Imagine você descansando placidamente numa praia, observando as partes hipodérmicas alheias, quando de repente o futuro do passado do fim da humanidade tem início: o Apocalipse Robótico, onde várias criaturas se erguem do mar, com cascos de um brilho baço, murmurando "Morte aos humanos! Morte aos humanos! Morte aos humanos!". Imaginou? Então, vá tomar seu gardenal, essa palhaçada de apocalipse robótico é coisa de gente tosca sem imaginação
Robôs submarinos não são novidade. Mas agora pesquisadores da Suíça, cansados de fazer queijos e chocolates, resolveram construir um robô com características de tartarugas marinhas.
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Desde que eu vi um satélite voando pelo céu pela primeira vez, eu sempre quis ter um. Ao me lembrar do tempo que vi o Sputnik voando pelo céu como um ponto brilhante (acho que entreguei a minha idade), sempre fico pensando se não poderia um satélite meu, só meu, totalmente meu. Nem precisava ter armas atômicas (um simples raio da morte seria o suficiente). Agora, a NASA pesquisa se poderiam usar um smartphone como um satélite. Sonhar demais? Ir à Lua também era.
Carregar informações sempre é trabalhoso. Eu me lembro quando estava na faculdade e tinha que levar cadernos, livros, tabelas, régua, calculadora (sim, já existiam e a minha era uma Cassio FX 82D, que tenho até hoje e funciona) etc. Hoje seria muito mais simples, bastando levar um iPad ou mesmo um smartphone, se bem que ler livros nele é uma porcaria. Informação ocupa espaço, pesa e se você faz backup de tudo o que você tem (e que deveria fazer sempre), sabe a como as coisas vão se acumulando.
Qual a semelhança de uma doença e boatos à solta pela Internet? Como se pode localizar a fonte de difusão em uma rede complexa? Devido ao tamanho enorme de muitas redes reais, como a Internet ou o gráfico social humano, é geralmente impraticável observar o estado de todos os nós de uma rede. Uma pesquisa estuda um algoritmo que visa colocar ordem no galinheiro, digo, ordem na disseminação, tanto de doenças, como de boatos à solta.
Longe de ser alguma espécie de roteiro turístico em países comunistas (ainda existe algum?) ou algum sistema de acompanhantes de nome Stalin Scorts, todo mundo está com curiosidade sobre a
Construir uma casa sempre dá um trabalhão. E já começa no projeto. Pense, então, se um engenheiro sentasse em frente ao seu computador, projetasse toda a casa e ao dar um Ctrl+P, uma casa surgisse. Mágica, feitiçaria? Não, é tecnologia e falo isso sem precisar me vestir de odalisca (para o que muita gente dará graças ao seu deus favorito). Um pesquisador da Universidade do Sul da Califórnia desenvolveu uma técnica em que uma poderosa impressora 3D fabrica toda a casa, praticamente sozinha, desde a fundação até os canos de água e fiação elétrica. Novamente, isso parece coisa de filme, mas é mais real do que você pensa.
O rapaz está sentado à frente do homem poderoso. O homem o olha de alto a baixo, sem falar muito. O rapaz tem à sua frente uma quinquilharia, e o homem poderoso o olha com desdém. O rapaz olha pra quinquilharia com amor, pois fora ele quem o criou, era seu filho. E o Filho daria mais filhos até povoar todo o planeta e até outros planetas. O que o homem poderoso falaria a seguir selaria o destino de bilhões de pessoas em todo mundo, e sua resposta foi um "não". Algo a se comemorar. O rapaz pegou seu filho e foi embora e se você está lendo este texto aí em casa, foi por causa deste "Não", pois o rapaz era Steve Wozniak, o Pai da Microcomputação e a quinquilharia seria o pai de todos os computadores pessoais.
Do Monte Olimpo ouve-se um grito ensurdecedor. A ira de um deus desaba sobre o terreno, pois este não quer ser dominado. O Medo e o Pavor saíram de cena. Os seres humanos, simples mortais, venceram mais uma vez. Os 7 minutos mais aterrorizantes se tornaram 7 horas, 7 dias, 7 anos de louvor à mais poderosa entidade do Universo: 
Pense em todos os materiais que temos atualmente. Parece que chegamos ao máximo da otimização. 100 anos atrás e não teríamos a miríade de fibras, polímeros e ligas que temos hoje. Isso, claro, não é empecilho para se procurar por novos, e melhores, materiais, que sejam mais leves, resistentes, flexíveis e tenazes.