Sim, açúcar ajuda a pensar direito

Pessoal adora culpar coisas com o passar do tempo. Saiu a culpa, acham que é maravilha, para depois colocar a culpa novamente. É tipo o lance do ovo que uma semana faz mal, na seguinte faz bem, na outra faz mal… e assim por diante. O açúcar é outro que oscila entre vilão e mocinho. Alguns dizem que faz as crianças serem hiperativas (o que é mito), além de praticamente causa r a morte prematura (o que é outro mito). Tem quem defenda que pessoas que ingeriram açúcar e foram prestar exames tiveram um desempenho melhor.

Isso é verdade ou mito?

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Artigo 13: O Fim da Internet com YouTubers desesperados e eu rindo muito

Está começando mais um festival de idiotice generalizada. Mais uma vez, youtubeiros estão com ataque de pelanca que o mundo ia acabar, que a Internet como conhecemos não ia mais existir, o leitinho com pêra foi cancelado pela vovó que resolveu sair de casa e puxar ferro na academia etc etc e, claro, etc. O motivo é as normas que a União Europeia meteu e resolveu catar no embalo redes sociais e o YouTube. Ninguém por lá gosta do Google, principalmente em questões envolvendo direitos autorais e violação de privacidade. Os pontos mais polêmicos são os artigos 11 e 13 que, segundo o pessoal chiliquento, vai destruir a Internet. Pessoal deu atenção quando um youtubeiro hipster de Portugal teve ataque de pelanca sem apresentar nenhum argumento e, claro, os indefectíveis palavrões (aqueles que o Google disse que não seriam permitidos no Tubo).

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Sci-Hub enfrenta os terríveis Ivans das editoras científicas

Eu já tinha escrito dois artigos (links no final) sobre a necessidade de acabar com o paywall das pesquisas científicas. Cobra-se um absurdo para ler um artigo, sendo que nadinha é revertido pro pesquisador. É apenas usura das editoras, e cientistas precisam ter seus trabalhos revisados e ter acesso a trabalhos revisados de outrem. Muitos lutaram contra isso, como Aaron Swartz, que derramou zilhões de artigos científicos para a posteridade, fazendo muitos ficarem MUITO irritados. Sua seguidora, a drª Alexandra Elbakyan, meteu o pé na porta e criou o Sci-Hub, uma espécie de fonte underground de periódicos. Você quer? Basta jogar o link que o Sci-Hub te libera o acesso. Isso deu pega-pra-capar e todo mundo saiu caçando o Sci-Hub, que vive trocando de domínio.

Agora, o Sci-Hub tem outro inimigo: a Rússia.

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Partisans do Imposto de Renda caçam ostentadores “pobres”

Eu já tinha dito antes que o Big Brother são seria um mecanismo nefasto de um governo autocrático. Seria cada um de nós, tomando conta de todos os vizinhos. Ninguém estaria seguro e isso por culpa de nós mesmos, colocando toa a nossa vida online. Falam tanto de privacidade, mas colocam de um tudo nos Instagrams, Facebooks e Whatsapp da via. Acham que seu WhatsApp tem camada de criptografia? Sabe onde fica? Nos servidores do WhatsApp, não no seu celular. O celular que você dá o seu número para o contato que quer conversar pelo aplicativo acima. Quem mais quer privacidade é o que mais se expõe, facilitando quem quiser fuçar a sua vida. Sabem quem conta com isso? Dois tipos de criaturas nefastas, vindas das profundezas abissais: bandidos virtuais e agentes do Imposto de Renda.

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FIM DA PRIVACIDADE: Até baleias são espionadas de longe


– Jim…
– Eu sei, Spock, eu sei!

Imaginem que, no atual ritmo, baleias estão caminhando para extinção. Um exemplo seriam as baleias jubarte. Essas gigantes do gênero Megaptera (o mesmo gênero da baleia azul, o maior de todos os seres vivos ainda dando um rolê por aí) são… bem… grandes, né? Além de serem famosas pelo seu canto e sua capacidade de migrar por uma distância de 25 mil quilômetros por ano. A caça comercial de baleias reduziu drasticamente os números de baleias. Os Estados Unidos listaram todas as baleias jubarte como ameaçadas de extinção sob o Ato de Conservação de Espécies Ameaçadas em 1970, e depois sob o Ato de Espécies Ameaçadas em 1973. Atualmente, a população estimada é de cerca de 80.000 espécimes.

