Bactéria Vampira pode ser a chave para novos antibióticos

Sim, eu sei que Halloween foi ontem. Mas vamos manter o clima até onde der. Por causa disso, nem tirei a imagem de fundo comemorativa do Cet.net (se você não consegue ver, dá Ctrl+F5 e saia correndo dos zumbis). Voltando ao assunto, digo, COMEÇANDO o assunto, sabemos que normalmente atacamos infecções bacterianas com antibióticos, de forma a mandar as malditas servas do Lado Negro pros quintos, sextos e sétimos do inferno. nenhuma novidade, desde Fleming. Agora, a chave está em usar "fogo amigo", fazendo-se uso de bactérias vampiras, prontas para chupar, digo, atacar outras pequenas safadas.

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Cientistas pesquisam genoma da bactéria causadora da Peste Negra

As pessoas têm uma ideia romanticamente errada sob a Idade Média. Não havia cavaleiros garbosos em cavalos brancos salvando belas donzelas de dragões. Os dragões só existem na Bíblia (e são mais parecidos com a sua sogra), as donzelas não eram tão donzelas assim, além de terem poucos dentes na boca, feridas, vários partos (muitos abortados) e cabelo desgrenhado, os cavaleiros normalmente era um bando de filho bastardo dos ricos senhores feudais (cujos castelos não tinham a aparência do castelo do Rei Arthur) e os cavalos não passavam de pangarés. A expectativa de vida não passava dos 30 anos (com sorte ou nem tanta assim) e o cardápio consistia no que você quis caçar (ou que estava te caçando no dia anterior). Um lugar lindo e maravilhoso, perto da Natureza e rodeado de verde.

Na maravilha que se tornou a Idade Média, lá pelos idos do século XIV, a querida, complacente, misericórdia e gentil Natureza começou a varrer todos os toscos humanos da área, através de uma coisinha linda que ficou conhecida como a Peste Negra, que ceifou mais vidas, mandando 1/4 da população europeia direto para vala, na paz do Nosso Senhor Deus que ama os justos. Hoje, no século XXI, cientistas conseguiram sequenciar o genoma do monstro causador desta doença terrível: a bactéria Yersinia pestis.

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Pesquisadores melhoram a vida de cegos com o uso de smartphones

Uma das coisas mais maneiras que eu vi (e isso faz tempo) foi uma impressora matricial modificada para imprimir em Braille, juntamente com o DOSVOX, desenvolvido pelo pessoal do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ. Perto do SIRI do iPhone 4S, isso pode soar um grande "Meh!", mas pensem no que se conseguiu com isso? Se tais pesquisas chegam à população, é outra história (enquanto esperamos o governo acabar com o maldito de um mosquito que transmite o vírus da dengue). Agora, outras pesquisas trazem capacidade de cegos interagirem mais e melhor com o mundo.

Enquanto cientistas usam tablets para ajudar na leitura em Braille, outros pesquisadores criam teclados virtuais que pode ser usado em qualquer smartphone, seja de plataforma iOS ou Android.

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Macacos, robôs e a Copa do Mundo

Em Aliens, o Resgate, Sigourney Weaver entra em campo para sair na porrada com o bicho-feio-babão. Como "na mão" ela não seria idiota de fazer, ela vem com um exoesqueleto imenso. Isso é recorrente em várias obras de ficção científica e nem é mais tão ficção assim, já que engenheiros japoneses mostraram em 2009 que apetrechos assim são plenamente viáveis (vídeo AQUI).

Isso, por si só, já é algo e tanto, mas sempre queremos coisas melhores. É o natural em termos de evolução do conhecimento. Um exoesqueleto assim é muito útil, mas tem problemas por ser grande e desajeitado. Muito bom para serviço pesado, mas deficiente em termos de sensibilidade. Não seria legal se pudéssemos mover máquinas e sentir o mundo através delas, através do mais importante dos sentidos? Sim, seria e é no que o pesquisador Miguel Nicolelis está avançando, conseguindo que macacos tivessem uma real sensação tátil ao manipular objetos que em fato não existem. Mas hein?

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Cientistas desmistificam relação entre dislexia e QI

A dislexia é um dos maiores problemas a serem enfrentados em sala de aula. Ainda mais porque ela é mais comum do que parece e os pseudocientistas do curso de Psicologia achavam que ela era decorrente de problemas comportamentais, como coisa que eles falem algo diferente disso. Bem capaz de dizer que dengue é apenas um problema comportamental e com terapia passa.

