Tão chatos quanto aquele bando de crente inconveniente que vem bater às 7 da manhã num domingo para que você ouça a Boa Nova — que está mais que velha — são os ateus de fim-de-semana, um bando de idiotas que só porque leram Deus, um Delírio (um livro chato e risível do ponto de vista de alguém que leu sobre a história dos mitos) acham que podem se dar o luxo de "exorcizar" (deliciosa escolha de palavras, hein?) qualquer tipo de festejo religioso da humanidade.
Agora, os ateuzinhos fofuxos dos EUA querem dar uma de Grinch e cancelar o Natal em parques públicos. Acho que eles não ganharam presente do Papai Noel.

Ninguém gosta de ver um ente querido com alguma deficiência e muito menos com uma paralisia, e isso vale para os cães, também. Mas nós podemos ajudá-los. Nós temos a tecnologia! Pelo menos, pesquisadores britânicos a têm, e ela utiliza células dos focinhos de nossos amiguinhos quadrúpedes para restabelecer sua capacidade de movimento.
Fort Knox é o sonho de qualquer ladrão. Isso porque ele é a reserva de ouro dos Estados Unidos. O que os filmes esquecem de dizer é que nele há unidades de treinamento e comando de recrutamento do exército, bem como o Museu George S. Patton, cujo nome já é suficiente para expulsar qualquer maldito kraut de lá. Em 1937, o Departamento do Tesouro construiu e sediou o seu US Bulling Depository, A Reserva de Ouro dos EUA, o que atiça as mãos pecaminosas de qualquer um que quer ganhar dinheiro fácil (e mais facilmente desencorajado ao saber que há unidades do exército por lá).
Vocês devem se lembrar do Aibo, o cão-robô desenvolvido pela Sony e produzido entre 1999 e 2006. Mas seu foco era ficar dentro de casa. Ter que se deslocar por terrenos acidentados era um sacrifício para ele. A Boston Dynamics, entretanto, está indo por outra direção. Seu robô-canino é focado por se deslocar em qualquer tipo de terreno, avaliando o ambiente em volta e decidindo como andar pelo local em questão.
Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.
O chato de escrever certos artigos é que as piadinhas estão prontas antes de se começar a deitar as letras na tea. Piada pronta não tem graça e as piadinhas sobre o Skynet.jás nascerão velhas.
A noite é escura.
O problema do mundo é quando a ficção se torna realidade. Já temos um mundo onde castas se acham superiores e somos adestrados a sentimo-nos felizes em nossas condições. Há leis cuja nomenclatura muda de nome, criando um novo idioma, uma nova língua, em que as coisas deixam de parecer o que realmente são. Pré-cogs parecem, não estar longe e vemos que a cultura virou inimiga do Estado, e a saída é queimar livros.
Desde que começamos a nos aventurar pelo Espaço, levamos o melhor e mais abundante que podemos produzir: lixo. Desde uma ferramenta até restos de foguetes e satélites, vários corpos estão orbitando a Terra, além da Lua e a ISS. É o chamado “lixo espacial”. Você pode achar que um parafuso não é nada demais, mas quando ele está sendo acelerado a velocidades de milhares de quilômetros por hora, vemos que ali não é um lugar muito legal para dar mole, nem pros astronautas, nem pros satélites artificiais. Ali é um grande estande de tiro, mas a solução parece estar vindo, pontual e certeira como um relógio.
Tanta coisa acontecendo no mundo e parece que jornalistas são as pessoas mais desinformadas. Assim, acabam requentando notícias velhas. Parece algo coo o editor chegando na redação e gritando "Vambora, Ambrósio, tu ainda não entregou a matéria". Então, o jornaleiro, digo, jornalista acaba redigindo qualquer besteira ou, então, tasca qualquer notícia velha para preencher o espaço e sai pra tomar café", como foi o caso da notícia em que o Observatório Vaticano disse que não descarta a possibilidade da existência de extraterrestres-telefone-minha-casa.