas acham, a 2ª Lei da Termodinâmica não fala nada de desorganização, e muito menos que Evolução é mito. Ela diz, basicamente, que não existe uma aplicação 100% eficiente da energia, e sempre teremos perdas. Normalmente, estas perdas se são ao emanar calor como forma de energia. Eu ainda estou preparando um artigo explicando melhor a Termodinâmica. Aguardem e nos acompanhem via RSS ou pelo lembrete do twitter ou nos visitem todos os dias.

O que alguns cientistas pesquisam é como minimizar as perdas, nem que seja usando o calor irradiado de forma que o mesmo tenha alguma serventia. O alvo são s fornos de micro-ondas (maldito acordo ortográphico!)

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Os segredos da eletricidade estática

Um dos ramos mais interessantes da Física é o eletromagnetismo. Desde emissões de rádio-difusão até aquele maldito laser verde que algum desgraçado aponta para os seus olhos, passando por pilhas, bússolas, chuveiros elétricos, células fotoelétricas etc. a interação da eletricidade e o magnetismo mudou muito da condução de experimentos científicos. Uma parte destes experimentos podem ser feitos até por crianças de 4 anos e não estou falando em deixá-las colocar o dedo na tomada. Estou falando no ato de atritar peças diversas e ver o aparecimento de cargas. O nome disso? Eletricidade estática.

Uma recente pesquisa promete esclarecer muitos pontos obscuros sobre a eletricidade estática. Enquanto antes achava-se que não havia uma grande transferência de uma grande quantidade de carga elétrica, a pesquisa publicada por cientistas da Northwestern University, em Illinois, EUA, mostra que não é bem assim.

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Grandes Nomes da Ciência: William Kamkwamba

william_kamkwamba.jpgMuito dificilmente você se lembrará – ou mesmo terá conhecimento – deste nome. Não só pela difícil pronúncia, como pelo fato dele ter nascido nos cafundós do Judas lá no meio da África, num lugar desolado, pobre e abandonado chamado Malawi.

William Kamkwamba nasceu em 5 de agosto de 1987. Era um garoto que, como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones não sofria do mal do conformismo. Ele não aceitava que as coisas – mesmo sendo muito ruins – são imutáveis, tendo que aceitá-las simplesmente e pronto. Cientistas não se curvam perante o infortúnio e ficam se lamentando da vida; eles vêem esses infortúnios como uma oportunidade, um estímulo, um desafio. E desafios existem para serem vencidos! Esta é a história do garoto que domou o vento.

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