Nós, seres perfeitos temos nossos mimos. Qualquer químico que se preze tem mais de uma tabela periódica. A bem da verdade, eu tenho uma grande, pendurada na parede do quarto, a qual eu mesmo fiz quando estava na faculdade. Tudo bem eu permito que vocês sintam inveja. Como também sou admirador de música, não pude me furtar de trazer até vocês uma fantástica tabela periódica. Nela, estão listados os maiores elementos do Rock e do Metal de todos os tempos. Santo Ozzy abençoe a todos nós.
Categoria Tecnologia
Da beleza que nós conseguimos ver
A plateia está em silêncio, exceto alguns comentários sussurrados aqui e ali. A atenção é voltada para o homem de casaca que acaba de subir ao palco, trazendo seu instrumento. O pianista está esperando e se levanta para cumprimentá-lo. O músico retribui seu cumprimento e vai para o centro do palco com seu violino. Silêncio. As notas começam a fluir de seu violino, acompanhado pelo piano bem afinado. As notas fazem parte da música Sad Romance, composta pelo músico vietnamita Thao? Nguyen Xanh.
Uma vez vi uma pichação que dizia "Somente o ser humano é capaz de fazer arte!". Isso é profundamente irônico, se levarmos em questão que era uma pichação feia e com erros de português (Somente o ser umanu é capaz de faser arte). Eu altero um pouquinho a frase e digo "Somente o ser humano é capaz de reconhecer arte". Para qualquer abelha, uma flor é apenas um supermercado e o belíssimo trinado dos pássaros é apenas um modo de eles chamarem outro pra porrada enquanto chamam a fêmea de gostosa (creio que foi o Átila, do Rainha Vermelha, quem falou isso. Não lembro).
A beleza das coisas está apenas nos nossos processos cerebrais; elas não existem enquanto coisas belas. Elas são o que são. Mas como isso acontece?
Grandes Nomes da Ciência: Martyn Poliakoff
Divulgadores de ciência sempre temos nossas personalidades favoritas. Nunca escondi que Carl Sagan é o modelo que todos os que escrevem sobre Ciência deveriam ser. É injusto, no mais das vezes, termos que escolher um ou outro como preferido, mas isso vai de nossa opinião, onde sabemos que isso em nada desmerece o trabalho de outros. Entretanto, posso escolher mais um, na categoria "Ainda Vivos".
O meu amigo oculto cientista vivo favorito é alguém bem conhecido e muito provavelmente você deve ter visto um vídeo dele (a não ser que você tenha perdido vendo vlogueiros mimizentos) e ele é um dos mais conhecidos por traduzir a Química de forma simples e elucidativa (depois de mim, claro). Seu nome é Martyn Poliakoff.
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As estrelas que passam por nossas vidas
Eu tenho uma visão romântica sobre o mundo. Acho-o fantástico pelo paradoxo que é sua simplicidade e complexidade que coexistem. A complexidade são as diferentes forças atuantes no planeta, moldando-o sem parar, onde sua topologia muda, ainda que beeeeeem lentamente. A simplicidade é que se trata de apenas um reles planeta terrestre, jogado num canto irrelevante de uma galáxia irrelevante. Se nosso planeta fosse especial de alguma forma, sua destruição seria uma perda para o universo, só que o universo sequer se daria conta disso. Qual importância tem uma coisa que ninguém sentirá falta? Ainda assim, vemos o amanhecer raiar do dia e o crepúsculo cair da noite. Vemos as fases da Lua, vemos até o eclipse ato da sombra da Terra impedir a luz do sol ser refletida pelo satélite.
Pesquisadores estudam novas interações entre deficientes e máquinas
O Kinect da Microsoft é uma revolução no mundo dos jogos eletrônicos (no Cet.net não usamos anglicismos desnecessários. Se tu usas, és um idiota!). Se antes usávamos teclados, joysticks (este não tem uma tradução à altura e eu sugiro aportuguesá-lo para jóistique), alavancas e outros tipos de controle, hoje usamos a nós mesmos, coisa que nossos pais, avós e bisavós já faziam em termos de diversão. O próximo passo é facilmente imaginável, mas meio difícil de implantar: usar interfaces homem-máquina, onde nossas mentes se fundiriam a computadores e as ordens seriam transmitidas diretamente aos processadores e os softwares fariam o resto.
