
Se você achava que engenharia civil era sinônimo de precisão, cálculos milimétricos e pontes que levam você de A até B sem sustos… então, bem-vindo à Índia, onde alguém olhou pra um mapa, traçou um L maiúsculo no meio da estrada e disse: ‘Perfeito, isso vai ficar ótimo!’
Senhoras e senhores, preparem-se para a ponte que virou labirinto, rampa de skate ou, com o perdão da referência inevitável, a nova fase do Pac-Man rodoviário. A ponte de US$ 2,3 milhões tem uma curva de 90 graus, mais adrenalina e menos noção! Continuar lendo “Ponte estilo videogame inaugurada. Onde? Índia, é claro!”



Juízes, além de serem deusesCitation needed, parecem viver à parte num mundinho só deles. Ok, eles são de Humanas, a gente entende, mas tem horas que fica difícil de te defender, miga. Por causa de um problema de família, um juiz foi parar nos cafundós do Judas para averiguar a situação de uma determinada pessoa. Daí, ficou maravilhado com a capacidade dessa pessoa ao construir um abrigo dentro de um buraco, mesmo pirando na batatinha e conversando com trovões. Eu acho justo, mas será porque o tio é pancada das ideias o juizão tinha que ficar admirado?
Você já pensou porque os grandes edifícios romanos têm suportado milênios ainda em pé, enquanto qualquer prédio nosso cai com qualquer coisinha (estou olhando pra você, Palace 2!). Todo mundo se maravilha achando o máximo (não que não seja), uma maravilha (não que não seja) e um exemplo de técnicas e materiais muito superiores aos de hoje.
A engenharia veio para corrigir os problemas do mundo, nem que ela invente o problema antes para poder consertar. E, de acordo com engenheiros, se algo não precisa de conserto, é porque está com perda total.
Apesar das mãos estarem cheias de sangue, os romanos adoravam tomar banho. Não só por causa de questões higiênicas e sim porque os banhos romanos eram como os shopping centers de hoje. Na época, era o point onde o pessoal se encontrava para jogar conversa fora, fofocar a vida dos outros e tramar de que maneira se podia cravar um punhal nas costas do Imperador sem que desse muita bandeira.
Presente tanto em casas de ricos quanto nas de pobres, em muros de casas e de presídios, em hospitais e quartéis. Não saberíamos, hoje, realizar nenhuma construção sem o auxílio dele, o cimento. Na Grécia e Roma antigas, as construções eram feitas com pedras (em geral mármore, mas que dependia da edificação em questão) unidas por argamassa, consistindo em cal extinta – hidróxido de cálcio, Ca(OH)2 – misturado com areia e água, formando uma massa espessa. Exposta ao ar, essa mistura vai perdendo a água e solidifica-se ao absorver o CO2 da atmosfera formando carbonato de cálcio (CaCO3). Contudo, este processo é muito lento. Só para se ter uma idéia, alguns edifícios romanos de mais de 2000 anos possuem núcleos de cal extinta que não tinha reagido ainda no interior da argamassa. Que coisa, não?