Igreja Luterana da Suécia aprova casamentos gays

Áureos tempos em que publicações “educativas” vindas da Suécia satisfizeram a curiosidade de muitos adolescentes. Agora, a sacanagem que eles fizeram foi em termos de religião, mas não da maneira que você está pensando. Nada de manual de sexo para casais católicos, ou o caso da vagabunda seguidora de Cristo (não, não estou falando de Madalena nem da Sonia Hernandes). Não, a notícia hoje é sobre a Igreja Luterana que resolveu não só aceitar, como deu (ops) o maior apoio para casamentos homossexuais, contrariando seu próprio livro religioso.

Coloquem suas perucas, vistam-se com lantejoulas e calcem patins, porque esta é sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Igreja Luterana da Suécia aprova casamentos gays”

Novos estudos desvendam os segredos do archaeopteryx

O archaeopteryx sempre foi uma pedra no sapato dos pobres coitados que acham que o mundo veio do nada, onde as plantas apareceram antes do Sol e das estrelas. Ele foi até taxado como sendo uma fraude, mas como sempre, estavam errados. Ele é real, ele existe e foi um marco na história biológica, pois foi um dos primeiros fósseis intermediários encontrados, logo após a publicação da Origem das Espécies, de tio Darwin. Talvez, por isso, tenha havido um certo ceticismo sobre sua veracidade, mas exames e análises determinaram sua autenticidade.

Nosso amiguinho, classificado como sendo uma ave, semelhante a um corvo – escavado no sul da Alemanha, em 1860 – tinha penas, e um osso bifurcado (o chamado “osso da sorte”) como os pássaros atuais. Até aí, nada de novo, diriam alguns. Pássaro é pássaro. O problema é que ele possuía dentes e uma cauda longa e óssea, como os répteis. Ops! No entanto, modernas pesquisas, empregando tecnologia de ponta, está a ponto de mudar a denominação do archeopterix; de espécie de ave intermediária entre dinossauros e aves, para espécie de dinossauro intermediário entre dinos e aves. Continuar lendo “Novos estudos desvendam os segredos do archaeopteryx”

O que é mais rápido que a Internet? Ceticismo.net!

Em tempos de web 2.0, informação a um clique de mouse, em cima do olho, de lança lance certeiro, na velocidade da Internet, além de outros chavões ridículos, para passar propaganda de “mudernu”, esperamos uma notícia, no mínimo, atual.

Obviamente, jornalistas costumam ser um caso perdido. Alguma distrofia neurológica ou replicação de cromossomos a mais ou, de repente, algum alelo defeituoso (embora eu vote em imbecilidade crônica mesmo) faz com que essas criaturinhas – que se consideram mais bem informadas que outras, já que estão em cima da lança, com o olho em riste etc – escrevam um monte de bobagens. Continuar lendo “O que é mais rápido que a Internet? Ceticismo.net!”

O homem moderno é um fracote, diz cientista

Diz a verdade: Depois de correr de manhã, puxar ferro por umas duas horas, fazer step, aeroboxe e ficar rebolando em alguma academia, tentando enganar que está malhando, você acha sinceramente que é o tal, com seu muque inchado, onde você tatua algum bicho malvado, tentando impressionar acéfalas? Você é digno de risos! De longe perderia para um primo seu da Antiguidade. Até mesmo uma mulher neanderthal te surraria tranquilo, amiguinho. Você não passa de um molenga, um molóide, um panaca que só fez encher o rabo de anabolizante e agora nem precisa se preocupar se a cueca tá apertando, pois tudo lá embaixo encolheu… não que você fosse usá-lo para algo além de canal excretor.

O antropólogo australiano Peter McAllister (não, não tem nada a ver com Lee Van Cleef) resolveu desbancar os machões com seu novo livro: Manthropology, com um subtítulo bem provocador: “A ciência secreta do inadequado homem moderno”, onde ele compara dados antropológicos e fisiológicos entre homens da era atual com os que viveram na Antiguidade, ou mesmo da pré-história. E, pelo jeito, estamos em sérias desvantagens… Continuar lendo “O homem moderno é um fracote, diz cientista”

