Você já deve ter ouvido falar na chamada Experiência de Quase Morte. O sujeito morre e é ressuscitado. Neste meio tempo ele passa por um túnel, vê coisas coloridinhas, ouve The Righteous Brothers cantando, chega o Patrick Swayze sem camisa e te abraça por trás… Depois volta avoado pro corpo. relata luzinhas coloridinhas e gente do passado, parentes já mortos etc. Uma experiência real, certo?
Na verdade, não. Pesquisas científicas mostram que é tudo dentro da sua cabeça, e não é coisa d’outro mundo. É desse mesmo! Simples química e física atuando no seu cérebro gambiarrento!

Não, ainda não chegou 2019 e não é dia primeiro de abril e eu não estou bêbado. Meus artigos desta data não fazem jus à realidade, que não precisa fazer sentido. Só a ficção precisa, como diria Tom Clancy.
Deus é um menininho coitadinho, indefeso e fraquinho. Este serzinho inútil, tosco e desprezível é tão ridículo que é incapaz de tomar uma decisão quando falam mal dele. Ele corre para a barra da saia de quem o inventou e, com isso, seus fiéis seguidores tomam à frente para defendê-lo. Sem essa galerinha da pesada, Deus jamais teria condições de se defender e falar por si mesmo. Aquele do Velho Testamento é muito melhor, mas a realidade nunca é como nos livros de ficção.
Sim, mais uma daquelas incríveis evidências da Arca de Noé, sem apresentar evidência nenhuma. Eu adoro estas descobertas absolutas que ninguém viu, ninguém comprovou e sequer tiram uma fotinha. Mas eu sou um cara legal (não sou) e sempre estou pronto para dar ouvidos (não estou) a qualquer um (imbecil) que tenha incríveis provas (nunca aparecem) da existência da Arca de Noé.
Rio de Janeiro publicou uma lei impedindo a distribuição de canudos plásticos em restaurantes, bares e lanchonetes. Copos de plástico, sim. canudos, com um quarto da quantidade de plástico em relação a copos, não.
Finalmente a Homeopatia conseguiu: um artigo publicado num periódico com revisão de pares! Alguns pesquisadores alegaram ter provado a eficácia da
O Brasil tem um fenômeno interessante: Até mesmo cientistas odeiam ciência. Eles detestam divulgar seus trabalhos para a população, fazem-no de má vontade, num pedestal, numa torre de marfim. Reclamam quando lhes cortam a verba, mas não conseguem angariar simpatia da população, já que ficam bem longe dela, muitas vezes so fazendo divulgação para outros pesquisadores na base do “Olha como sou o máximo!”.
Dadas as atuais ofertas de candidatos à Presidência da República, uma pessoa normal e equilibrada sairia correndo pedindo socorro. Eu sou professor, o que já mostra que eu tenho algum desvio comportamental. Sendo assim, e achando que todas as atuais possibilidades são uma bela bosta, proporei candidatos muito melhores com melhores campanhas de governo.
Pessoal das redes sociais está maravilhado com um vídeo do Ministério da Saúde que jura de pés juntinhos ser real, gravado com câmera escondida, levando pessoas para uma pesquisa em uma sala bonita com ar-condicionado, janelas de vidro e os proverbiais espelhos para colocar câmeras que nem em sala de interrogatório de filmes. De acordo com o vídeo, as pessoas dali estavam participando de uma pesquisa para dizer o que acham das vacinas. Os entrevistados dizendo que não acreditam em vacinas, que vacinas matam crianças etc. No final, a entrevistadora diz que era uma criança saudável que contraiu paralisia infantil, as pessoas se emocionam, cai uma lágrima, todos se abraçam, só faltou ter um cachorrinho. Veja o vídeo.
Há um certo preconceito contra as chamadas “ciências humanas” e seus serguidores, também chamados “Humans of Humanas”. Eu não acho certo isso! Tanto é que eu vivo em busca de saber para que servem as áreas de Humanas. Tendo lido muito, estudado muito e observado, qual um zoólogo observando uma nova espécie de animal, eu cheguei a profundas conclusões que me permitem dizer que entendi perfeitamente para que servem esse grupo de seres vivos.