Eu sou um monstro, um sádico imundo e sem ética, pois adoro não posso ver pedaços de vaquinhas que vou logo nas carnes. Coimo todo ser humano normal, digo, onívoro, eu adoro uma maminha, uma chuleta e um filé mignon, coisa que os pobres coitados dos vegans, dados os seus bolsos vazios, não podem usufruir, pois a grana fica apertada já que eles não ingeriram vitaminas e aminoácidos necessários para o desenvolvimento cerebral, o que os deixou incapazes de arrumar empregos decentes. Bom, sempre há o caso de irem na churrascada do vizinho, onde comerão escondido, enquanto tentam te convencer a fazer rituais báquicos com cenouras, pepinos e outros vegetais de duplo sentido.
Como todo religioso fundamentalista, os "éticos" vegans não desdenham de lhe mostrar como facínora vagabundo que você é. Vegans pensam melhor, trepam melhor e fazem merda melhor (sim, já vi vegan dizer que o cocozinho deles é mais cheiroso). Um casal vegan mostrou o quanto são sérios e responsáveis ao terem deixado sua filha de 11 meses morrer de inanição, pois só queriam alimentá-la com aquelas besteiras ridículas em prol dos pandinhas.
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Se já não bastava sermos induzidos a ficar no meio do escuro (pronto, serei processado por racismo), durante a
O mundo é repleto das mais variadas categorias religiosas. Junto com as religiões confessionais e não-confessionais, o mundo pós-moderno nos trouxe outras pragas: o Politicamente Correto, o Veganismo e a onda Eco-Chata. Juntos, eles estão destruindo o mundo (ironia, não?) e nos levarão para o Inferno, onde apenas beberemos águas mágicas, nos vestiremos de branco e economizaremos luz, além de nos matar de trabalhar em prol do próximo, não teremos nada em troca e sem ganhar um centavo por isso. Resumindo, nós iremos morar em Nosso Lar.
Uma pesquisa publicada esta semana sugere que em 9 nações desenvolvidas há uma forte tendência de se abandonar as religiões. Os países apontados como sendo palco de tais previsões seriam a Austrália, Áustria, Canadá, República Checa, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia e Suíça. De acordo com as análises dos dados colhidos pelos censos desde o século XIX, há uma grande tendência em que haja aumento no número de pessoas que afirmam não ter religião. Mas as coisas podem não ser tão simples quando as manchetes sensacionalistas de jornais fazem crer.
Infância é uma época difícil. Tudo assusta, tudo me dá medo e qualquer coisinha traz um problema generalizado no controle intestinal. Depois, vem a adolescência, onde tudo é revolta, tudo é motivo para ficar sapateando, achando que o mundo está se importando com suas imundas existências. Então, chega a idade adulta e você percebe que o mundo é uma merda mesmo e pára de se importar com coisas ridículas (e até mesmo com acordos ortográficos).
Eu sempre achei a Itália um país pra lá de bizarro. A insanidade corre solta, a ponto de ter um enclave de outro país sangrando suas entranhas. Obviamente, invadir este paisinho ridículo daria pano pra manga. Líbia? Quem se importa com a Líbia? Dessa forma, a Itália lida com suas esquisitices de forma bem estranha, pois lá não tem apenas Sexta Insana, a semana toda é insana. Que o diga o meritíssimo sr. juiz Luigi Tosti. Ele foi exonerado, chutado, expulso e o chamaram de cornuto. Tudo por que o nobilíssimo senhor ex-juiz não quis ter um crucifixo, uma ode ao mau gosto sado-maso, em em nenhum lugar do seu tribunal.
Sim, faz muito tempo que não posto nada na sua coluna favorita. Mas isso não significa que os retardados imbeciloides estavam quietos. Ah, não senhor! O pessoalzinho não se furta a escrever bobagens, eu que estava meio que com preguiça. Mas, não se preocupem. VdA volta para seu entretenimento e o desprazer de ter a certeza de como existe gente burra, tosca, idiota e completamentE ignorante. Sendo assim, esta é a sua, só sua, sempre sua… VOZ DOS ALIENADOS!
Um vento frio começou a soprar do Leste. Luzes vidas do céu iluminam a escuridão. De Isengard vem um som maquiavélico – TUM TUM TUM TUM TUM – e Fangorn olha inquisitivo, enquanto elfos sentem um assombro em meio aos wookies. Hobbits se escondem e o Povo da Areia fica observando. Os faróis de Minas Tirith pedem ajuda aos Padawans hospedados em Naboo, enquanto os cavaleiros de Rohan soam suas trombetas. Os Homens do Oeste desembainham suas espadas enquanto Coruscant envia uma tropa de Jedis. Sauron gargalha e o Imperador Palpatine esfrega as mãos. Mais uma vez, o reinado do Rei está em perigo.
A vida humana está associada a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais, tais como o ano e o dia que permitiram a elaboração dos calendários civis e religiosos, onde as grandes festas universais, como a Páscoa, o Natal etc., constituem lembranças astronômicas de grande importância histórica e econômica para a época em que foram instituídas. Muitas dessas tradições de origem pagã foram absorvidas pelas religiões atuais do mundo ocidental. A grande maioria dos foliões do nosso carnaval, ao se divertir, não sabe que estará inconscientemente fazendo apelo a uma reminiscência astronômica de origem solar.
Silas Malafaia é um ícone e um verdadeiro exemplo entre o meio religioso. Mesmo porque, um exemplo não precisa ser um bom exemplo e ele é uma figura unificadora entre ateus, agnósticos, céticos em geral e muitos religiosos (cristãos, muita das vezes), onde todos os supracitados possuem uma séria reserva quanto à idoneidade dele (aka, o acham um safado aproveitador, homofóbico e pilantra). Outro ponto em comum é que o acham certo ao falar das mazelas da IURD, o que acaba sendo um delicioso paradoxo, mas o mundo é assim mesmo.