O mundo antigamente era menos complicado. Acordava-se de manhã cedinho, ia pra labuta (eu disse “labuta”), parava-se um pouco para comer, voltava-se ao batente e ia pra casa de noite, onde uma refeição quentinha (ou não) estava esperando, junto com uma esposa quentinha (ou não). Pelo visto, não se mudou muita coisa ao longo da história.
O homem não sabia grandes coisas, não tinha acesso à informação, não sabia nada. Outra coisa semelhante aos nossos dias, com a diferença que hoje somos bombardeados com todos os tipos de informação, como TV, rádio, jornais, revistas da Avon, propagandas, outdoors, galhardetes, placas, carros de som, celulares, fax, homens-sanduche, animadores de lojas etc. Com o tempo, chegou a Internet, com e-mail, websites, vídeos pornô de amadoras educativos, documentários, TV do restante do mundo, conteúdo pirateado e até um vídeo com a vergonha que você passou na formatura, quando bebeu todas e quase morre afogado na privada, devidamente postado no Youtube por algum “amigo seu”. É muita informação. Mas quanto dela é realmente útil? O quanto dela é realmente conhecimento (informação NÃO É conhecimento). Continuar lendo “A vida moderna traz sobrecarga de informações ao cérebro”

Está havendo uma corrida para diminuir os efeitos do aquecimento global. Duas classes estão em disputa: Os eco-chatos – para quem tudo tem que ser “verde” e “orgânico” (isopor é uma substância orgânica, caso não saibam), preocupados em sequestrar carbono, pedindo sua alma como resgate – e os eco-céticos, que afirmam que o mundo é assim mesmo, sempre foi e sempre será.
Estávamos tristes aqui. Sua Santidade, o
Eu nunca entendi porque algumas pessoas são implicantes. Cada um tem a sua visão particular das coisas, mas o ser humano possui a tendência de forçar que os demais façam e atuem segundo a vontade de uns poucos. Afinal, eu estou certo e você tem que aceitar e ponto final.
Um polímero combinado com células-tronco foi implantado por pesquisadores em defeitos ósseos no crânio de ratos. Os animais tinham perfurações na calota craniana de cerca de 5 milímetros de diâmetro, dimensão considerada crítica, uma vez que está além da capacidade de regeneração natural do organismo.
Há 3000 anos, havia um grande império no Crescente Fértil: o Império Assírio; e foi lá por aquela região que inventou-se a escrita, tornando-se um marco divisor entre a pré-história e a História. Mas isso vocês já estão carecas de saber, bem como eles tentaram mandar na região com mão de ferro, mas o Egito ergueu o dedo médio e disse: Aqui, ó! Haviam também uns ridículos pastores de cabras que cortaram um pedaço do pinto, só para imitarem os egípcios. A Assíria resolveu tomar o proto-reino que estava se formando na mão grande e os refugiados correram com o rabo entre as pernas de sua região fértil, no reino de Israel, para o tosco reino de Judá, que não cheirava, nem fedia. O reino de Judá, só de sacanagem, resolveu ser baba-ovo dos egípcios. Mas, como a história desses ridículos camponeses, baby sitters de cabras, não nos interessa no presente momento, vamos dar atenção ao que um império de verdade fez, além de dominar parte do Mar Mediterrâneo até o Golfo Pérsico.
O site britânico de genealogia
Segundo Daniel García-Castellanos, membro do grupo de pesquisa do Instituto de Ciências da Terra Jaume Almera, de Barcelona, o Mar Mediterrâneo se encheu em menos de dois anos com as águas do Oceano Atlântico que atravessaram o estreito de Gibraltar com um volume mais de mil vezes superior ao atual do Amazonas. Isso, com toda a certeza, fará com que um bando de idiotas criaBURRIcionistas aleguem que está definitivamente provada a ocorrência do Dilúvio.
Cientistas da Universidade de Cambridge, Inglaterra, afirmam que a obesidade infantil pode ser causada por uma mutação genética. Os resultados de sua pesquisa mostram pela primeira vez que a condição pode ser genética, e não o resultado puramente com relação à alimentação.
Imaginem a cena: Um cara chega em seu escritório e diz “Luzes”. As lâmpadas se acendem. Depois, ele chega perto do computador e diz “Liga, pô”. E o micro se inicia. Em seguida, ele começa a redigir um texto, bastando somente pensar nele. Um belo exemplo de ficção científica, certo? Bem, não exatamente, pois pesquisadores estão desenvolvendo um software que permite que os utilizadores possam escrever letras e números em uma tela, apenas pensando sobre elas.