Eu não gosto de televisão. Nada contra, eu só não aprecio o que é apresentado em maioria. No máximo, eu curto filmes e documentários. Eu ADORO documentários. Vejo de tudo, nem que seja para falar mal depois, frente ao monte de besteiras que são apresentadas (estou olhando para você, Zeitgeist!) Nunca pensei em computadores como ferramentas para aprendizado, apenas. Eu, particularmente, acho que eles mais atrapalham do que ajudam, e isso é devido à mentalidade de alunos e de alguns professores. Como toda ferramenta, o PC pode ter dois usos, e se você acha que ferramentas não inspiram usos errôneos, pergunte ao macaco que descobriu que usar um osso da perna para baixar a porrada nos seus coleguinhas o que ele acha.
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Uma das coisas que eu mais gostava nas histórias do Super-Homem (apesar de eu achá-lo um herói totalmente sem graça, a ponto do Batman ter que meter a porrada no manezão afim de mostrar quem manda na parada) eram os cristais de memória, que serviam como um "pendrive mais estiloso". Eu mesmo queria ter um treco daqueles e achava, em minha tola crendice infantil, que o futuro traria bibliotecas com aquele formato. Tempo passou e o futuro que imaginei não veio… Ou quase.
Eu tenho uma visão romântica sobre o mundo. Acho-o fantástico pelo paradoxo que é sua simplicidade e complexidade que coexistem. A complexidade são as diferentes forças atuantes no planeta, moldando-o sem parar, onde sua topologia muda, ainda que beeeeeem lentamente. A simplicidade é que se trata de apenas um reles planeta terrestre, jogado num canto irrelevante de uma galáxia irrelevante. Se nosso planeta fosse especial de alguma forma, sua destruição seria uma perda para o universo, só que o universo sequer se daria conta disso. Qual importância tem uma coisa que ninguém sentirá falta? Ainda assim, vemos o
O Kinect da Microsoft é uma revolução no mundo dos jogos eletrônicos (no Cet.net não usamos anglicismos desnecessários. Se tu usas, és um idiota!). Se antes usávamos teclados, joysticks (este não tem uma tradução à altura e eu sugiro aportuguesá-lo para jóistique), alavancas e outros tipos de controle, hoje usamos a nós mesmos, coisa que nossos pais, avós e bisavós já faziam em termos de diversão. O próximo passo é facilmente imaginável, mas meio difícil de implantar: usar interfaces homem-máquina, onde nossas mentes se fundiriam a computadores e as ordens seriam transmitidas diretamente aos processadores e os softwares fariam o resto.
Roma pode não ter sido o maior dos impérios, mas foi o mais fantásticos, em minha opinião. Sua sociedade, sua política e até sua religião (e não as da Grécia) são peças que ainda hoje podem ser encontradas na cultura ocidental de hoje. Todo o sistema judiciário brasileiro foi baseado no Direito Romano e não aquela babaquice de não cobiçar a mulher do próximo, como se ela fosse mais um utensílio como gado, terras, casa etc.
Enquanto algumas débeis mentais
A comunicação é uma arte. Foi através dela que formamos famílias, tribos, cidades e impérios, mas pouco usada em comentários de blogs. Fazer-se entender não é tarefa simples. Se fosse, teríamos algo decente nos escritos religiosos e não coisas toscas "abertas à interpretação".
Estamos num mundo 2.0, onde as pessoas querem falar, querem ser mídia, querem ser fonte de conteúdo, querem ser um bando de retardados falando besteira enquanto uma trupe de imbecis batem a cabeça dizendo MUUU-MUUUUUUUU. Este último caso foi propiciado pela versão 3.0 do Orkut: O YouTube. Aliás, se me cabe um comentário, é interessante como todas as coisas que a Google não desenvolveu de início — tendo-as comprado naquela síndrome de novo-rico que compra tudo que vê pela frente — acabaram dando em besteiras. Hoje, não temos mais aqueles horríveis blogs cheios de glitter e GIFs animadas. Me falaram tinha disso no
O ser humano é peculiar em suas ambiguidades e contradições. Trazemos dentro de nós características que agem em conflito em termos lógicos, e nada é mais ilógico que um ser humano, Jim. Grosso modo, queremos algo para nós mas sem desejar que outros o tenham. A privacidade é uma delas e, recentemente, muitas pessoas andaram reclamando pelas interwebs sobre o fato do iOS (sistema operacional dos dispositivos móveis da Apple) guardar informações de seus donos. O Império contra-atacou dizendo que a empresa Google obtém muito mais informações e o próprio Facebook é um deleite para saber da vida alheia. Isso parece ter razão, mas se atentarmos para nosso modo de vida, veremos que é paranoia idiota; pois, se idiota não fosse, paranoia não seria.
Hackers são criaturinhas estranhas. São arredios, extremamente inteligentes, mau-humorados e andam com jalecos amassados… Não, desculpem. estes são os químicos. Hackers usam de caridade cristã e são perfeitos exemplos do amor de Deus sobre a Terra e, por onde passam, aparecem arco-íris, campos verdejantes e unicórnios saltitantes. Em alguns casos, até mesmo estradas de tijolos amarelos. Boiolagem? Não sei, só sei que é isso que dá a entender uma publicação do Império do Mal Vaticaniano.