Você sabe o que é Síndrome de Down, uma anomalia genética causada por uma divisão celular anormal resultando num cromossomo 21 extra. Esta síndrome provoca atrasos no desenvolvimento físico e cognitivo, vindo de brinde doenças cardíacas ou da tireoide. Como é algo que pode ser rastreado por mapeamento genético, pais e mães podem testar o embrião ainda no útero para saber se ele vai ter a trissomia do 21 ou uma outra doença genética. Em caso positivo, as pessoas estão optando pelo aborto, com a França tendo o índice e 77% dos fetos com síndrome de Down sendo abortados, enquanto na Dinamarca esse número é de 98%. Alguns estão chamando isso de genocídio.
Já a Sociedade Canadense de Síndrome de Down acha isso um absurdo imenso. Daí, está com uma campanha associando pessoas com síndrome de Down com animais em vias de extinção, pedindo para preservá-los.
Achando que gente que realmente pensa é que está em extinção, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Vamos começar com algumas verdades. Primeiro de tudo: ninguém gosta de estar doente. Ninguém sequer quer ter um resfriado, quanto mais uma doença mais séria. Em segundo lugar: ninguém gosta de ver um ente querido doente. Não é facilmente aceitável, não é nada fácil ter que aceitar que um filho seu tenha uma doença incurável. A Medicina nos deu a cura de muitas coisas, mas não pra tudo. Ela tem limitações, e daí chega uns desclassificados dizendo que tem a cura para aquilo que a ciência não tem cura. As pessoas, no desespero, aceitam, tentam de tudo. Pacientes e familiares acabam caindo na mão de desclassificados, como um vagabundo que alegou que pode curar autismo com… mijo.
Muitas pessoas são notadamente ruins. Outras são loucas, mesmo. De minha parte, poderia arrastar ambos pro mesmo lugar, escuro, úmido e fétido, de preferência jogando a chave fora. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu na Flórida, ou melhor, o que ia acontecer se não tivessem descobertos a tempo: duas garotas (loucas ou psicopatas) resolveram que seria uma boa ideia atrair colegas de colégio no banheiro e matar geral, para depois beber o sangue deles.
Você já deve ter ouvido falar na chamada Experiência de Quase Morte. O sujeito morre e é ressuscitado. Neste meio tempo ele passa por um túnel, vê coisas coloridinhas, ouve The Righteous Brothers cantando, chega o Patrick Swayze sem camisa e te abraça por trás… Depois volta avoado pro corpo. relata luzinhas coloridinhas e gente do passado, parentes já mortos etc. Uma experiência real, certo?
Não, ainda não chegou 2019 e não é dia primeiro de abril e eu não estou bêbado. Meus artigos desta data não fazem jus à realidade, que não precisa fazer sentido. Só a ficção precisa, como diria Tom Clancy.
Deus é um menininho coitadinho, indefeso e fraquinho. Este serzinho inútil, tosco e desprezível é tão ridículo que é incapaz de tomar uma decisão quando falam mal dele. Ele corre para a barra da saia de quem o inventou e, com isso, seus fiéis seguidores tomam à frente para defendê-lo. Sem essa galerinha da pesada, Deus jamais teria condições de se defender e falar por si mesmo. Aquele do Velho Testamento é muito melhor, mas a realidade nunca é como nos livros de ficção.
Sim, mais uma daquelas incríveis evidências da Arca de Noé, sem apresentar evidência nenhuma. Eu adoro estas descobertas absolutas que ninguém viu, ninguém comprovou e sequer tiram uma fotinha. Mas eu sou um cara legal (não sou) e sempre estou pronto para dar ouvidos (não estou) a qualquer um (imbecil) que tenha incríveis provas (nunca aparecem) da existência da Arca de Noé.
Rio de Janeiro publicou uma lei impedindo a distribuição de canudos plásticos em restaurantes, bares e lanchonetes. Copos de plástico, sim. canudos, com um quarto da quantidade de plástico em relação a copos, não.
Finalmente a Homeopatia conseguiu: um artigo publicado num periódico com revisão de pares! Alguns pesquisadores alegaram ter provado a eficácia da
O Brasil tem um fenômeno interessante: Até mesmo cientistas odeiam ciência. Eles detestam divulgar seus trabalhos para a população, fazem-no de má vontade, num pedestal, numa torre de marfim. Reclamam quando lhes cortam a verba, mas não conseguem angariar simpatia da população, já que ficam bem longe dela, muitas vezes so fazendo divulgação para outros pesquisadores na base do “Olha como sou o máximo!”.