Encontrada bactérias no corpo de Ötzi

Ötzi era um cara bem legal. Só não se sabe se ele gostava de mulher. Conhecido como o Homem do Gelo, Ötzi deixou-se para a posteridade, tendo hoje 5300 anos, mas com corpinho de 5280. Cientistas o estudam até hoje e, claro, você clicou no link acima apontando para o artigo em que eu falo sobre ele, né? Então vai lá, eu espero.

Foi? Muito bem, bom garoto! Agora, uma biópsia mostrou uma coisinha não tão legal. Ötzi estava com o bicho-ruim dentro do corpo. Não, não era Satanás, era um trecho de DNA que não pertencia a ele. Seriam os reptilianos vindo sorrateiramente para o nosso planeta? Os Invasores de Corpos? Não o que penetrou (Ui!) no corpo do Ötzi foi…

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Evolução não existe, mas esqueceram de dizer isso às doenças resistentes a antibióticos

Todos nós sabemos que os malditos evolucionistas-darwinistas-ateístas estão errados e que Evolução é algo criado para nos desviar dos caminhos de Nosso Senhor. Infelizmente, esses evolucionistas são tão convincentes que convenceram até mesmo a Natureza. Em um relatório do CDC, o Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, os números não são nada animadores, quando o índice de doenças que resistentes aos atuais antibióticos não para de crescer.

Obviamente, tudo isso é mentira. Sabemos que todas as espécies são imutáveis desde o tempo do dilúvio. Noé mesmo?

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Grandes Nomes da Ciência: Hattie Alexander

Um casal chega em desespero ao hospital. O corpo inerte da criança sai dos braços da mãe e vai para os braços de uma enfermeira que corre contra o tempo; a equipe médica está com pressa. Os pais choram e cada segundo é contado. O nariz da criança sangra e a infecção que começou no nariz e na garganta se espalha para outras partes do corpo, como a pele, ouvidos, pulmões, articulações e as membranas que revestem o coração, medula espinhal e o cérebro. O quadro parece ser de meningite C e isso por causa de bilhões de anos de evolução biológica que acarretou no aparecimento do terrível Haemophilus influenzae tipo B (HiB). A criança não tem esperança de sobreviver e aos pais só restará o luto e o pranto.

Mas isso é um quadro que não precisa acontecer, pois aqueles que andam pelos vales das trevas não precisam ter medo, enquanto a Ciência estiver ao seu lado. A Ciência do legado da drª Hattie Alexander.

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Cientistas pesquisam bactérias que degradam compostos organo-fosforados

Na Química Industrial, um dos mais importantes compostos é, com certeza, o ácido sulfúrico. Sua produção e utilização, mediante seus múltiplos usos, é um dos principais indicativos do grau de industrialização de um país. Assim como o H2SO4, os vários tipos de ácidos derivados do fósforo são muito importantes e um dos principais é o ácido ortofosfórico (H3PO4). Entretanto, ele não é o único. O ácido fosforoso (H3PO3) possui múltiplas utilizações. Normalmente, ele apresenta tautomeria, isto é, ele permanece em equilíbrio químico dinâmico, mudando sua configuração molecular, conforme é apresentado abaixo.

A diferença está que os hidrogênios só sairão para a solução sob a forma de hidrogênio ionizável se ele estiver ligado ao oxigênio, o que acarretará no grau de acidez da solução. Como estes hidrogênios são reativos, eles podem ser substituídos por radicais orgânicos (não, não é um tomate comunista, apesar de ser vermelhinho). Estes compostos são chamados ácidos fosfônicos – também chamados compostos "organo-fosforados" – e são muito empregados na indústria. Só que eles não são bonzinhos como podem imaginar.

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Quando e como o oxigênio apareceu

Uma das maravilhas químicas que aconteceram na Terra, ao meu ver, foi quando o oxigênio passou a existir na atmosfera. Até então, apenas bactérias anaeróbias, fungos e alguns toscos que caem de paraquedas aqui poderiam “respirar”. Quando eu falo de “respirar” não quero dizer estufar o peito e encher os pulmões de ar, já que há cerca de 3 bilhões de anos ninguém tinha pulmão, nem mesmo sapos tinham e por motivos óbvios. Aos poucos, isso foi mudando, até chegarmos na maravilhosa mistura de oxigênio e nitrogênio que temos hoje; entretanto, novas pesquisas indicam que o aparecimento do oxigênio pode ter acontecido antes do que se imagina. Saberemos mais sobre isso com o Livro dos Porquês.

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Corais são ameaçados por bactérias de fezes humanas

Pois, é. Mais uma daquelas notícias em que uma interjeição da linha "que merda!" é mais do que acertada. Você pode sequer desconfiar, mas o ato de fazer o "número 2" pode ser um ato assassino, onde os defensores dos animais – os éticos vegans – gritam (O Horror! O Horror!) até que são silenciados subitamente. E tudo isso por causa de uma coisa que não existe: a Evolução por Seleção Natural, onde micro-organismos que estavam felizes e plenamente adaptados ao seu habitat preferido (no saco, o seu cocô), acabam adquirindo a capacidade de viver em outro ambiente. E nem sempre isso é legal com os moradores antigos.

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Bactérias podem emanar sinais de rádio. Invasão à vista?

Se antes achávamos que as canetas Bic iriam dominar o mundo, vemos agora que não é bem assim. As lindas bactérias Escherichia coli escondem um segredo sinistro: elas são capazes de gerar ondas de rádio. Ou será que não? O que se sabe é mais uma das peripécias do jornalismo "científico" brasileiro, onde até mesmo o ET Bilu os manda buscar conhecimento.

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Bactéria demonstra possível origem dos primeiros sistemas imunológicos

Mais cedo ou mais arde, em qualquer debate sobre Evolução em contraposição a pseudociências chega sempre o pseudoargumento que o sistema imunológico meio que apareceu do nada. Se fosse assim, organismos simples não o apresentariam, mas não é bem o caso. Este é o foco de estudo do dr. Xiaoxue Wang e do dr Thomas Wood, professor do departamento de Artie McFerrin de engenharia química na Universidade  Texas A & M, que analisa como as bactérias incorporam o DNA de vírus invasores em seus próprios processos de regulação, desvendando alguns segredos do sistema imunológico.

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Bactéria fecal de marido salva vida de esposa

Uma mulher que morava no Estado norte-americano de Minnesota deu entrada num hospital em 2008, com um quadro grave de diarreia. Foi o começo da luta. A bactéria vagabunda que estava causando a doença era a Clostridium difficile, e só o nome dela demonstra o quanto perigosa ela é. A paciente perdeu 27 quilos em 8 meses, o sonho de qualquer acéfala que se acha gorda. O médico que a atendeu, Alexander Khoruts, tratou a infecção com um coquetel de antibióticos. O sucesso foi ZERO.

O tempo estava correndo e a expectativa de vida da paciente diminuía cada vez mais, até que os médicos optaram por um tratamento radical: implantar fezes do marido da paciente no intestino da mesma. O resultado compensa o nojo que causa à primeira vista. A paciente foi curada.

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Como as bactérias ajudam nosso sistema imunológico

bacteria_imunologico.jpgQue bactérias ajudam a impulsionar o nosso sistema imunológico é fato bem conhecido.Entretanto, pesquisadores da Loyola University Health System descobriram como as queridas bactérias conseguem esta proeza.

Em artigo publicado no periódico Journal of Immunology, a drª Katherine L. Knight – professora e chefe do Departamento de Microbiologia e Imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade Loyola de Chicago – relata sua descoberta. Por sinal, ela fica muito bem naquele guarda-pó.

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