E durante a semana do carnaval, tivemos muitas notícias. Algumas boas, outras ruins, outras nem tanto. Se bem que isso acontece todas as semanas, mas o importante mesmo é que eu pude tirar uns dias de folga. Não, não pulei carnaval. Fiquei em casa, sem risco de ser assaltado ou atropelado por um monte de gente, pagando caro em garrafa de água sem geosmina ou ser contaminado pelo coronga vírus.
Vamos dar um rolé pelo que noticiei esta semana (devida e previamente preparada, pois aqui, ó, que eu ia ficar na frente do computador).

Eu gosto de compartilhar notícias de avanços científicos e tecnológicos. Mas alguns abusam da paciência da gente. Não apenas isso, os jornais correm para noticiar isso, e já que quanto mais apelativa for a matéria, maiores as chances de divulgação, pesquisadores forçam a mão, o que leva a jornaleiros forçarem a mão, e sempre com resultados positivos, pois sempre terá um mané divulgando.
Você conhece muito bem o tipo: aquele que tem as melhores soluções pra tudo, indo desde sobre como fritar batata até conserto de ônibus espacial. Já que seu cunhado é tão ótimo assim e vive lhe dando lições, apresente pra ele o desafio do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Eles estão com um projeto sob a forma de desafio de forma a dar um help no desenvolvimento de um rover para perambular por Vênus.
Apesar de Marte ter uma atmosfera bem fina, tem alguma coisa lá e se tem ar, tem vento. Como são esses ventos hoje? Como eram os ventos antigamente, quando a atmosfera era bem mais densa? São perguntas que a missão MAVEN procura responder, analisando os padrões de ventos das camadas mais altas da atmosfera marciana.
A Terra tem um campo magnético que nos ajuda a ficar imunes (ou quase) aos desmandos do Sol, quando partículas de alta energia são cuspidos fora. A maior parte é defletida por este campo de força, por assim dizer, e quando passa pelas latitudes mais superiores e inferiores há a formação das auroras.
A NASA selecionou quatro investigações do Programa Discovery para desenvolver estudos conceituais para novas missões. Ela estimula que as universidades contribuam co ideias, e, em troca, promete um dinheirinho de verba, pois é isso o que a NASA é: uma entidade que tem projetos próprios, mas também administra como a verba que ganha será usada para projetos que enfoquem aeronáutica e Espaço. Claro, isso vai depender muito do quanto de verba acabarão recebendo, mesmo assim temos um vislumbre do que a nossa aventura no Espaço nos reserva.
Você pode pensar que as explosões colossais no Sol e sua ejeção de massa coronal são sempre a mesma coisa, mas não são. Elas são bem reconhecidas e caracterizadas mediante suas características, bem reconhecidas pelos astrofísicos e astrônomos. Ainda assim, o Sol sempre nos surpreende, como é o caso da Reconexão Magnética Forçada.
Vocês já devem ter notado que eu adoro noticiar coisas que envolvam novas tecnologias para a fabricação de próteses mais eficientes, mais baratas e, raramente, mais eficientes e mais baratas no mesmo pacote. Bem, toda tecnologia em seu estado inicial é cara, cujo preço só vai barateando ao longo do tempo. Ainda assim, é legal acompanhar o que se anda pesquisando por aí.
A todo momento, surgem novas e melhores próteses. Desde aquelas muito maneiríssimas, praticamente lhe transformando num T-800, até aquelas impressas com pRástico, baratinhas e até boas pelo preço que se paga, que normalmente é uma merreca, provavelmente chegando no Brasil custando um braço.
Como se dá a exploração do Espaço? O que podemos esperar para daqui por diante? Estamos há muito numa nova aventura. Antes, singramos os mares, hoje, avançamos por entre planetas, satélites, cometas e asteroides. Quando chegaremos pessoalmente nesses lugares e colocaremos os nossos pés?