No doce e amoroso mundo religioso, ciosos das palavras cândidas do Sermão da Montanha, vemos como o lindo amor cristão na paz do Senhor Jesus Jóquei de Jegue esquece do que está escrito no Evangelho de Mateus. Quando Uruk-Hais se encontram com os Haradrim o resultado é catastrófico. Elefantes-guerreiros e antas atoleimadas saem na porrada; e foi isso que aconteceu ontem, em Sapucaia do Sul, no Rio Grande, tchê. Um bando de Ovelhinhas do Senhor viram os bodinhos de Oxalá* arriando um despachinho básico, na santa paz de Iansã e resolveram partir pra porrada. Resultado: um deles foi morto a facada.
Arriando um ebó atômico com as loucuras do mundo, esta é sua SEXTA INSANA!
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Volta e meia sempre acontece de nos lembrarmos de algo e ficarmos com um gosto amargo de não poder ter este algo novamente. Entretanto, ainda conseguimos resgatar pérolas, nem que seja de ostras bem escondidas. Foi mais ou menos o que aconteceu esta semana. Estava conversando com uma amiga minha e mencionei sobre uma série que assisti lá pro final dos anos 90 (o que para a maioria das pessoas significa a pré-história), que era apresentada às segundas-feira, na TV Educativa do Rio, vulgarmente conhecida como TVE. Era uma série apresentada pelo historiador James Burke. O nome do programa era Conexões (
Alguns caras possuem uma capacidade para a neurose em níveis estratosféricos. A falta de amor e carinho de seres de carne e osso (nem que seja um hamster) leva-os ao desespero. Obviamente, tal qual a piada, essa “gente” não tem aquário em casa. Eu até acharia lamentável, mas se não fosse por isso, não teríamos a Voz dos Alienados. Outrossim, a Voz dos Alienados serve para ajudar aos pobres coitados. É como se consultar com um psicólogo: não resolve o seu problema mas você se sente feliz pois acha que alguém se importa com sua vida medíocre. A diferença é que aqui postamos de graça, enquanto que psicólogos cobram para você se sentir um idiota. Aqui não é preciso: você, imbecilóide, prova por si mesmo o quão idiota é e nós batemos palmas para você dançar.
Abriram os portões da insanidade nesta semana. O mundo surta e fica mais biruta do que já é. Que nerds esquizofrênicos piram na batatinha e esquecem do mundo quando estão jogando, é público e notório; mas parece que isso não é louco o suficiente. Uma moradora do norte do estado norte-americano da Flórida, pôde demonstrar ser totalmente idiota ao matar seu próprio bebê. Não por um acesso de ciúme ou ataque de pelanca. Simplesmente, o bebê estava chorando no exato momento em que ela jogava Farmville
Antes de nossos pais, avós, bisavós e do seu antepassado mais antigo do qual você se lembra, a ciência islâmica já dominava o mundo, da Ásia Central à Europa ocidental. Aqui contaremos um pouco sobre como os desbravadores do pensamento científico moldaram nosso mundo e como sua influência não é apenas a pedra basilar de tudo o que sabemos hoje. É simplesmente MUITO MAIS!
Estamos de volta ao ridículo mundo da pseudoeducação, onde vagabundos fazem o que querem, pessoas inocentes acabam agredidas e os psicopedarretardados acham tudo lindo e maravilhoso, que nem no filme da Mary Poppins. A camarilha do politicamente correto não consegue ver o mundo verdadeiro, ficando numa ideia idílica que as pobres criancinhas são delicadas e boazinhas, como se estivessem morando na Suíça. Daí, sobra que me mandam notícias sobre como a camarilha está errada e o mundo continua sendo o que sempre foi… infelizmente, e sem esperança de mudar. Se bem que pode mudar para pior, e é o que temos quando diretores de colégios são agredidos a pedrada (coisa que eu já tive vontade de fazer com o diretor de onde trabalhei, mas eu ainda sou civilizado) e universiotários decidem fazer Rodeios de Gordas.
Medo é uma excelente ferramenta. Ele nos protege de ter ideias idiotas, como chegar perto de um PM e xingá-lo. Melhor fazer pelo twitter. Também faz as pessoas agirem feito imbecis, se a notocorda entrar em surto. Foi mais ou menos isso que aconteceu em Versailles… o subúrbio e não o palácio. Quando um bando de toscos viram o que se achou ser o Diabo, Rabudão, Capeta, Tinhoso, Pé-de-Bode, Bicho-Feio, Satã ou algo parecido com a minha sogra, 11 “brilhantes” parisienses resolveram morrer a perder a alma e saltaram pela janela de um apartamento no 2º andar.
Como todas as doenças, o autismo é algo que as pessoas esperam encontrar nos filhos dos outros. Nunca nos próprios. É uma desordem neurológica, quando os neurônios-espelho surtam e o resultado nunca é o mesmo. Sim, há diversos níveis de autistas e nem sempre é como o Rain Man. Nos EUA, a prevalência do autismo se dá em
Dependência química é algo sério e gera controvérsias. De um lado, gente que acha que eles alimentam o tráfico (e isso antes das antológicas frases do Cap. Nascimento) e, por isso, merecem ir em cana também. Do outro, gente que acha que essas criaturinhas sensíveis são o reflexo de nossa sociedade doentia e merecem todo amor, carinho e atenção. Um doce para quem adivinhar para qual lado eu estou inclinado.