Arthur Clarke já tinha elaborado isso em seus romances da série 2001 – Uma Odisseia no Espaço. Mas até que ponto isso fica no terreno da ficção?
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Os segredos da eletricidade estática
Um dos ramos mais interessantes da Física é o eletromagnetismo. Desde emissões de rádio-difusão até aquele maldito laser verde que algum desgraçado aponta para os seus olhos, passando por pilhas, bússolas, chuveiros elétricos, células fotoelétricas etc. a interação da eletricidade e o magnetismo mudou muito da condução de experimentos científicos. Uma parte destes experimentos podem ser feitos até por crianças de 4 anos e não estou falando em deixá-las colocar o dedo na tomada. Estou falando no ato de atritar peças diversas e ver o aparecimento de cargas. O nome disso? Eletricidade estática.
Uma recente pesquisa promete esclarecer muitos pontos obscuros sobre a eletricidade estática. Enquanto antes achava-se que não havia uma grande transferência de uma grande quantidade de carga elétrica, a pesquisa publicada por cientistas da Northwestern University, em Illinois, EUA, mostra que não é bem assim.
Descoberto o fungo Bob Esponja
Costumam achar que cientistas não possuem senso de humor. Temos. O que alguns de nós não possuem é bom gosto. Pesquisadores da Universidade Estadual de São Francisco deram um nome pitoresco a um fungo descoberto nas montanhas Lambir na Malásia, em 2010. Devido ao seu formato que lembra uma esponja marinha, deram o nome de Spongiforma squarepantsii, em homenagem ao querido e aboiolado Bob Esponja (um personagem que só não digo que deveria tomar um tiro de .12, pois alegariam homofobia).
Cientistas estudam aranhas que respiram debaixo d’água
Sair do seu próprio ambiente e aventurar-se em outro habitat não é apenas uma característica humana, muito pelo contrário. Alguns animais possuem a façanha de poder explorar outros ambientes, mesmo os lugares mais inóspitos à sua segurança. Entretanto, tio Darwin observa a tudo e a todos e seu bloquinho mostra a lista dos seres que conseguiram sobreviver mediante a silenciosa Seleção Natural.
Um exemplo de adaptação muito vantajosa é o caso da aranha-de-água, que cria uma bolha de ar para funcionar como sino de mergulho, o qual é responsável por fazer trocas gasosas, funcionando como se fosse uma espécie de brânquia.
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Avanços da Ciência: Células “with lasers”
Finalmente uma notícia muito importante para a minha com destino à dominação Universal. Dois cientistas do Laboratório Cadmus Hospital Geral de Massachusetts desenvolveram uma técnica onde, através de engenharia genética, uma célula começou a emitir feixes de lasers, através de estimulação adequada. Entrei em contato com os cientistas e eles prometeram adaptar esta técnica para células da retina, para depois eu implantar adamantium nos ossos.
Pássaros são peças-chave na engenharia aeronáutica
O que difere os seres humanos do mundo natural é que não precisamos desenvolver tecnologias na base da Seleção Natural, onde as modificações são lentamente testadas, descartadas, testadas de novo ad infinitum, até que algo mostre que é realmente útil e faz diferença para o determinado ser vivo. Obviamente, isso não adiantará muito se ocorrer algum desastre natural que acabe dizimando quase tudo pela frente, ou alguma mutação doida crie uma cilada evolutiva. Não, nós não precisamos o velho sistema de tentativa-e-erro,e se a Natureza fez o favor de ir testando e selecionando ao longo dos bilhões de anos de história evolutiva, só mesmo um idiota começaria a reinventar tudo do zero, e foi isso que os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, fizeram: tomaram pássaros como modelos, onde alguns loucos estudam maravilhosas máquinas voadoras.
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