Nada pior que fanatismo, que leva a atos absurdos e insanos. Um exemplo disso aconteceu no Japão, em 20 de março de 1995, no que ficou conhecido como Ataque ao Metrô de Tóquio. O motivo do atentado? Não foi por fronteiras ou por libertação de presos políticos. Simplesmente por causa de religião, aquela coisa que religiosos dizem ser muito importante para fazer as pessoas mais éticas, sem a qual cairíamos na barbárie.
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Desde muito tempo as pessoas veem coisas “aparecerem”. Monstros, discos voadores, Jesus, santos, monstros marinhos, Nossa Senhora etc. Curiosamente, sempre uns poucos, nunca em grande multidão, são capazes de ver com nitidez. A multidão? Veem flashes e luzes que são facilmente explicáveis em temos de eventos atmosféricos. Virgem Maria nunca aparece no meio do campo no final da Copa do Mundo. Os relatos de aparições são toscos e confusos e no século XXI, o máximo de aparição que se consegue filmar é uma ventania.
O Brasil é um país tão tosco de ridículo que aceita cartas que alegam serem psicografadas como evidência em tribunais. Funciona assim: você precisa tirar o vagabundo assassino que é seu cliente de detrás das grades. Você aparece com uma carta tirada do reto alegando que foi psicografada por um médium com pão e manteiga, no qual o defunto relata que o seu cliente é inocente e quem o matou foi outra pessoa. Todo mundo saca que é falso, exceto o júri, que é composto pelo populacho que acredita que um biscoito de farinha sem graça vira Jesus e um prato de barro com pipoca tem poderes mágicos. Há grande chance do seu cliente se safar.
Kauã e Joaquim eram irmãos. Tinham seis e três anos, respectivamente. Tinham! Suas longevidades não foram longas, já que eles morreram carbonizados em um incêndio em 21 de abril deste ano. Trágico? É pior do que você pensa. Tão pior que os pais estão sendo investigados. Motivo? Se beneficiarem da morte dos filhos para ascender socialmente dentro da igreja.
Religiosos são estranhos. Eles vibram, torcem, fazem e tudo para que um evento catastrófico destrua o mundo. Podem reparar, eles chegam a ficar com os olhinhos brilhando ao dizerem que o mundo vai acabar e todas as pessoas irão sofrer e morrer e acabar no inferno da maneira mais horrorosa possível.
Nem todo mundo sabe tudo. Na verdade, ninguém sabe tudo, pois todos os dias sempre tem algo aparecendo que nos faz querer saber mais. O não saber nunca foi problema na humanidade. Você ignorar um determinado tempo pode fazê-lo querer se aprofundar mais, investigar, perguntar a especialistas. Agora, tem o lado nocivo: os que não sabem e não querem aprender, impondo suas opiniões sem embasamento nenhum. Se recusam que você ensinem e lhe ameaçam.
Essa é uma história de amor, mas de tragédia. Um amor impossível. Um amor que não poderia acontecer. Um amor proibido por duas famílias rivais. Um amor entre uma adolescente e um homem mais velho, que gerou uma criança que virou palco de discórdia e uma quase tragédia. Não, não foi Sófocles, Shakespeare ou mesmo Nelson Rodrigues. É a história da menina indígena que teve filho indígena de outro indígena, mas um indígena da tribo errada. O bebê, fruto deste enlace, foi enterrado vivo pela avó e bisavó da criança.
Muito bem, chegou o momento. Sinto muito mas alguém tem que dizer logo de uma vez: seu deus não existe! Não, não adianta me xingar. Aceite que dói menos. Seu deus é uma fábula, uma historinha sem pé nem cabeça, um mito criado por pessoas fracas que precisam dar um sentido às suas vidas miseráveis. Pois é, eu sei que é triste. MAS CALMA! Nem tudo está perdido! Sabem quem é o verdadeiro Deus? EU! Sim, eu!
Docho Eshete era um pastor, servo de Nosso Senhor Jesus. Era um bom homem, um homem de fé e princípios. Ele acreditava nos poderes por ter renascido, estava remido no sangue de Cristo Jesus. Pastor Docho conduzia uma cerimônia de batismo no Lago Abaya, na cidade de Arba Minch, no sul da Etiópia, para 80 pessoas. Pastor Docho era um cara legal e estava lá, pronto para o renascimento de seus irmãos, para que, um dia, eles fossem batizados pelo Espírito Santo de Deus.