O Brasil não é surreal. é pior que isso. Nem mesmo Salvador Dali faria questão de ficar próximo. Nosso nível de boçalidade é algo tão ridiculamente retardado que noção se perdeu faz tempo, restando um monte de imbecis zueiros à solta. Claro, no país do HU3HU3HU3BR tudo tem que ser de zueira, pela zueira e para a zueira.
Dois irmãos completamente idiotas fingem serem terroristas e entram em ônibus com bombas falsas, for the lulz. Obviamente, todo mundo ficou tranquilinho, certo?
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Dizem os relatos apócrifos que plutônio era tranquilamente comercializado em farmácias lá pela década de 80. Infelizmente, quando eu era menininho cabeçudinho lá em Barbacena, essas mudernidades não existiam, não, sinhô. A saber, o plutônio que nós usamos nas usinas, armas e máquinas do tempo é totalmente artificial, tendo sua tecnologia de produção desenvolvida durante o Projeto Manhattan, mas inicialmente, não havia tecnologia suficiente para se fazer uma bomba com o Pluto-do-Mal, preferindo-se usar urânio, mesmo. Só com a fatman, pôde-se usar Plutônio-239. Deu no que deu.
Em julho desse ano, o destino estava de mau-humor e resolveu soltar sua frustração por não ter ganho presente de dia dos namorados numa família. Por causa de um acidente de carro, o menino Mateus Ramos Monteiro, de apenas 6 anos, encontrou com a dor profunda de perder o braço direito. Em algum vídeo babaca do YouTube, ele aprenderia uma lição de vida e humildade, uma lição que ele divulgaria a todas as pessoas ao longo de toda sua existência em que as pessoas deveriam se conformar com o que lhes aparecessem no decorrer da vida, aceitando o destino como ele é.
O principal (e idiota) argumento dos defensores da fosfoetanolamina é que a Big Pharma, o imenso lobby das indústrias farmacêuticas, jamais deixaria um remedinho eficiente e barato chegar ao mercado, pois eles querem manter o domínio global. MUAAAAAAHAHAHA. Sim, existe um cartel de indústrias farmacêuticas, como existe cartel de planos de saúde. Mas não conheço um plano de saúde que tenha impedido alguém de montar um consultório sem a anuência deles. Sabem quem desmonta esse lance de indústrias farmacêuticas impedindo que remédios eficientes e baratos sejam produzidos? Os próprios donos das indústrias farmacêuticas, como o famoso (por motivos errados) Martin Shkreli.
Fósseis são sempre muito legais. Desde uma pegada até a ossada de um T-Rex, trabalhar com remanescentes de um animal que viveu há mais tempo que sua avozinha é algo estupendo. Um exemplo é o caso de pesquisadores que confirmaram ter identificado estruturas de vasos sanguíneos em um fóssil com 80 milhões de anos de idade.
Eu já contei a história de
Café parece uma tara nacional. Em minha opinião, chega até mesmo nas raias da dependência química (o que não deixa de ser verdade, já que cafeína também é um alcaloide). Muitas pessoas não se dão conta da dependência, mesmo quando falam que sem café não são ninguém, estão com dor de cabeça entre outros sintomas de crise de abstinência.
O Paradoxo de Fermi nos faz questionar como um universo tão enorme não nos deu evidências de outras civilizações tecnologicamente avançadas. Onde elas estão? Por que não vieram aqui? Será que os OVNIs provam que ETs existem? Por que não estamos rodeados de alienígenas?
Existe um mundo que as pessoas vivem mas não se dão conta. Um mundo envolto de maravilhas, um mundo fantástico, onde as coisas nunca ficam paradas, mas estão em eterna mudança. Um mundo mágico, verdadeiramente incrível. Esse mundo que as pessoas dizem odiar, mas tão importante, é a base de tudo o que conhecemos, de tudo o que fazemos, de tudo oque criamos.
FINALMENTE! Depois de termos reclamado, exigido, sacaneado e sermos xingados (links abaixo), o magnífico tratamento com a fosfoetanolamina acabou parando na Nature. E em dois artigos, olha que chique! O único problema é que o artigo não é como vocês possam imaginar. Pelo contrário, a Nature critica como uma coisa dessa e possível. Mas, claro, né? Eles não moram no Brasil.