Por muito tempo, achou-se que o RNA agia como “garoto de recados” do DNA. É o famoso RNA Mensageiro (RNAm). No entanto, parece que nosso amiguinho é mais importante do que se imaginava inicialmente. Pesquisadores do Beth Israel Deaconess Medical Center (BIDMC) – que NÃO FICA em Israel -, animados com o Código DaVinci, Código Michelângelo e outros códigos, sugerem agora que há segredos ocultos no RNA, pois há mais coisas ali do que poderia sonhar a nossa vã filosofia.
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Vacina contra câncer de mamas é testada em RATOS!
Ei! É, você, mesmo! Não finja que não é contigo, seu.. seu… seu PORCO ANTIÉTICO! Você que acha que pode fazer qualquer coisa ao seu bel-prazer, escravizando e sacrificando de forma horrenda pobres bichinhos. Você, animal pérfido que não liga para a Moral e Ética do mundo natural, que só porque sua mulher pode ter câncer de mama, você pode agir de forma toscamente irresponsável, você que se regozijou com os resultados positivos de uma vacina que está sendo desenvolvida contra o câncer de mama, e foi absurdamente testada em ratos de laboratório, demonstrando sua eficácia. Você deveria estar muito envergonhado a essa altura! E não me venha com aquela historinha idiota que é pro bem da humanidade, sendo que a humanidade é que está destruindo o planeta. Vamos parar com isso, pessoal! CHEGA DISSO TUDO! CHEGA DE TESTES LABORATORIAIS!
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Religião e medicina: Pode haver entrosamento entre elas?
Uma pesquisa da psicóloga Wendy Cadge, da Universidade Brandeis, estudou a relação entre a medicina e a religião em casos de crianças cancerosas. Muitos acham que a religião é um empecilho ao tratamento, enquanto outros acham que é necessária para que a família possa lidar com a dor causada, mediante a fatalidade de um diagnóstico de morte iminente. Alguns médicos veem isso de forma pragmática, analisando que a religiosidade da família não ajudará muito na cura da doença, enquanto outros observam como necessário no suporte e consolo para a família. Continuar lendo “Religião e medicina: Pode haver entrosamento entre elas?”
Salmonellas podem ajudar no tratamento do câncer
Tenho boas e más notícias. Como? Você quer a má primeiro? Tudo bem! Se você é daqueles que gosta de ovos quase crus, toma gemada, adora carne de frangos não muito cozidas (com Z, se for com S, você estará, no máximo, costurando o frango) e não é asseado o suficiente – ou paranóico – para se certificar da procedência de seus alimentos, você tem grandes tendências de contrair salmonelose, uma doença infecciosa provocada por um grupo de bactérias do gênero Salmonella, que pertencem à família Enterobacteriaceae e, acredite, não é o tipo de coisa que você gostaria de contrair. A boa notícia? Ah, sim! Esta bactéria desgraçada pode ser a chave para a destruição de tumores sólidos. Em suma: elas podem ajudar no combate ao câncer. Viu como até o mais asqueroso dos seres pode ter alguma serventia? Continuar lendo “Salmonellas podem ajudar no tratamento do câncer”
Rumo a um diagnóstico não invasivo
Identificada na urina molécula que pode indicar surgimento e progressão do câncer de próstata
Uma descoberta feita por pesquisadores norte-americanos poderá trazer uma alternativa ao exame de próstata, um tabu que ronda muitos homens que chegam aos 40 anos. A identificação de uma molécula presente na urina cujos níveis estão associados à progressão do câncer de próstata pode dar origem no futuro a um método simples e não invasivo para detectar a doença, prever sua agressividade e auxiliar na escolha do tratamento mais adequado.
Esta é a primeira vez que uma molécula relacionada ao câncer de próstata – o mais frequente entre os homens – é detectada na urina. Hoje a doença pode ser eficientemente diagnosticada por meio do exame de toque retal e da medição dos níveis da enzima PSA no sangue. Mas suas características variam entre os pacientes, o que dificulta a identificação daqueles com maior risco de progressão da doença. Continuar lendo “Rumo a um diagnóstico não invasivo”
Câncer: Otimismo de pacientes não melhora doença
O estado emocional positivo ou negativo de um paciente com câncer não afeta, nem direta nem indiretamente, sua sobrevivência ou a evolução da doença, segundo um estudo que publica a revista “Cancer”, da Sociedade Americana de Câncer.
O estudo de 1.093 casos de pacientes com câncer na cabeça e no pescoço foi dirigido pelo psicólogo James Coyne, da Universidade da Pensilvânia.
“Chegamos à conclusão de que não há efeito do bem-estar emocional no tratamento do câncer”, disse Coyne. “A sobrevivência ao câncer é, basicamente, um assunto biológico”.
“Os pacientes com câncer não deveriam se culpar se em alguns momentos se sentem pessimistas”, acrescentou. “Ele não pode controlar seu câncer. Para alguns pacientes essa notícia pode trazer algum tipo de aceitação”. Continuar lendo “Câncer: Otimismo de pacientes não melhora doença”
Câncer é tratado com luz ultravioleta
Pesquisadores da Universidade de New Castle, na Grã-Bretanha, dizem ter desenvolvido um tratamento para câncer ativado por luz ultravioleta.
O tratamento faria os remédios atingirem os tumores de forma mais eficiente, evitando que os tecidos saudáveis também sejam destruídos pelos anticorpos monoclonais, uma arma comum contra o câncer.
“É muito difícil fazer com que os anticorpos cheguem especificamente ao tumor. Eles acabam sendo levados para lugares onde não os queremos”, disse Colin Self, que liderou a pesquisa. Continuar lendo “Câncer é tratado com luz ultravioleta”
Usar celular por 10 anos pode aumentar o risco de câncer
O uso constante de telefone celular por dez anos ou mais aumenta o risco de câncer no cérebro, segundo uma pesquisa realizada por cientistas suecos e publicado no jornal acadêmico Occupational Environmental Medicine.
O risco é ainda maior, segundo a pesquisa, no lado do cérebro onde o celular é normalmente usado. Os pesquisadores afirmam que crianças são mais vulneráveis, já que têm um crânio mais fino e o sistema nervoso ainda em desenvolvimento.
O grupo de cientistas da Orebro University, na Suécia, avaliou os resultados de 16 estudos realizados sobre o assunto ao redor do mundo – três dos Estados Unidos, quatro da Dinamarca, um da Finlândia, cinco da Suécia, um da Grã-Bretanha, um da Alemanha e um do Japão.
Desses estudos, onze levavam em conta o uso prolongado do celular por pelo menos dez anos. Continuar lendo “Usar celular por 10 anos pode aumentar o risco de câncer”
Mães com quadris largos aumentam risco de câncer de mama na filha
Mulheres cujas mães têm quadris largos podem ter mais chances de desenvolver câncer de mama, segundo um estudo liderado pela Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha. De acordo com a pesquisa, os números de casos de câncer de mama foram três vezes mais altos entre mulheres cujas mães tinham quadris mais largos.
A pesquisa, publicada na revista especializada American Journal of Human Biology, sugere que níveis mais altos do hormônio sexual feminino estrogênio podem ser a causa do problema. Continuar lendo “Mães com quadris largos aumentam risco de câncer de mama na filha”
