Ministro vê que fez caca e diz que foi sem querer querendo

E depois de ontem, o arranca-rabo foi formado. Pessoal teve ataque de pelancas sobre a cartinha que o MEC mandou, junto com o e-mail sugerindo (nunca foi em tom de “faz essa merda aí”) que se cantasse o hino, o que, como eu falei e provei, já é lei desde 2009, pelo governo fascista. O governo do Lula é fascista? Bem, sei lá. O ponto que pessoal reclamou foi sobre a parte da possibilidade de filmar as crianças cantando. Pessoal reclamou que isso violaria o ECA. Depois desta trabuzana toda, o Ministro da Educação entrou em modo Contenção de Danos.

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Imbecis do MEC fazem o que melhor sabem fazer: Sendo imbecis e pedindo vídeo de alunos cantando hino

MEC de novo aprontando das suas. Tinha sido divulgado nos meios de comunicação que o MEC tinha expedido um email solicitando que colégios perfilassem seus alunos para cantar o hino nacional e que os diretores filmassem o acontecimento. Eu achei esquisito, ainda mais que jornaleiros não gostam muito de postar fonte, mesmo quando é fonte oficial. Exortando meus vassalos a abrir o CSI Twitter, descobri (obrigado, Limão) que o comunicado era verdadeiro, pero no mucho.

Afinal, o que aconteceu? (sim, é pra você continuar lendo sem ser na página principal. Me processe).

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Reforço Positivo Negativo e o Experimento Monstro


Hoje sabemos o quanto os reforços positivos são importantes no comportamento das pessoas. Os reforços negativos também têm a sua importância, mas a forma como isso foi descoberto levanta sérias questões éticas. Em 1939, Wendell Johnson começou a fazer experimentos sobre reforços positivos e negativos com crianças, tentando entender melhor como esses processos funcionam, e como trabalhar com eles de maneira efetiva na educação. Estes experimentos trouxeram muitas informações, mas a maneira como ele fez isso é criticado até hoje e foi apelidado de “O Estudo Monstro”.

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Millenial foge pro ISIS, se ferra e agora quer voltar. Ema Ema Ema, dizem ingleses

Shameema é uma millenial, e millenial só faz merda. Como sabemos, jovem tem que acabar, mas a vantagem de gente como a Shameema é que eles mesmos dão um jeito de se auto-acabar. Shashá, por exemplo, meteu a louca e cismou que tinha que ser soldado do ISIS, malvadona e se mudou do Ocidente decadente e povoado por infiéis para um lugar excelente para constituir uma vida de aventuras: A Síria. Por algum processo que não me entra na cabeça, ela achou que isso era uma atitude inteligente, e, bem, não era. O caldo engrossou lá, deu muito ruim, e agora ela quer voltar para a Inglaterra para ter seu terceiro filho, antes que ele tenha o destino dos outros dois anteriores e possa sobreviver.

Autoridades inglesas estão na base do Fuck You, m’lady.

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Projeto de lei criminaliza uso da palavra “bíblia” em publicações

A BÍBLIA é um livro importante na História humana. Assim como muitos eventos e personalidade, a BÍBLIA realmente mudou o mundo, assim como Alexandre da Macedônia, Gengis Khan, Napoleão, Stalin, Hitler, Pol Pot, Pinochet, Hugo Chaves, Noriega, Muamar Gadaffi, Osama Bin Laden, Slobodan Milosevic entre outros. Não somente isso, outros livros ajudaram a mudar o mundo, como a Torah, ou a BÍBLIA hebraica e o Alcorão, a BÍBLIA muçulmana. Tendo esta importância histórica, a BÍBLIA acabou virando uma referência de tudo que é livro com conteúdo extenso, ainda mais que BÍBLIA, em grego, significa “livros”, em que esses livros não passavam de um compêndio de textos que acabavam guardados juntos. Assim, temos A BÍBLIA do C, a BÍBLIA do HTML etc. Só que um deputado achou que um termo genérico iria ofender a BÍBLIA dele; então, decidiu que assim não pode, assim não dá. Não pode ter BÍBLIA em publicação nenhuma, seja impressa ou online.

