Pesquisas recentes indicam um aumento da prevalência de intolerância à lactose. Mas se formos bem honestos, tolerância à lactose é algo bem recente. Até a cerca de 9000 anos, o único leite que tomávamos era o de nossas mães. Daí, apareceu mutações genéticas que nos deram os poderes X-Men de podermos ingerir leite de outros mamíferos. O poder nutricional do leite ajudou no assentamento de pessoas, já que bastava ter uma dona Mumu ali no estábulo (na verdade, nós praticamente “inventamos” as vacas, já que elas não existiam naturalmente) e tínhamos comida, diminuindo a necessidade de sair pra caçar, e virar caça, como efeito colateral. Povos que ser alimentavam muito de leite, por seleção natural, esta danada, têm menor tendência a ter intolerância à lactose. O Brasil, país marcado pela alta taxa de miscigenação, chega a 40% de intolerantes à lactose e países do extremo oriente, como Japão, chegam a ter 90% de intolerantes à lactose.
A Ciência nos deu a capacidade de extrairmos a lactose dos laticínios, mas será que temos a capacidade de fazer com que intolerantes à lactose possam mudar esta condição? Sim, podemos. Chupa, Mãe Natureza!
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Meus vassalos me trouxeram uma notícia incrível e fabulosa. Fiquei com lágrimas nos olhos, meu coração se encheu de felicidade, meus pulmões respiraram aliviados e meu pâncreas dançou polca. O Brasil descobriu a cura do câncer! ÓMAIFUQUINGÓDE! Saiu até uma entrevista com o autor da pesquisa, salientando a má vontade do Governo em minimizar o sofrimento da população.
Você aí que espera pelo T-Vírus, um meteoro ou a ascensão do Skynet. Quantas vezes eu terei que dizer que o mundo acabará no apocalipse bacteriano? Uma teoria ainda não escrita diz que bactérias têm origem na Austrália; e se ninguém a escrever, eu escrevo e ganho um prêmio Nobel, nem que seja entregue comigo estando numa camisa-de-força.
Soldados! Aqui, 4000 anos de história vos contemplam. Aqui, tesouros vos aguardam! Não o tolo ouro, cujo valor varia de sociedade para sociedade. O principal tesouro é a cultura, a Ciência, os segredos escondidos aqui, mas conservados nelas, nas múmias.
Um dos problemas da Seleção Natural é que ela não existe. Se existisse, não teríamos como ter seres vivos estáticos. O problema é que ninguém avisou a esses seres vivos, porque eles insistem em continuar se reproduzindo, sofrendo mutações e sendo selecionados pelo ambiente. São seres vivos ateístas, que parecem não ter fé em Nosso Senhor.
Qualquer um que teve filhos sabe que bebês são pequenas máquinas de chorar, beber leite e fazer cocô. Não necessariamente nessa ordem e, às vezes, tudo ao mesmo tempo. Aquelas coisinhas lindinhas (ou pelo menos nos parecem assim por causa de bilhões de anos de evolução biológica, produzem verdadeiras catástrofes ecológicas em suas fraldas e agora tudo aquilo pode ser um aliado da medicina.
Todo mundo acha que o mundo acabará com o erguimento do Skynet ou o t-vírus transformando todos em zumbis. Eu discordo. O mundo acabará no Apocalipse Bacteriano. Todo mundo sabe que bactérias acabam desenvolvendo resistência a antibióticos, e isso é uma ameaça assustadora, nos dando de presente infecções mortais, como a tuberculose. Além do mais, os esforços para desenvolver novos antibióticos não estão mantendo o ritmo com esse crescimento da resistência microbiana, mas isso não está acontecendo de verdade. Estaria se Evolução existisse, mas isso não passa de mito.
Adoro a Austrália. Tudo lá tem uma espécie de toque de Sadim (o Midas ao contrário). Enquanto Midas transformava qualquer coisa que tocasse em ouro, o Sadim australiano transforma numa coisa monstruosamente venenosa com um só toque.
As atuais pesquisas para próteses cada vez mais realistas e de fácil uso estão de vento em popa. Fora essas de alta tecnologia, temos as próteses feitas com impressoras 3D, mais baratas, apesar de não serem tão "perfeitas" quanto as que vem com chips, implantes, eletrodos etc.. Transplantes de de braços e pernas já é uma realidade, mas e que tal se pudessem "cultivar" um braço para você chamar de seu? É o que promete uma pesquisa que visa "fabricar" membros (esse, não… Ainda) em laboratório. Ainda estamos um pouco longe de humanos, mas já se conseguiu uma pata de um ratinho.
Qual é o segredo do amor parental? Uma dádiva divina, que ilumina e aquece nossos corações, fazendo-nos diferentes dos outros animais? Quando uma de nossas crias está em perigo, clamando por nossa ajuda, se um animal fôssemos, nada faríamos, certo? Pois, é exatamente pelo fato de sermos animais que corremos em seu socorro, mas isso não acontece com todos. Por quê?