A essa altura do campeonato, vocês já sabem que os mineiros chilenos cansaram de ficar comendo em silêncio e conseguiram sair do buraco (algo no Chile conseguiu sair do buraco. Impressionante!), após ficarem 2 meses brincando de reality show nas profundas da Terra, onde dormia todo mundo junto (no edredom?), mostrando ideais socialistas, enquanto que a imprensa golpista, motivada pelos porcos burgueses, queria acabar com isso, tirando-os de dentro do paraíso proletário. Temos que nos revoltar contra isso, companheiro! A Veja não pode mais continuar mandando nas nações latino-americanas. Chamem o Chê! Fidel! O Plínio! A luta continua!
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Ei-nos aqui, em mais uma amostra de como as pessoas são civilizadas, maduras e totalmente capazes de aceitar diálogos e debater de forma educada, gentil e totalmente abertas por ouvir a opinião alheia. Ficamos emocionados quando vemos como as pessoas aceitam opiniões dos outros, ainda mais quando a questão é religião e política. O problema é que acham que um é a mesma coisa que o outro, e defendem com cascos e dentes sua posição. O Voz dos Alienados dessa semana é em homenagem ao Guz, que fez o favor de colocar um artigo, fazendo com que vários imbecis venham ME xingar, não só no twitter, como por e-mail e nos comentários também. Valeu, Guz! ¬¬’
Na verdade, não achei um título adequado para a estupidez extrema que eu sou obrigado a presenciar em certos casos. Não, sério! Tem hora que eu penso que estou vivendo num imenso Voz dos Alienados em 3D, Kinoplex e injeção eletrônica nos freios radiais e tanque de combustível disco (ou algo parecido). A burrice nata de muitas pessoas, aliadas a uma pareidolia auto-impingida, proporciona situações em que não se consegue externar um facepalm na língua dos homens, dos elfos ou da tia que mora no apartamento em frente. Foi o caso da Coca-cola Satanista.
Ladies and Gentlemen! We are proud to present… [tecla SAP ligada] o maior torneio de todos os tempos! Deuses de todos os lugares, de todos os povos, de todas as nações irão se enfrentar! Diversos poderes entre os Céus e a Terra irão medir-se num combate colossal! Bem, amigos do Ceti.net, acomodem-se em suas poltronas, pois a peleja vai começar.
Saiu esta semana uma notícia imbecil sobre uma pesquisa idiota, conduzida por dois retardados. Eu sinceramente nunca entendi a ânsia de tentar provar que a bobajada do Êxodo é verdade. Pior que isso, só tentar provar que houve um dilúvio global de proporções rolandemmerichianas. As duas “estrelas” conseguiram traçar um cenário que eles consideram “relativamente próximo” ao besteirol descrito no Êxodo, onde Moisés — o maior corretor de imóveis da História — carregou consigo um mundaréu de gente, levando-os para saracotear por 40 anos no deserto só para verem um terreno. Como sempre, fato e ficção entram em choque. De um lado, Ovelhinhas do Senhor adentram ao ringue; do outro, os Jedis do Ceticismo.net. FIGHT!
Bem-vindos, ó mortais! Bem-vindos! Sejais bem-vindos ao meu reino. O Reino do Terror no qual eu serei o imperador supremo, pois meu nome é a lança que ferirá os ímpios. Minha língua será o chicote que acicatará aqueles que não se ajoelharem a mim, pois eu sou a Morte, a Destruidora de Mundos!
Um dos mais discutidos temas das religiões é o que trata das decisões de Deus e nosso papel enquanto humanos. Qual o grau de liberdade que temos? Podemos fazer qualquer coisa que tenhamos vontade? A vontade suprema reina sobre nós? Mas qual vontade é essa que ninguém apareceu? Muitos se dizem emissários de um deus único e que todos os demais são falsos. Como saber Qual é o verdadeiro deus? Como agir segundo as normas dele? Mas ele nos deu a liberdade de escolhermos as coisas, porque ele nos pune por coisas que não sabemos, já que ninguém nos avisou? Neste artigo eu demonstro que o conceito de livre arbítrio não existe no mundo religioso e a verdadeira liberdade só existe quando nenhum tirano nos impõe regras e, pior, nos pune por coisas que nem sabíamos existir.
Convenhamos, tudo mundo sabe que brasileiros são considerados o povo mais mal-educado do mundo. Aonde quer que vão, larga maioria acha que pode fazer nos outros países o que fazem aqui, como cuspir na rua, atravessar fora do sinal, ofender motoristas (e pedestres), criar algazarra e coisas do tipo. Isso implica que o restante dos brasileiros já chegam nesses lugares tendo má fama. Na Espanha, por exemplo, mulheres brasileiras já chegam com a (má) fama de serem prostitutas. Sério! Uma amiga minha foi fazer um curso lá e quando o taxista perguntou se ela era brasileira e ela assentiu, ele perguntou logo quanto era o programa. Quando você tem enraizado aquele minúsculo gene fator M (o gene responsável por fazer merda), você se torna daqueles chatos que batem à sua porta às 7 da manhã de um domingo para lhe converter nas palavras de Jesus, nóssinhô. Já é um estorvo aqui e, para piorar, ainda há rematados tolos que viajam a outros países e “pensam” (modo de falar) que podem fazer a mesma coisa. Só que as coisas frequentemente não saem como planejadas.