Astrônomos, astrofísicos e outros cientistas não têm o glamour que acham que tem. Foi-se muito o tempo que ficava-se olhando por uma lente os confins do Espaço. Hoje as observações são por meios de sinais, informações em forma de letras e números, gráficos e beeps. Transformar isso em informação visual, principalmente na hora da divulgação científica, é uma tarefa inglória.
Mas assim como Galileu desenhou o que viu e publicou para que as pessoas participassem de suas descobertas, a astrofísica também tem artistas, que além de ter formação em carreira científica, são bons em representar mundos, galáxias e todas as maravilhas do que tem lá fora, mas que nós não podemos ver

Caiu um bit que estamos em mais um evento do prêmio Influenciadores Digitais. Este evento, que vale tanto quanto qualquer outro, procura premiar… bem, premia gente que influencia digitalmente. Deve ser isso! Pessoal ficou indignado com os escolhidos. Eu, não. Eu não tenho mais 12 anos, não sou puro de coração e muito menos um idealista. Eu sou o pitbull dos divulgadores científicos, sem ser aqueles babacas que estavam achando o máximo um livro que ensina a fazer divulgação científica falando que YouTube serve para subir vídeos.
O pai olha desolado o que tem à sua frente. A mãe está virada para o marido, com o rosto em seu peito. Lágrimas escorrem e molham o terno. Não há muito o que fazer. Sua criança está enferma. É o ano de 1916 e a cidade de Nova York caiu. Caiu por causa de uma invasão, de um ataque em massa; não de chitauris, não do Apocalipse e, não, o Antimonitor não teve nada a ver com isso, nem mesmo um simples ataque do Duende Verde. Quem colocou Nova York de joelhos foi um vírus, mas não vindo de Raccoon City. Vindo do seu intestino, mesmo. O vírus da poliomielite.
Não foi muito fácil chegar nesse ponto. Pedir dinheiro a estranhos? É uma coisa que eu sempre relutei. Não foi lá muito fácil para mim colocar botão do PayPal. Usar sistema de doação mensal? Meio errado isso, né? Eu sempre me questionei, mas – que diabo! – muitos aderiram e nem por isso são mal vistos (ok, são). Então, por que eu não poderia fazer também? Bem, eu fiz. Lancei o
Sim, eu trollei a minha mãe. E foi meio difícil de enganar a coroa. Quando ela menos esperava, PÁ! E o resultado vocês podem ver neste vídeo. Não me xinguem. Apesar da sacanagem ainda a amo.
Fazer divulgação científica, no Brasil, é um mundo de glória, facilidades e lindeza. SQN. É uma merda, as pessoas lhe detestam, todo mundo odeia você, inclusive o Chris. Mas muito pior é FAZER Ciência, estudar mesmo sem ser em centro de pesquisa ou instituição pública. Pessoas que simplesmente amam a Ciência e querem saber mais. Estes estão ferrados, como o grupo que recebeu uma doação e teve que desembolsar uma grana para receber umas porcarias de óculos de papelão para ver eclipses. Enquanto isso, o Tedson…
As primeiras decisões do então eleito presidente dos Estados Unidos Donald Trump estão bem de acordo com sua plataforma de campanha e suas promessas. Está fazendo jus a tudo o que prometeu: controlar os cientistas. POTUS Donald mandou que todas as agências governamentais não se comunicassem mais direto com a imprensa e/ou o público, sem antes passar por um crivo. É assim que começa a tirania.
As sandálias estavam arrastando no chão poeirento. Ombro-a-ombro, cada escuto protegia o seu companheiro. À frente, a incerteza, a tirania. Uma gota de suor desliza, a respiração quente. O Sol a pino antecede a batalha. A ordem foi dada. As hostes se aproximam. A primeira linha de defesa se planta. A princípio, parecem que vão se render, mas dezenas de séculos mostraram que as resistências acabam ganhando, por causa de tempo e perseverança.
Mais uma seleção de artigos que eu gostei de ter escrito, mas me senti al. Eu não queria ter escolhido. Eu queria que vocês lessem e relessem todos eles. é como me sentir que estava traindo os demais, dizendo que eles não têm tanta importância. Sim, eu sei que são apenas letras escritas e não pessoas com sentimentos. A pessoa sou eu, o sentimento de abandono é todo meu, porque cada texto sou eu ali falando, conversando com vocês, explicando algo ou trazendo novidades.