Como a dislexia afeta exatamente a leitura e compreensão das palavras, ela afeta o aprendizado conjuntamente e nem sempre os professores identificam o problema logo de cara. Entretanto, cientistas estão desvendando os mecanismos pelos quais se dá a dislexia, o que acarretará em descobertas para – senão curar – minimizar seus efeitos.

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Ratinho ciborgue é a chave para curar lesões no cérebro

O cerebelo é uma pequena parte de nosso cérebro. Tão pequena quanto importante. Não é à toa que ele tem este nome, que significa "pequeno cérebro". Sua função primordial é manter nosso sistema de equilíbrio em perfeita ordem, bem como controlar nossos músculos em movimentos voluntários. Assim, o ato de estar digitando estas palavras é prova que meu cerebelo está funcionando maravilhosamente bem, brigado por perguntar.

Quando temos alguma lesão no cerebelo, temos sérios problemas, mas estes problemas parecem que serão resolvidos de uma vez por todas daqui a algum tempo. Foram testados em ratos cerebelos artificiais, fazendo com que o que era apenas ficção científica passe a ser realidade.

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Micro-ondas ajudam a produzir materiais termelétricos

O grande problema energético do mundo é a 2ª Lei da Termodinâmica. Ao contrário do que muitos idiotas acham, a 2ª Lei da Termodinâmica não fala nada de desorganização, e muito menos que Evolução é mito. Ela diz, basicamente, que não existe uma aplicação 100% eficiente da energia, e sempre teremos perdas. Normalmente, estas perdas se são ao emanar calor como forma de energia. Eu ainda estou preparando um artigo explicando melhor a Termodinâmica. Aguardem e nos acompanhem via RSS ou pelo lembrete do twitter ou nos visitem todos os dias.

O que alguns cientistas pesquisam é como minimizar as perdas, nem que seja usando o calor irradiado de forma que o mesmo tenha alguma serventia. O alvo são s fornos de micro-ondas (maldito acordo ortográphico!)

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Sangue sabe como se defender do monóxido de carbono

As pessoas sabem – ou pelo menos deveriam saber – que nem tudo que tem oxigênio é legal. A isso soma-se o monóxido de carbono, um gás extremamente venenoso para a maior parte dos organismos mais superiores que um fungo. Com os seres humanos não é diferente, mesmo nop caso de alguns humanos que insistem em se comportar pior que um fungo. De qualquer forma, sabia-se até agora que muito pouco podia-se fazer contra envenenamento por CO, como ele é conhecido em sua fórmula química, mas parece não ser bem o caso e, sim, há um processo natural onde as células se protegem contra este safadinho.

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A vida secreta do despertar das plantas

Suponha que você seja um agricultor e que queira ficar rico disso (o que denota graves problemas mentais, ainda mais se você morar no Brasil com seus atravessadores ladrões). Você não só terá que lidar com o problema das pragas, o solo, adubagem e o pessoal do MST invadindo sua terra. Você terá que conhecer as épocas ideais para plantio. Se você quiser plantar abobrinha, você deve saber que a melhor época se dá entre agosto e fevereiro. De fevereiro a julho é a vez do repolho (para mais datas e hortaliças, consulte aqui). Isso pode parecer de pouca importância, como tudo parece à primeira vista, mas tal informação responde a perguntas sobre o porque de certos vegetais estarem mais caros uma época do ano do que em outra.

Assim como seres humanos, plantas também obedecem a certos ciclos em função do tempo. São os ciclos circadianos que, para a planta, controla sua floração e identifica quando é a melhor época para plantar. Será que poderíamos controlar este ciclo?

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Cientistas pesquisam célula cancerosa com sistema de auto-destruição

Bom dia, senhor Phelps.

Se antes o problema do câncer é que… bem, ele é um bando de células ensandecidas, loucas para lhe devorar de forma voraz e impiedosamente, mostrando como os desígnios do Projetista Inteligente mostram-se bons, justos e misericordiosos. Imagine, senhor Phelps, como seria muito melhor se o seu sistema reconhecesse uma invasão de espiões inimigos, rotulando-os e sabotando-os, de forma que eles mesmos se aniquilasse, protegendo a sua base. Isso não parece uma tarefa difícil, senhor Phelps. É uma missão impossível, mas dois pesquisadores do MIT resolveram aceitar a missão.

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