Duas coisas que nós, fãs de ficção científica, amamos é a chamada Velocidade Warp (ou Velocidade de Dobra, Dobra Espacial, Hiperespaço etc), onde podemos cruzar distâncias enormemente gigantescas num piscar de olhos.
Em todas as obras de ficção científica, distâncias relativísticas são facilmente cruzadas por algo peculiar, que é a velocidade de Dobra Espacial. E quem tá interessada em estudar mais sobre isso é a NASA, que pesquisa como pode fazer algo do reino da ficção se tornar realidade.
Continuar lendo “Estamos mais perto da velocidade Warp? Slow down!”

Moto perpétuo já era algo tão idiota no tempo de Isaac Newton que o mesmo disse com sarcasmo over 9000 que era o mesmo que tirar algo de coisa alguma. Estes projetos mirabolantes são fantásticos de tão criativos, mas a realidade fala mais alto. A maldita realidade… Eu mesmo, do alto de meus 15 anos, criei uma bicicleta que tinha um motor elétrico acoplado a um dínamo, que gerava energia pro próprio motor. O chato do meu pai me explicou sobre as Leis da Termodinâmica e fez meu sonho de ficar milionário ir pro esgoto.
Vi um vídeo muito legal esses dias. Eram gotas de água flutuando, e não, não estavam na ISS. Elas estavam aqui, na Terra, sob a ação da poderosa (e pequena) força da Gravidade. Não que alguém tenha feito magia, arriado despacho ou evocado o poder dos Valar. É Física. Pura e simples Física, onde a Acústica, uma ciência do barulho que vai animar suas tardes e fazer você se emocionar.
Dia 12 de setembro p.p. aconteceu o Keynote, onde a Apple apresentou seus incríveis e mágicos apetrechos. entre eles o tão aguardado iPhone 5, que segundo boatos iria ter visor holográfico, fritaria ovos e viria com toda a coleção musical do PSY, incluindo o seu maravilhoso (pelos motivos errados) Gangnam Style. Bem, o que vimos foi que ele veio com… um visor uma linha maior, mantendo sua fantástica interface gráfica de ícones e pastas, tão modernas quanto o Windows 95. Entretanto, não perderei meu tempo falando sobre celulares. Deixo isso pros blogs de Tecnologia de Informação (um site que fale sobre material de construção também é um "site de tecnologia", meus caros pedantes). A questão que eu quero abordar é um programa de TV que apresentou o novo iPhone para as pessoas dizerem o que acharam. Mas havia um certo detalhe escondido.
Ensinar não é pra qualquer um. Por mais que você saiba a matéria, a questão é se você sabe transmiti-la, fazendo-a o mais compressível que puder. A ficção científica nos deu muitos exemplos de professores-robôs, mas isso está longe da realidade. Asimov nos deu exemplos de professores-robôs, mas estes eram apenas gravadores que replicavam a matéria. Bem, se é pra fazer isso, não se precisa estudar nem desenvolver nenhuma tecnologia própria. Pedagogos e professorzinho formado a 3 tapas em facurdadi de esquina fazem isso quando tentam ensinar algo que está nos livros, mas qualquer pergunta de modo não-previsto pelos livros, eles engasgam. Esse tipo de gente está para o Ensino, assim como operador de telemarketing está para um atendimento decente. Mas e se fosse o contrário? E se ao invés de ensinar, o robô estivesse aprendendo junto com as crianças? É o que uma dupla de dois pesquisadores japoneses nascidos no Japão pesquisam.
Você pensa que os seres humanos formam a espécie dominante na Terra. Somos apenas pobres coitados frente a outros grupos taxonômicos. Artrópodes formam um filo único. Fortes, bem adaptados e bem espalhados por todos os cantos do mundo. Dentre eles, temos o subfilo dos crustáceos, que mandam e desmandam no fundo do mar. Entre eles, temos os caranguejos que vivem em grandes profundezas, que segundo alguns pesquisadores são capazes de usar visão capaz de discernir luz ultra-violeta para poder caçar sua refeição, já que você nunca viu um caranguejão na fila do McDonald’s para pedir um McFish. Ou viu?
O que mais fascina na Natureza é seu caráter repetitivo, se podemos assim chamar. É como ver e rever coisas em diferentes ocasiões, seguindo padrões que nossa tola imaginação preenche ou mesmo cria. Não que isso seja sempre errado, pois foi dessa criatividade que surgiram as grandes obras artísticas, onde pessoas talentosas exploraram suas percepções e as transformaram em magníficas e inesquecíveis obras de arte (falei "arte". Pichação e funk não são expressões artísticas e sim poluição).
Desde que eu vi um satélite voando pelo céu pela primeira vez, eu sempre quis ter um. Ao me lembrar do tempo que vi o Sputnik voando pelo céu como um ponto brilhante (acho que entreguei a minha idade), sempre fico pensando se não poderia um satélite meu, só meu, totalmente meu. Nem precisava ter armas atômicas (um simples raio da morte seria o suficiente). Agora, a NASA pesquisa se poderiam usar um smartphone como um satélite. Sonhar demais? Ir à Lua também era.
A deusa temperamental inflama-se de ira quando contrafeita. Seu calor abrasador e sua enorme força faz com que ninguém queira chegar perto dela. Ainda que tenha um nome delicado, o fulgor de seu reino afasta qualquer um. É uma deusa desolada, sem companheiros, sem ninguém por perto. Todas as tentativas de abraçar falharam, e mesmo assim a deusa se sente só, condenada a ser o que é pelo resto da existência. E se ela tiver que aprender uma lição, que seja com a Lua e seus calmos prateados raios, E essa lição podemos ver no vídeo a seguir:
Criacionismo é o tipo de piada que uma vez contaram num bar e o pessoal acreditou. Os idiotas que acreditaram não aceitaram que o cara que contou a piada dissesse que eles tinham sido trollados, então, para justificar suas imbecilidades, começaram a criar histórias fictícias, com citações fora de contexto. Desonesto, não? Pois, é, eu também acho. Alguém que segue um livro dizendo "Não prestarás falso testemunho" não deveria mentir feito um bando de desclassificados, mas é o que eles fazem.