Senhas: O Calcanhar de Aquiles da segurança

A Seleção Natural fez maravilhas com os seres vivos, desde que não passavam de procariontes, com sua zona desgraçada dentro de suas células, onde o material genético estava largadão. Seria como se seu cérebro compartilhasse a vizinhança com seu intestino, o que não é muito diferente de muitas pessoas que eu conheço. Uma das poucas coisas que a Seleção Natural não nos capacitou foi gravar uma série de símbolos aleatórios, que usamos de forma ordenada afim de representar nossos grunhidos e sons que emitimos, pela bnoca ou outros locais, aos quais chamamos de “letras”. Usamos as palavras e as reconhecemos facilmente, pois elas possuem significado. Por exemplo, se eu disser “Júlia Paes”, você criará em seu cérebro um símbolo icônico de conteúdo reprodutivo (ou não); já algo como bru3aJamesasp4t não diz quase nada. “Quase” porque eu aposto a alma da Paula como vocês leram o “James” lá no meio. No entanto, Vasw9t2hux6na3rw parece no máximo o nome de algum polonês exposto num quadro de clínica oftalmológica. É por essas e outras que temos grandes problemas em lidar com senhas, que devem (ou deveriam) ser garantia de segurança aos seus usuários. Continuar lendo “Senhas: O Calcanhar de Aquiles da segurança”

Google ecológico? Onde?

As pessoas acreditam em quaisquer bobagens. E hoje, há a demanda para tudo ser ecológico, sequestrar carbono (isso vale pra carvão e diamantes?), proteger bebês-foca e evitar o buraco na cueca camada de ozônio, mesmo que não haja nenhum buraco lá. A mania eco-chata está de tão modo irritante que aparecem em e-mail, chat(ice), notícias, Orcútes da vida etc e tal. Agora, temos nada mais nada menos que um serviço de busca ecológico, que jura de pés juntinhos que estão melhorando o mundo, cada vez que você faz uma busca na internet. Continuar lendo “Google ecológico? Onde?”

15 de outubro: Feliz dia do Professor

Hoje é dia do professor. Aquela figura que todos dizem que é importante, mas que é vilipendiado, exorcizado, desprestigiado, ridicularizado, odiado, pisado, xingado, ofendido, mas que um simples “puxa, professor, agora eu entendi” compensa tudo.

Esta é uma homenagem àqueles que tentaram (e ainda tentam) colocar algo dentro (ops) da cabeça de vocês. Uma homenagem aos que realmente fazem algo de útil num país governado por alguém que precisou de um professor, e que precisa até hoje, nem que seja pra aprender a usar plurais corretamente. Professor, hoje é seu dia. Parabéns! Continuar lendo “15 de outubro: Feliz dia do Professor”

Mutação exposta

Essa notícia é ótima para os defensores do IDiotismo, oqual alegam que somos uma obra perfeita, sem erros, provando que não passamos de uma obra de um projetista inteligente. Não poderiam estar mais errados, como sempre.

Pesquisadores do Instituto Nacional da Saúde (NIH, na sigla em inglês) dos Estados Unidos identificaram uma mutação genética responsável por uma condição que ocorre em pessoas com imunodeficiência herdada. A desordem, chamada de imunodeficiência combinada grave, é caracterizada por uma série de problemas de saúde severos, entre os quais infecções bacterianas e virais persistentes de pele, eczema grave, alergias agudas, asma e câncer. Continuar lendo “Mutação exposta”

Voz dos Alienados 5

Há muita coisa esquisita nesse mundo de Hades. Coisas absurdas e inexplicáveis. Coisas tão bizarras que nem as mentes mais sábias do mundo conseguem compreender. Por exemplo, como pode haver tanta gente tosca no mundo, capaz de escrever tanta idiotice. Aqui estamos com mais uma de suas colunas preferidas, onde alienados têm seu direito à expressão. Continuar lendo “Voz dos Alienados 5”

Comemoração: Artigo nº 1500

Acho que deu pra entender que este é o 1500º artigo postado, não é mesmo? Caso contrário, dê de novo e quem sabe você entenda.

Por 1500 vezes trouxemos informação relevante (às vezes, nem tanto). Por 1500 vezes mostramos o lado que as religiões não mostram, apesar de G-zuis dizer pra sempre dar a outra face, mesmo quando manda executar quem não concordava com ele. Por 1500 vezes compartilhamos nosso conhecimento, e nem incluo todos os comentários que nos xingaram, ameaçaram, azucrinaram, encheram o saco, pregaram, falaram besteira etc. Continuar lendo “Comemoração: Artigo nº 1500”