Um casal chega em desespero ao hospital. O corpo inerte da criança sai dos braços da mãe e vai para os braços de uma enfermeira que corre contra o tempo; a equipe médica está com pressa. Os pais choram e cada segundo é contado. O nariz da criança sangra e a infecção que começou no nariz e na garganta se espalha para outras partes do corpo, como a pele, ouvidos, pulmões, articulações e as membranas que revestem o coração, medula espinhal e o cérebro. O quadro parece ser de meningite C e isso por causa de bilhões de anos de evolução biológica que acarretou no aparecimento do terrível Haemophilus influenzae tipo B (HiB). A criança não tem esperança de sobreviver e aos pais só restará o luto e o pranto.
Mas isso é um quadro que não precisa acontecer, pois aqueles que andam pelos vales das trevas não precisam ter medo, enquanto a Ciência estiver ao seu lado. A Ciência do legado da drª Hattie Alexander.
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Na Química Industrial, um dos mais importantes compostos é, com certeza, o ácido sulfúrico. Sua produção e utilização, mediante seus múltiplos usos, é um dos principais indicativos do grau de industrialização de um país. Assim como o H2SO4, os vários tipos de ácidos derivados do fósforo são muito importantes e um dos principais é o ácido ortofosfórico (H3PO4). Entretanto, ele não é o único. O ácido fosforoso (H3PO3) possui múltiplas utilizações. Normalmente, ele apresenta tautomeria, isto é, ele permanece em equilíbrio químico dinâmico, mudando sua configuração molecular, conforme é apresentado abaixo.
Uma das maravilhas químicas que aconteceram na Terra, ao meu ver, foi quando o oxigênio passou a existir na atmosfera. Até então, apenas bactérias anaeróbias, fungos e alguns toscos que caem de paraquedas aqui poderiam “respirar”. Quando eu falo de “respirar” não quero dizer estufar o peito e encher os pulmões de ar, já que há cerca de 3 bilhões de anos ninguém tinha pulmão, nem mesmo sapos tinham e por motivos óbvios. Aos poucos, isso foi mudando, até chegarmos na maravilhosa mistura de oxigênio e nitrogênio que temos hoje; entretanto, novas pesquisas indicam que o aparecimento do oxigênio pode ter acontecido antes do que se imagina. Saberemos mais sobre isso com o Livro dos Porquês.
Pois, é. Mais uma daquelas notícias em que uma interjeição da linha "que merda!" é mais do que acertada. Você pode sequer desconfiar, mas o ato de fazer o "número 2" pode ser um ato assassino, onde os defensores dos animais – os éticos vegans – gritam (O Horror! O Horror!) até que são silenciados subitamente. E tudo isso por causa de uma coisa que não existe: a Evolução por Seleção Natural, onde micro-organismos que estavam felizes e plenamente adaptados ao seu habitat preferido (no saco, o seu cocô), acabam adquirindo a capacidade de viver em outro ambiente. E nem sempre isso é legal com os moradores antigos.
Se antes achávamos que as canetas Bic iriam dominar o mundo, vemos agora que não é bem assim. As lindas bactérias Escherichia coli escondem um segredo sinistro: elas são capazes de gerar ondas de rádio. Ou será que não? O que se sabe é mais uma das peripécias do jornalismo "científico" brasileiro, onde até mesmo o ET Bilu os manda buscar conhecimento.
Mais cedo ou mais arde, em qualquer debate sobre Evolução em contraposição a pseudociências chega sempre o pseudoargumento que o sistema imunológico meio que apareceu do nada. Se fosse assim, organismos simples não o apresentariam, mas não é bem o caso. Este é o foco de estudo do
Uma mulher que morava no Estado norte-americano de Minnesota deu entrada num hospital em 2008, com um quadro grave de diarreia. Foi o começo da luta. A bactéria vagabunda que estava causando a doença era a Clostridium difficile, e só o nome dela demonstra o quanto perigosa ela é. A paciente perdeu 27 quilos em 8 meses, o sonho de qualquer acéfala que se acha gorda. O médico que a atendeu, Alexander Khoruts, tratou a infecção com um coquetel de antibióticos. O sucesso foi ZERO.
Estamos no outono, pessoal, mas creio que vocês já sabem disso. É uma época onde muitas folhas perdem seu brilhante verde, para adquirir tons amarelos e alaranjados. Isso porque as diversas
As partes de uma casa que mais preocupam com relação à higiene são os banheiros e a cozinha. Não é à toa que usamos azulejos ou outros tipos de revestimentos cerâmicos nesses locais, já que são mais fáceis de limpar e desinfetar. Numa casa, temos uma boa preocupação (mesmo que inconsciente) com tais locais, agora imaginem um hospital, que produz comida para médicos, funcionários e pacientes. Imaginem os banheiros. Uma bactéria escondida e a caca tá feita. O uso exzcessivo de desinfetantes pode ser contraproducente, pois se alguma cepa desenvolver resistência a eles, teremos um alastramento de bactérias resistentes e capazes de causar sérias infecções em muitos pacientes.