Pesquisa aponta que corais longe de pessoas são mais felizes

Corais são mais que seres vivos. São um bioma inteiro. Eles apresentam uma imensa biodiversidade, com plantas, animais e micro-organismos de um imenso universo entre espécies vivendo em equilíbrio. Para se ter uma ideia, cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes das águas marinhas dependem dos recifes de corais para sobreviver, já que eles fornecem abrigo e alimento para diferentes seres vivos, além de funcionar como um grande filtro da água do mar. Acompanhar a saúde dos corais é acompanhar a saúde dos oceanos,

Sabendo disso, pesquisadores de diferentes instituições de pesquisa compararam a água do mar de 25 recifes em Cuba e nas Florida Keys, nos EUA, variando em impacto e proteção humanos e descobriram que aqueles com maior diversidade microbiana e menores atividades humanas próximas eram marcadamente mais saudáveis. Não que soe alguma novidade, mas é sempre bom ter certeza.

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A vida profunda de quem entrou numa fria e está de boas

De acordo com o dr. Ian Malcolm, a vida sempre dá um jeito. Isso é mais do que comprovado em todos os cantos do planeta. Claro, ter um planeta dentre bilhões de sistemas solares, com bilhões de estrelas em cada uma das bilhões de galáxias, deixa de ser tão impressionante assim. Algum planeta teria que abrigar vida em pelo menos um, nesses 14 bilhões de anos, e foi por pouco (várias vezes) que quase tudo não vai pra vala evolutiva. Não se sinta especial. Você deu a mesma sorte que um fungo.

Já sabíamos que no Ártico tem vida. Ok, nada de muito impressionante nas focas e ursos polares. Só que uma recente pesquisa não ficou por aí. Bem lá nos meandros, bem nas profundas profundidades profundosas, a vida é uma constante, com uma densidade de vida e biomassa bem abundante.

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Quando, onde e como os insetos dominaram o mundo?

Sua arrogância o faz pensar que o Homo sapiens é a espécie mais bem sucedida do planeta? Bem, sim e não. Mas dependemos muito de nossa tecnologia ou já teríamos indo pro saco. Enquanto espécie, somos bem ridículos. Já os artrópodes, enquanto filo, são muito mais bem sucedidos, adaptados, com uma armadura natural digna do Homem-de-Ferro, mas no máximo seria um herói de queratina (e não, gente. Homem-Formiga é ridículo. É o Aquaman da Marvel!)

Entre os artrópodes, a classe Insecta está aí, feliz da vida, desde milênios, ou melhor, milhões de anos! O número de espécies fica entre 800 mil e 1 milhão, o que dá cerca de 80% de TODAS as espécies viventes no planeta. Mas fica a pergunta: Quando e como os insetos chegaram a este espalhamento por sobre a face da Terra? É o que mais de 100 cientistas em todo o planeta procuram responder.

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Como o Cristianismo influenciou a biodiversidade na Amazônia

Como tudo está na onda quântica, eu poderia dizer que a afirmação cima é quântica, já que a presença de observadores afetou uma determinada ocorrência. Claro, eu não sou imbecil de fazer isso, nem mesmo para catar paraquedista. No máximo eu falo de Jesus e de como sou o maior psicólogo que já existiu.

Estudo feito por pesquisadores de Stanford, EUA, aponta como o Cristianismo vem influenciando a região amazônica no tocante a hábitos de alimentação e caça, o que causou impacto ambiental. Se há problemas com piranhas lá, Jesus é o culpado (mas hein!)

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Reservas marinhas ajudam na recuperação de recifes de corais

recife_coral.jpgOs recifes de coral em todo o mundo têm tomado uma surra ao longo das últimas décadas. As temperaturas de aquecimento de água e o aumento da acidez nos oceanos têm trazido problemas aos corais, pois além de atacar o carbonato de cálcio, impede-se que os corais (que são os animais e não as estruturas) possam produzir mais. E é o carbonato de cálcio (ou calcário, CaCO3) que forma a estrutura que vemos (e nos arranhamos), e recebem o nome de “recifes”. O “bichinho” em si não é aquela estrutura. Os corais são cnidários e vivem naquela estrutura calcária, que podem ter dimensões imensas, como a Grande Barreira de Coral localizada na costa da Austrália.

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A Rainha Vermelha e o Bobo da Corte: O segredo da biodiversidade

Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.

Como parte das comemorações pelo bicentenário de nascimento de Darwin, o prestigioso periódico científico Science trouxe uma seção especial de artigos que reveem diferentes aspectos do que conhecemos hoje sobre a especiação, o processo que levou à formação de tantas espécies de seres vivos. Em um dos trabalhos, dois modelos, o da Rainha Vermelha e o do Bobo da Corte, são confrontados. Qual deles é o responsável por moldar a diversidade de seres vivos?

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A Rainha Vermelha e o Bobo da Corte: O segredo da biodiversidade

Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.

Como parte das comemorações pelo bicentenário de nascimento de Darwin, o prestigioso periódico científico Science trouxe uma seção especial de artigos que reveem diferentes aspectos do que conhecemos hoje sobre a especiação, o processo que levou à formação de tantas espécies de seres vivos. Em um dos trabalhos, dois modelos, o da Rainha Vermelha e o do Bobo da Corte, são confrontados. Qual deles é o responsável por moldar a diversidade de seres vivos? Continuar lendo “A Rainha Vermelha e o Bobo da Corte: O segredo da biodiversidade”