Era uma vez um homem que tinha um sonho: Ir até a lua, catar algumas coisas lá e voltar são e salvo. Isso parece até o começo de alguma história de ficção científica ou mesmo de uma série de TV (o que de fato era). Mas o homem em questão não era o dono de um ferro velho. Era o presidente John F. Kennedy. Seu sonho não era bem ir até a Lua só por ir. Havia muita coisa envolvida. Uma guerra silenciosa, não-declarada, mas que todos sabíamos estar vivendo: a chamada Guerra Fria, que para muitos de vocês que estiverem lendo é História. Para mim, foi real, eu vivi isso e estávamos à espera de um míssil balístico intercontinental visse dizer "Olá" bem na nossa porta de casa.
O míssil, não veio. Mas um foguete partiu. Partiu com nossos corações e desejos de boa viagem, e voltou com um sonho realizado, uma aventura repleta de histórias, e mais histórias seriam escritas. Hoje é dia 16 de julho de 2014, e exatamente há 45 anos, o Homem ia em direção a outro mundo.
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Eu sou um libertário (ou o mais próximo disso que se pode ser). Eu acredito que as pessoas tenham o direito de fazerem o que quiserem da vida, desde que não ferre com a vida de ninguém, nem violem leis previamente estabelecidas. O fato de eu me achar no direito de ouvir "música" do Mastruz com Leite bem alto não implica que meu vizinho tenha que compartilhar este desejo. Ainda nisso há a lei de crimes ambientais e ouvir som muito alto é, sim, crime, e não depende das 10h da noite.
Filmes em lapso de tempo são figurinhas fáceis aqui. Normalmente, eles ficam fixos, ou com alguma movimentação, registrando a passagem das estrelas, cometas etc. Só que este time lapse a seguir é um pouco diferente. Ele foca a Estrela Polar (ou
Um monte de gente comentou, eu achei que deveria comentar também, e isso mais por cara de pau para ter mais visitações, mas também para dar meus 2 centavos sobre o caso do kickstarter do fazedor de salada de batatas. Eu já tinha falado sobre o kickstarter várias vezes, onde o cara tem um projeto para tocar, não tem grana e você dá uma contribuição para que o projeto vire realidade. Se não recolher o montante, ele devolve a grana a quem contribuiu. Simples e honesto.
Um dos principais problemas do corpo humano é a dificuldade de reposição de peças. Imaginem: você tem u problema no braço, joga fora e coloca um novinho, zero quilômetro. Isso ainda não é possível para com os braços e pernas, mas outras partes não têm este problema, como é o aso de tornozelos, por exemplo, aquela parte linda que zagueiro trombador adora dar pisão.
Louis Braille podia ser mais um cego no século XIX, dependente de outras pessoas. Tendo perdido a visão aos 3 anos de idade, Braile podia ser um desses mimizentos que reclamam da vida, sem nem poder ter acesso à leitura e/ou escrita. Anda assim, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris e, aos dezoito anos, tornou-se professor de lá. Ele se inspirou na técnica de usar "pontos e buracos" inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, Braille melhorou o sistema, de forma que cegos pudessem escrever textos e ler livros. Em 1829, ele publicou seu trabalho e, assim, foi criado o Sistema Braille.
Normalmente, vídeos em time lapse registram paisagens, estrelas etc. Claro, filtros são usados além de sistemas que mantenham a câmera alinhada (e sim, um photoshopzinho básico ou um lightroom fazem parte da receita). Mas e que tal registrar o Sol, nosso amigo Sol, como estrela que é, perto do jeito que está? foi o que o astrofotógrafo
Lembram quando eu critiquei aquela palhaçada do
Eu já postei vários time lapses. São muito legais e nos mostram a Natureza de uma forma que nós, seres rastejantes de cidades, não conseguimos ver. A miríade de estrelas, meteoros etc passando pelo céu dependem de um céu limpo, sem poluição (especialmente luminosa) para serem vistos. Por isso, ás fotos e vídeos que astrofotógrafos fazem são incrivelmente importantes.
Mãe Natureza é daquelas desnaturadas. Mamãe Natureza é uma bela duma sem-vergonha, pior que a Madrasta da Branca de Neve, só que mais eficiente. Se por um lado temos terremotos, vulcões, maremotos e, claro, não podemos deixar de lado os ciclones.