Harry Harlow é chamado pelo pessoalzinho da religião da Nossa Senhora da Alface e os seguidores do Brócolis Sagrado de maníaco, torturador e sádico[1] [2] [3]. Um dos melhores argumentos desse pessoal é dizer que Harlow teria afirmado que não gostava de ratos, macacos e animais em geral. Eu quero saber se aparecesse uma ratazana na casa desse pessoal, se eles chamam para jantar. De qualquer forma, Harlow estava décadas à frente e determinou a importância do cuidado materno no desenvolvimento cognitivo e emocional de suas crias. Hoje, uma pesquisa esmiuça a bioquímica cerebral deste processo.
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Conformismo é, talvez, a pior das situações. As pessoas sentam e lamentam as vicissitudes, sem fazer nada para tentar corrigir ou mesmo minimizar um problema. Sorte da humanidade que muitos não se dispõem a aceitar as coisas e lamentar-se nos cantos com frases vazias como "coisa do destino", "Deus quis assim", "não posso fazer nada" etc. Muitas vezes, realmente, não se pode fazer nada, mas isso não implica que devamos parar de lutar. Quando podemos, aí é que devemos encarar o problema e tentar solucioná-lo da melhor forma possível.
Eu sempre admirei a história do império romano, na mesma medida que gosto da história egípcia. Creio que quase todos nós sonhamos, quando crianças, ver as maravilhas que eram as pirâmides (não que maravilhas tenham deixado de ser), visitar o Circo Romano e presenciar os triunfos. A civilização romana moldou o que os pedantes chamam de "cultura ocidental", ainda mais se levarmos em conta que o sistema jurídico do Brasil segue os preceitos do Direito Romano. Mesmo com tanta importância que teve a civilização romana, pouco sabemos sobre as pessoas comuns. Não os patrícios, mas povo comum, mesmo. Agora, pesquisadores analisam o povão e estas pessoas simples têm muita história pra contar.
Eu já disse que gosto da técnica de time lapse (ou lapso de tempo). Muitos efeitos bonitos podem ser obtidos com fotografias sequenciais.
Já me perguntaram se eu posto Voz dos Alienados assim que aparece idiotas escrevendo besteiras. A bem da verdade, eu deixo acumular. Prefiro colocar conteúdo mais inteligente que besteiras desprovidas de bom senso de alguns comentaristas que esqueceram de tomar seu gardenal. Há dias que nem tempo (ou vontade) de postar nada e se eu tenho dias que não posto conteúdo aproveitável, que dirá de idiotices (se bem que estas idiotices são aproveitáveis para fazer as pessoas terem noção de como tem gente sem-noção).
O estranho mundo de Hades não pode se furtar de parar com as insanidades. Enquanto tem gente que acha que matar bode preto abre caminhos ou fumaças fedorentas trazem o faxineiro amado em 3 dias (ou alguma merda neste sentido), as pessoas não param para pensar em muitos absurdos que estão cometendo. A bem da verdade, não pensam nos milhares de absurdos diários que cometem, mas quem dá ouvidos a coisas saem importância como lógica?
Até mesmo o cérebro dos normais é meio louco (ou será que o cérebro dos loucos é que são normais?). Uma coisa das mais interessantes são as chamadas "Ilusões de Óptica". Eu, volta e meia, sempre posto algumas aqui. Nossos olhos se desenvolveram meio que de qualquer jeito,
Depois de todos estes séculos, o fantasma de Isaac Newton assombra as nossas vidas medíocres. Desde o boy que sai em disparada pelas ruas em sua moto ou a executivo arquimilionário que desce de sua cobertura em seu elevador privativo, desde o esportista de asa delta até os pilotos de caças, TODOS estão à mercê da mão invisível do inglês. Todos, sem exceção.
Ainda hoje eu disse pros meus alunos: Navalha de Ockham. A solução mais simples é, na maioria das vezes, a mais acertada. Construir casas sempre é um problema, ainda mais com o alto custo do material de construção. São tijolos, cimento, areia, etc. Paralelamente, estamos buscando alternativas que deem cabo das garrafas de politereftalato de etileno (o famoso PET). A melhor solução seria poder criar um modo de resolver estes dois problemas. Bem, foi o que nigerianos fizeram ao construir casas com garrafas PET e areia.
Um homem ajeita seu bigode e olha para baixo. Está decidido e seu destino foi traçado. Ele sabia o que ia acontecer nos segundos seguintes, mas não sabia como iria terminar. Se olhássemos por uma janela de tempo, veríamos outro homem com uma ideia semelhante, mas com um destino totalmente diferente, já que sua decisão era muito mais ousada, mais arriscada, mais perigosa. O homem do grande bigode olha em volta. Estando no alto da Torre Eiffel, ele consegue vislumbrar a Paris de sua época: o ano de 1912, o mesmo ano que um bloco de água selou o fim titânico de um navio. O homem no futuro chegou mais alto que qualquer um chegou no modo como ele fez.