Biblificando a loucura do mundo, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Projeto e Lei visa autorizar mulheres a ter spray de pimenta e taser

Uma das propostas do atual governo democraticamente eleito (para meu eterno divertimento, já que um sujeito que tinha 8 segundos de TV conseguiu ser eleito graças a um monte de imbecis que o divulgaram de graça) é alterar o estatuto do desarmamento (Lei 10.826/03) para flexibilizar possuir e portar uma arma (ou seja, manda o estatuto do desarmamento pra vala). Eu acho que brasileiro é psicopata por natureza e se por causa de um sujeito com a camisa do time errada já dá muito ruim, imagina pessoal podendo andar armado, seja com um fuzil, um liquidificador ou mesmo um guarda-chuvas. entretanto, eu moro no Rio de Janeiro e… bem, é isso, eu moro no Rio de Janeiro. Isso já deve ser sinal de algo. Eu acho que pelo menos, as pessoas poderiam possuir armas não-letais, como spray de pimenta, taser (aquela maquinha que faz BZZZZZZZT e te dá um chocão) e aquele bastão retrátil que aparece em filme.

Achou uma boa ideia também? SEUS PROBLEMAS ACABARAM! Um projeto-de-lei propõe que seja permitida a compra desse tipo de armamentos não-letais. Como? Você é um homem? SEUS PROBLEMAS COMEÇARAM!

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Inútil que não entende de educação nomeada para secretaria no MEC. Curiosamente não é pedagoga

Tá todo mundo tendo ataque porque a guria que foi nomeada coordenadora-geral de formação de professores da recém-criada Secretaria de Alfabetização do MEC é formada em Direito, com um TCC tosco sobre homeschooling, e é exatamente sobre ser defensora de dar aula para as crianças em casa que ela ganhou este cargo. Eu sinceramente não vi nenhum problema quanto a isso, quando até agora colocavam pedagogas, que entendem tanto de Educação quanto astrólogo entende de nebulosas espirais.

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Google NÃO anuncia programa de estágio para negros, mas pessoal morre se não militar

Existe uma expressão em voga chamada “preconceito do bem”. É aquela discriminação marota que não é discriminação se for favorável a determinada etnia, gênero ou orientação sexual. É como dizer que todo homem é um estuprador em potencial, mas se você diz que mulheres são interesseiras é crime capital. É o pessoal que anuncia direto vaga de emprego para determinada etnia e quando você aponta que é preconceito, lhe xingam.

O problema é que é Ok no seu perfil (tá, não é ok. É um comportamento de cuzão), mas um veículo de informação não pode se dar a esse luxo, ainda mais quando sua manchete é errada, absolutamente errada, como aconteceu com o Tecnoblog anunciando que o Google oferece estágio e curso de inglês para jovens negros no Brasil, naquela maravilhosa ideia “se eu falar merda, eu serei divulgado”.

Bem, não posso dizer que não funciona.

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YouTube promete filtrar conteúdo conspiracionista. Idiotas acreditam

Todo mundo está comemorando a mentira a besteira a conversa mole a hipocrisia o anúncio que o Google (vocês viram YouTube, mas tem que se dizer quem é o verdadeiro dono) vai parar de recomendar vídeos de canais conspiracionistas, e Terra Plana, anti-vacinas etc. claro, o bando de babacas acreditaram, assim como acreditaram quando Google jurou de pés juntinhos que ia proibir vídeos com palavrões. Cauê Moura agora só fala português mais casto que Machado de Assis. As pegadinhas também foram proibidas e não tem mais nenhuma.

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Professores e o modelo Kubler-Ross

O modelo Kubler-Ross foi criado por Elisabeth Kübler-Ross e também é chamado “modelo do sofrimento”. Ele mostra através de passos coo lidamos com perdas profundas ou depressão, passando por vários estágios. Um exemplo disso são professores, que sempre acabam entrando em franca depressão, mediante as cobranças inerentes à profissão, ou nem tão inerentes assim, mas parece que sempre tem um sádico para fazer de tudo para acabar com a auto-estima desses profissionais. Como seria o Modelo Kübler-Ross para professores?

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