
Bem, vocês á devem ter visto a novidade ao lado (se ão viram, limpem o cache do seu navegador). É um botão de doação. Por quê? Simples de responder: Por que não? Estamos nessa longa estrada da vida, trazendo informações para vocês, conhecimento e, claro, diversão, pois ninguém é de ferro. Eu podia usar de um lenga-lenga sobre como esse trabalho é custoso, quanto damos sem pedir nada m troca blábláblá. É apenas um botão de doação, contribui quem quiser e, melhor ainda, com quanto quiser. Se acham que o trabalho merece uns caraminguás que você encontrou atrás do sofá ou para impedir que seu marido cachaceiro torre tudo em conhaque dreher (benzo-me), que tal dar dinheiro para alguém que você ame de paixão? Depois, se sobrar, dá o dinheiro pra mim.
Quer uma desculpa melhor? Bem, esse dinheiro é pro ônibus (penso em comprar uma frota deles). Não serve? Pra minha Ferraria? Não, né. Ok, sou professor! Que tal isso?
Pense que vocês estarão ajudando o Divino Espírito Santo, que conseguirei assim retardar o Apocalipse Maia,que ajudarei a Agência Espacial Brasileira a produzir mísseis balísticos, que conseguirei arrumar sacrifícios para Kali ou manterei nossa nação livre da invasão alien no 7 de setembro.
Não há valor mínimo, mas também não há teto máximo (entenderam? Hein? Hein?), bata clicar no botão e dizer quanto quer doar. A transação é segura, pois é pelo Paypal; e mesmo que você não doe nada, pode ter certeza que continuaremos aqui, com artigos do seu interesse, emitindo opiniões que pode não ser tão interessantes assim. E se sua grana não dá para essas extravagâncias, lembrem-se que há maneiras de contribuir, compartilhando os links no Twitter, Facebook, Google Plus ou via e-mail, mesmo. Assim, pelo menos, você ajuda a divulgar o nosso trabalho
Obrigado a todos e mais ma vez um excelente 2014 a todos!

Sim, faltou mais um “6”, mas que eu posso fazer? De qualquer forma, ainda teremos mais 600 edições de imbecis falando besteira e eu quero começar este ano expurgando das besteiras dos fins de 2013. Eu não quero saber do que rolou de insano de ontem pra hoje. A bem da verdade, nem estou escrevendo “hoje”, é um artigo pré-preparado; afinal, eu tenho direito a férias, nem que seja da gentinha que escreve besteira durante todo o ano.
Em 2007, eu postei um artigo de brincadeira, chamado
365 dias se passaram neste ano. Ano bom, para falar a verdade. Não sou daqueles que vivem se lamentando, vivem reclamando, vivem dizendo que o ano foi ruim, que o ano foi péssimo, que esperam que o ano seguinte seja melhor. Eu não tenho estes problemas, pois acho que reclamar – mesmo que tivesse algo errado – é perda de tempo.
Malba Tahan é um dos melhores exemplos do que já tivemos em termos de excelência. Vemos como nossa literatura infanto-juvenil era incrível, bem longe dos Pedro Bandeira de hoje ou, benzo-me, Ana Maria Machado. Viajamos por desertos, oásis, odaliscas, sheiks, príncipes, guerreiros, mercadores, vilões, bandidos, sultões, vizires e simples professores. ele mostra a época de ouro de nosso ensino, quando colégios públicos eram referência em qualidade. Era a época que alunos aplicados e professores bem remunerados faziam as suas partes, mas que hoje é mal visto. Aquela era a época que engenheiros davam aula e pedagogos não se metiam no processo de ensinar. Hoje, isso é apenas uma sombra perdida nas brumas do tempo, e o Homem que Calculava é algo digno de ser
Olá, pessoal! Aqui vamos para maiores informações da sonda espacial que o Brasil, O BRASIL!!!!, está prestes a lançar. Daremos informações com exclusividade, entenderemos os detalhes, as minúcias e conversaremos com técnicos ligados diretamente ao projeto.
Eu francamente não entendo certas coisas na política, apesar de entendê-la muito bem para que ela serve (servir de lugar para políticos existirem e retroalimentar-se). No Reino Unido não é diferente e se alguém aqui é ingênuo em pensar que governos e governantes (seja em qual esfera for) estão preocupados com o povo, sugiro que pense duas vezes. No caso, a notícia que a Inglaterra está travando uma guerra silenciosa internamente. Por quê? Por causa do elevado número de muçulmanos idiotas que insistem na discriminação de gêneros, onde alguns defendem que homens e mulheres deveriam se manter separados durante as aulas, palestras etc.
Já me perguntaram por que eu não me dediquei à Ciência, se gosto tanto dela. A resposta é simples e emocionante: não sou uma pessoa pura, boa e paciente. Eu vi de perto como funciona o meio acadêmico no Brasil e concluí que era preferível trabalhar em loja de presentes no meio da 25 de março em pleno Natal. Quando se trabalha num lugar como o Museu Nacional e vê o pessoal quase saindo na porrada por causa de um litro de álcool, você vê que há algo de errado (na verdade, quem estava brigando eram os estagiários, pois os senhores, professores, doutores do cacete a quatro não iam trabalhar. Só apareciam no fim do mês para assinar o ponto).
Eu acredito na liberdade das pessoas de acreditarem ou desacreditarem no que quiserem. Não quer acreditar na indústria farmacêutica? Por mim, está ótimo. Não tome remédios, mas deixem seus filhos fora disso. Muitos sites de ateus-de-fim-de-semana ficam fazendo balbúrdia que todo mundo deve deixar de ter religião ou acreditar em deu(es). Por mim, o cara pode acreditar em Javé, fadas, gnomos ou que existem políticos honestos. Agora, alguns idiotas forçam a barra com esse lance de acreditar.