Dando um giro pelo mundo e encontramos direto da Polônia, com sugestão do nosso espião, o Sabino: Algumas pegadas fossilizadas de 395 milhões de anos foram descobertas na Polônia, pertencentes a um animal vertebrado com membros em vez de aletas emparelhadas (o chamado tetrápode). 00-à-esquerda sabe que muitos criaBURRIcionistas usarão isso para desmentir a Evolução, coitados. Por isso, ele insistiu que eu explicasse o que diabos significam aquelas pegadas.
Ao contrário do que possam pensar, a descoberta coloca mais uma informação no cenário da Evolução, já que questiona a origem dos vertebrados terrestres, onde os fósseis encontrados até agora são de 18 milhões de anos. Isso significa dizer que temos não uma falha da Evolução (lamento, ela está mais do que provada em campo, in vitro e in silico), mas algo que a comprova como fato de MUITOS milhões de anos ANTES do que supunhamos. Assim, se você é mais um que acredita na Terra Nova (aquela bobagem da Terra possuir só 6000 anos), lamento, mas não muito. Mais foi mais uma pá de cal em seus sonhos. ;) Continuar lendo “Pegadas de milhões de anos questionam atual processo evolutivo dos tetrápodes”

Os sinais geológicos de extinções em massa são muito distintos: a foto ao lado mostra a marcação geológica que ilustra o período onde ocorreu a famosa extinção Cretáceo-Terciária, também chamada Extinção KT, onde a letra “K” é a inicial da palavra alemã “Kreide” que significa “giz”, e descreve a camada sedimentária de calcário proveniente daquela época, enquanto que a letra “T” representa “terciário”, o período geológico seguinte.
Dinossauros sempre atraíram a atenção das pessoas. Se formos parar para pensar, realmente deveriam ser algo ímpar de se ver, tirando o fato que um T-Rex com fome não seria algo tão legal de se ter por perto. Ainda assim, foram criaturas maravilhosas, quase saída de um livro de contos-de-fadas, que nem unicórnios, dragões voadores, monstros marinhos, áspides e baleias capazes de engolir gente.
O archaeopteryx sempre foi uma pedra no sapato dos pobres coitados que acham que o mundo veio do nada, onde as plantas apareceram antes do Sol e das estrelas. Ele foi até taxado como sendo uma fraude, mas como sempre, estavam errados. Ele é real, ele existe e foi um marco na história biológica, pois foi um dos primeiros fósseis intermediários encontrados, logo após a publicação da Origem das Espécies, de tio Darwin. Talvez, por isso, tenha havido um certo ceticismo sobre sua veracidade, mas exames e análises determinaram sua autenticidade.
Ao longo de sua vida, Charles Darwin se cercou de flores. Aos 10 anos, ele anotou todas as vezes que uma peônia nasceu no jardim de seu pai. Quando comprou uma casa para criar sua própria família, transformou o quintal numa estação de campo botânica, onde realizou experimentos com flores até sua morte. Porém, apesar de sua íntima familiaridade com as flores, o cientista certa vez escreveu que a evolução delas era um “abominável mistério”.
Adoro boas notícias para o fim-de-semana. Ainda mais quando uma dessas notícias vai deixar um bocado de gente com uma azia atômica! Quem traz esta notícia são nossos amigos de olhinhos puxados, que apresentaram o fóssil mais antigo que de um dinossauro com penas, fazendo com que o Archaeopteryx se torne um menininho, pois o fóssil do Anchiornis huxleyi foi datado como 150 milhões de anos.
Os trovões soam ao longe. Raios cruzam o céu. O ruído do martelo reverbera sobre a existência e a confluência astral denota que algo está para acontecer. Os nativos correm para adorar os seres supremos, pois é chegada a hora em que os Sábios Senhores do Ceticismo.net farão seu pronunciamento!
Uma grande pergunta, e até agora não respondida, no decorrer da evolução humana é quando os humanos modernos começaram a se expandir pelo mundo. O crescimento demográfico estava associado com a invenção de determinadas tecnologias em particular? Ou as inovações comportamentais por caçadores-coletores no último Pleistoceno, com o início da agricultura durante o Neolítico?
Um dos maiores sonhos dos escritores de Ficção Científica pode estar mais perto de se tornar realidade do que pensavam! Um cérebro humano artificial pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, segundo Henry Markram, um proeminente cientista sul-africano.