Estamos no outono, pessoal, mas creio que vocês já sabem disso. É uma época onde muitas folhas perdem seu brilhante verde, para adquirir tons amarelos e alaranjados. Isso porque as diversas xantofilas se sobressaem mais que as clorofila, mas o pigmento verde ainda está lá, pois somente a clorofila pode servir de catalisador para a fotossíntese. As xantofilas, não.
Muitos animais dependem das verdes folhas e as lagartas são um belo exemplo disso. Depois que as mamães colocam os ovos, estes eclodem e saem aquelas lindas lagartinhas que devoram avidamente folhas, para depois criarem um casulo, de onde se metamorfosearão. É interessante saber que as lagartas só se alimentam de folhas verdes e mais interessante ainda é que em muitos vegetais, apesar de suas folhas amarelarem no outono, aparecem “ilhas verdes”. Será que as duas coisas estão interligadas? Sim, estão.
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As partes de uma casa que mais preocupam com relação à higiene são os banheiros e a cozinha. Não é à toa que usamos azulejos ou outros tipos de revestimentos cerâmicos nesses locais, já que são mais fáceis de limpar e desinfetar. Numa casa, temos uma boa preocupação (mesmo que inconsciente) com tais locais, agora imaginem um hospital, que produz comida para médicos, funcionários e pacientes. Imaginem os banheiros. Uma bactéria escondida e a caca tá feita. O uso exzcessivo de desinfetantes pode ser contraproducente, pois se alguma cepa desenvolver resistência a eles, teremos um alastramento de bactérias resistentes e capazes de causar sérias infecções em muitos pacientes.
Todos os dias, donas-de-casa, restaurantes, hospitais, lojas etc usam desinfetantes para deixar o ambiente mais limpo. O problema é que isso pode sair pela culatra. O uso massivo de desinfetantes pode provocar o desenvolvimento de uma alta resistência a antibióticos nas bactérias. Bem-vindos ao lado negro do processo evolutivo, onde as garras da Seleção Natural determinarão os seus destinos, ó mortais!
Bactérias são seres vivos que dependem de hospedeiros. Todos nós temos essas criaturinhas incríveis que ajudam a nossa absorção de nutrientes (sim, seu corpo está cheio de bactérias). O problema é que nosso corpo não vê com bons olhos estes seres e tratam de atacar qualquer coisa estranha. No entanto, bactérias se defendem de nossos sistemas de defesa, já que elas não querem ser destruídas.
O doce aroma de cafezinho quente está vindo até mim. O dia está ligeiramente frio, uma chuvinha cai e, melhor de tudo, posso ouvir daqui mais um grito de agonia de pobres criaturinhas criaBURRIcionistas em face da verdade. A verdade não está simplesmente lá fora, mas em todo lugar, atendendo pelo nome de (morram em perversa agonia, buaahahahaha) EVOLUÇÃO! (mais um pouco de risada macabra)
Há um problema sério em se tratar tuberculose de qualquer jeito, como qualquer outra doença: que a doença fique mais forte; isto é, o uso de um antibiótico comum pode causar um problema ao gerar um tipo de tuberculose mais resistente. Fluoroquinolonas são as drogas mais comumente prescritas nos EUA, e são utilizadas para lutar contra uma série de infecções, desde sinusite até pneumonia. Elas também são uma espécie de primeira linha de defesa eficaz contra infecções provenientes da tuberculose que mostram resistência medicamentosa. Entretanto, uma nova pesquisa mostra que o uso generalizado de fluoroquinolonas pode criar uma cepa de bactérias resistentes a estes medicamentos também, e isso é pra lá de preocupante.
A bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, é uma campeã de promiscuidade — e, pelo visto, isso está tornando a vida dela mais fácil e complicando muito a dos humanos que o micróbio infecta. A mania da criatura de fazer sexo — que, em termos bacterianos, se resume a trocar DNA — com espécies diferentes de microrganismo fez com que certas variedades dela tenham se tornado resistentes a quase qualquer tipo de antibiótico.
A pele humana é habitada por uma diversidade de bactérias muito maior do que se acreditava. É o que mostra a análise genética de microrganismos coletados em várias partes da superfície do corpo de pessoas saudáveis. O estudo, publicado esta semana na