Em Aliens, o Resgate, Sigourney Weaver entra em campo para sair na porrada com o bicho-feio-babão. Como "na mão" ela não seria idiota de fazer, ela vem com um exoesqueleto imenso. Isso é recorrente em várias obras de ficção científica e nem é mais tão ficção assim, já que engenheiros japoneses mostraram em 2009 que apetrechos assim são plenamente viáveis (vídeo AQUI).
Isso, por si só, já é algo e tanto, mas sempre queremos coisas melhores. É o natural em termos de evolução do conhecimento. Um exoesqueleto assim é muito útil, mas tem problemas por ser grande e desajeitado. Muito bom para serviço pesado, mas deficiente em termos de sensibilidade. Não seria legal se pudéssemos mover máquinas e sentir o mundo através delas, através do mais importante dos sentidos? Sim, seria e é no que o pesquisador Miguel Nicolelis está avançando, conseguindo que macacos tivessem uma real sensação tátil ao manipular objetos que em fato não existem. Mas hein?

O mundo depois de ontem não é mais o mesmo. Dentre as pessoas mais influentes que apareceram na segunda metade do século XX, Steve Jobs deixou uma marca no mundo e em nossas vidas. Ele foi um dos responsáveis por uma grande revolução que se deu a partir da década de 1970. Ele não usou armas de fogo nem conquistou pessoas ou nações… pelo menos, não da forma que costumamos estudar nos livros de História. A revolução foi no indelével mundo digital.
O cerebelo é uma pequena parte de nosso cérebro. Tão pequena quanto importante. Não é à toa que ele tem este nome, que significa "pequeno cérebro". Sua função primordial é manter nosso sistema de equilíbrio em perfeita ordem, bem como controlar nossos músculos em movimentos voluntários. Assim, o ato de estar digitando estas palavras é prova que meu cerebelo está funcionando maravilhosamente bem, brigado por perguntar.
Eu sei. Alguns idiotas acham que um mínimo de possibilidade demonstra uma impossibilidade. Aquela besteira da falácia de Hoyle não se sustenta já que aviões não se reproduzem e não possuem base química de autossustentação, isto é, não possuem um sistema químico. Ter um sistema químico não garante que você tenha um ser vivo, mas sem um sistema químico, você com certeza não terá um ser vivo. A besteirada de Hoyle esbarra nos limites de vida do ser humano, ridiculamente inferior ao de uma tartaruga. Eu comentei isso na 
Uma das melhores sequências do Exterminador do Futuro 2 é quando um John Connor meio grandinho para quem tem 10 anos tem um, digamos, debate ético com o Schwarza sobre não matar pessoas, em que a máquina dos infernos fica com aquela expressão inexpressiva (mas hein?) perguntando "Why?". Acima dos problemas filosóficos envolvidos, há o problema da linguagem, em que a máquina possui problemas na compreensão da linguagem humana. Isso, não obstante, não é só um problema da relação homem-máquina, mas no modo que máquinas se comunicam entre si.
Num mundo como o nosso, temos acesso (ou quase) em tempo real a tudo que está acontecendo no mundo. Hoje, a informação viaja mais rápido do que a mídia pode registrar e vemos a História se desenrolando, dependendo diretamente do que podemos ter acesso. Levando em conta a velocidade que as redes sociais possuem em transmitir informações e notícias, muitas vezes temos um panorama geopolítico quase simultâneo. A questão é saber se poderíamos prever eventos sociais com a ajuda da computação, registrando num supercomputador todos os dados e informações que estão chegando a cada momento.
Dando uma repassada no insano submundo imundo de Hades chamado Twitter, vi um comentário da
Meu primeiro computador era um 586 — 133MHz, com 8MB de memória e HD de 1 GB. Veio junto um monitor CRT de 14 polegadas (aspas são símbolos normatizados para
Estamos no mundo 2.0, com uma política do século X. Enquanto os sans culottes trabalha dia e noite, a aristocracia precisa estar antenada aos novos modismos. E que modismo melhor seria do que ficar com a bunda pendurada nas malditas redes sociais, falando besteiras? Sendo assim, nada mais natural que os expressivos representantes da massa ignara quererem estar conectados 24/7 no mundo digital; e, para isso, precisam acessar seus Facebooks da vida e seus Twitters. Como são pobres, coitados, precisam ser subsidiados. Resultado? A Assembleia Legislativa de Goiás entrou com uma ordem de licitação para compra de smartphones para dar de presente aos digníssimos deputados.