Não seria legal poder dar uma olhadinha nelas lá, lá do alto? Tipo, uma nave klingon? Não? Bem, não importa, senhores. Nós temos a tecnologia.

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E o que ia acontecer aconteceu

Hoje é um dia importante na minha vida. Não sei se é tanto para vocês, mas pra mim é. É um dia que em meu coração ficou como um marco, um divisor de águas. Quando antes era tudo trevas, a iluminação chegou e vimos que nossas vidas, apesar de tantas mazelas, tantas desgraças, tantas desavenças, tanto disse-me-disse, tanto governo que mal se importa com o que é realmente importante, no dia de hoje ficou marcado como um ponto que a linha temporal mudou e tudo se tornou mais claro, mas lindo, mas perfeito.

De tudo e por tudo, com tantos xingamentos e ameaças, com tanta gente vindo me xingar pelo modo como me posiciono (ameaças sérias; de morte, inclusive!), não há mais como voltar. É isso aí, é definitivo. Só tenho que dizer que as crônicas estavam erradas e o inexorável aconteceu.

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Pesquisa procura diferenciar expressões de dor e orgasmo

Todo dia eu vejo pesquisas que são candidatas ao IgNobel. Algumas mais outras menos. Gosto de ler sobre todas elas por saber que são pesquisas reais e até mesmo importantes, mas ainda assim são inusitadas. Imagine que alguns pesquisadores resolveram estudar a feição das pessoas durante um orgasmo; mas não é apenas isso. Traçaram um paralelo com as feições de quando sentem dores, e compararam diversas etnias para saber como cada uma responde.

Na versão TL;DR, ocidentais arregalam os olhos e abrem a boca, enquanto que orientais terminam com um sorrisinho maroto. Mas você não vai ficar só no resumo TL;DR, né?

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Pesquisadores criam robô cheio de pernas para entrar em você e levar coisinhas que você precisa

Volta e meia alguém aparece com um robô novo. Não-raro, eles são bioinspirados, o que faz muito sentido, já que a Seleção Natural vem testando os formatos que funcionam, descartando os seres vivos que não dispõem de formas capazes a garantir a sua sobrevivência. Alguns projetos são de robôs-cobra, outros de robô-peixe e até robô-dinossauro. Poucos exploram um formato de artrópodes, ainda mais quando eles possuem muitas pernas. Nisso, a City University os Hong Kong (doravante chamada de CityU) promete ser diferente ccom oque eu chamo de robô-lacraia (vai, robô-lacraia! vai, robô-lacraia!)

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Need for Speed para cirurgiões. Eu quero brincar com um!

Não é de hoje que simuladores cirúrgicos existem. Em 2013, testaram até com o recém-nascido e recém-morrido Google Glass. Em 2002, dezesseis residentes cirúrgicos tiveram as capacidades psicomotoras de base avaliadas e foram randomizados para treinamento de Realidade Virtual até que os níveis de critério de especialistas estabelecidos por laparoscopistas experientes fossem alcançados. A dissecção da vesícula biliar foi 29% mais rápida para residentes treinados em sistemas de Realidade Virtual.

Agora a empresa FundamentalVR, sediada em Londres, Reino Unido, está lançando nos Estados Unidos seu simulador cirúrgico de realidade virtual cvhamado Fundamental Surgery. O sistema usa controladores de feedback tátil para manipular objetos no mundo virtual. Isso dá ao usuário a capacidade de tocar o que parece ser objetos físicos, tendo a resposta sensorial adequada. Muita ficção científica pra você? Não, é realidade, mesmo!

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Como fazer seu canal no YouTube explodir em visitações

Por mais que as pessoas reclamem do YouTube, já que ele é um sacana e fica arrumando história com muita gente, o que é verdade, é fato que muitas pessoas não entendem o YouTube, não compreendem o conceito de métrica, não fazem a menor ideia como ele ganha dinheiro e nem seus interesses. Acham que há um grande complô para não mostrar seus conteúdos ao público que gostariam, quando a verdade é que o Tubo gosta de mostrar suas propagandas e se seu vídeo não apareceu para certas pessoas, é porque estas pessoas não demonstram interesse pelo que você tem a dizer. Não seria então, o caso de fazer vídeos que fossem atraentes?

Pois bem, aqui eu dou dicas de como aumentar a visitação  do seu canal.

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