Eu sempre trago notícias e imagens sobre o mais belo dos planetas. O misterioso Senhor dos Anéis, o Deus dos Céus, dono das mais belas joias presas em sua poderosa gravidade. Não há nenhum outro planeta como Saturno (a bem da verdade, cada planeta do Sistema Solar é único, mas… whadahell!). A sonda Cassini-Huyggens nos traz imagens fantásticas dele. Cada uma mais bonita que a outra. É um espetáculo inesgotável, tão infinito quanto o próprio Universo. Cada vez nos maravilhamos e mesmo assim na foto seguinte nos surpreendemos, como uma foto composta de várias fotos, as quais você vê a seguir:
Categoria Tecnologia
Alunos do curso de Gastronomia ficam impedidos de estudar por falta de comida. CUMA?
Um dos mais básicos problemas brasileiros é o endeusamento de algumas coisas. Curso universitário, por exemplo. Ainda é uma meta idílica, um velocino de ouro; é como capturar uma sereia, mas daí que você pega uma, dá uma olhada bem de perto, se toca da anatomia e pensa "que diabos vou fazer com isso?" (sim, eu sei que tem outros usos alternativos. vamos deixar isso de lado). Curso universitário, no Brasil, virou cursinho profissionalizante. Universidade há muito perdeu seu sentido de criação: fazer pesquisa. Isso acarreta nuns cursos malucos e totalmente inúteis (como Filosofia, por exemplo).
Quando temos sérios problemas de verbas e recursos, muitos universitários tem problemas e o último a ser vítima disso é o fabuloso e importantíssimo curso de Gastronomia, onde a Universidade Federal do Rio de Janeiro não teve grana para comprar… comida!
A sincera aurora sueca
Eu gosto de duas coisas: auroras boreais e austrais e vídeos feitos com técnica de time lapse. Enquanto nosso planeta luta contra emanações de alta energia enviadas pelo Sol, doido para fritar a todos nós, o campo magnético da Terra deflete estas partículas, criando o efeito majestoso das auroras. Em 2 de outubro, o Sol estava meio emputecido e mandou ver uma grande explosão de massa coronal. Ela veio mais rápida que meu irmão quando sabe que eu recebi o salário. O resultado? Isso aqui:
Grandes Nomes da Ciência: As computadoras esquecidas de Pickering
Ser mulher no ramo científico e tecnológico sempre foi complicado. Aliás, qualquer atividade profissional sempre foi relacionada com outras profissões (algumas consideradas como a mais antiga delas). Em 1873, o médico senhor doutor Edward Clarke publicou o que seria uma verdadeira cartilha do lar: o livro “Sex in Education; or A Fair Chance for Girls”. Longe de ser um livro de ser educação sexual ou livro de contos pornô (o nome disso é Cântico dos Cânticos).
Nos escritórios do Observatório de Harvard, uma pesquisa lançaria mais luz sobre a Ciência. Ela mudaria como olhar para os céus e ajudaria a um boxeador escrever seu nome sob a forma de um telescópio espacial.
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Marvel procura por garotas cientistas desesperadamente
O que separa um país de verdade do Brasil é a preocupação que se tem com a formação científica dos jovens. No Brasil, Pai Paulo Freire de Ogum acha que Ciência não discute problematizadamente os vieses sociais nem discute os problemas das massas trabalhadoras, enquanto comunistas de carteirinha estão confortavelmente em suas coberturas, bebendo whisky escocês e discutindo a miséria alguns andares abaixo deles. Para a Marvel e outras empresas, Ciência é coisa séria e é por causa disso que estão com um projeto que visa reunir meninas com tendências a ser mais que uma bunda rebolando num show de Funk ou aparecer em algum reality show retardado (desculpem o pleonasmo).
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Mãe, quando crescer eu quero ser cientista
A Evolução Humana segue a chamada curva de Gauss. Ela começa quando você é idiota e a única coisa que sabe fazer é merda (aka, bebês). chega na infância, seu ápice, e começa a decair para adolescência, onde a única coisa que sabe fazer é merda. Somos frutos daquilo que nos ensinam. Aprendemos algo que nos é ensinado e quando tudo que vemos são conceitos errados, achamos que aquilo é a pura expressão da verdade por simplesmente não termos tido nenhum outro parâmetro de comparação.
Somos bombardeados com uma torrente de besteiras e nossas visões de mundo ficam mais limitadas quando ninguém abre as fronteiras. Então, quando pedimos para crianças descreverem cientistas, elas o fazem pelo a única forma que nos conhecem.
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Mãe, quando crescer quero ser divulgador de Ciência
Vi uma discussão (eu tenho que dizer que é "no bom sentido", pois para o brasileiro médio, "discussão" significa sair na porrada) sobre o papel de blogueiros de divulgação de Ciência, seu alcance e como fica em frente ao que chamamos lix… digo, sessões de ciência dos sites de notícias.
Particularmente, eu não sei como surgiu esta discussão e nem acho que isso seja relevante, enquanto discutamos (vem cá! vem pra porrada, anda!) a discussão discutida.
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Artigo científico fajuto passa a perna em 157 periódicos no mundo
Uma das minhas preocupações em escrever um artigo é checar as referências, pesquisando o nome do cientista e a instituição onde ele trabalha. Passei a sempre colocar o link para a página pessoal do pesquisador e até já troquei twits com uma arqueóloga e e-mails com pesquisadores brasileiros, como Marcela Uliano, que ficou de ver se dava o meu nome para uma proteína.
Um jornalista preparou um artigo falso e mandou para a Science, como parte de uma investigação. O resultado? 157 manés replicaram o artigo, para depois serem vistos como um bando de otários (o que não está longe da realidade).
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Os nublados céus amigos de Kepler
Não basta encontrarmos novos mundos, outros exoplanetas. Temos que saber mais detalhes sobre ele, como é, do que é feito e como é a previsão do tempo. Com ela, saberemos muito sobre o planeta, se bem que qualquer mínima pela de informação é saber muito mais do que se sabia 5 minutos antes. Agora, astrônomos estão engajados em analisar os céus amigos de um outro planeta: Kepler-7b.
Uma voltinha pela Lua
A Lua foi um dos primeiros astros inspiradores de nosso mundo. Poetas, cientistas, loucos e lobisomens sempre se fascinaram por aquela imensa bola prateada onde mora São Jorge (eu juro que nunca consegui ver a cara do sujeito lá, mas se minhas tias dizem que está lá, é porque está lá).
A câmera do Orbitador de Reconhecimento Lunar (Reconnaissance Orbiter – LRO) é poderosa. A nave robótica que desvela os segredos da Lua custou a bagatela de 504 milhões de dólares em 2009, quando foi lançada (dinheiro desperdiçado, né? O que conta mesmo como importante é os 100 milhões de euros, valor do passe do jogador Gareth Bale), nos traz imagens, que depois de tratadas, acabaram em um filme como este a seguir:
