Moto perpétuo já era algo tão idiota no tempo de Isaac Newton que o mesmo disse com sarcasmo over 9000 que era o mesmo que tirar algo de coisa alguma. Estes projetos mirabolantes são fantásticos de tão criativos, mas a realidade fala mais alto. A maldita realidade… Eu mesmo, do alto de meus 15 anos, criei uma bicicleta que tinha um motor elétrico acoplado a um dínamo, que gerava energia pro próprio motor. O chato do meu pai me explicou sobre as Leis da Termodinâmica e fez meu sonho de ficar milionário ir pro esgoto.
O filme a seguir é uma brincadeira (pelo menos, eu penso assim), onde o camarada constrói vários motos perpétuos, segundo o projeto de seus idealizadores. Vale a pena dar uma olhada.
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Vi um vídeo muito legal esses dias. Eram gotas de água flutuando, e não, não estavam na ISS. Elas estavam aqui, na Terra, sob a ação da poderosa (e pequena) força da Gravidade. Não que alguém tenha feito magia, arriado despacho ou evocado o poder dos Valar. É Física. Pura e simples Física, onde a Acústica, uma ciência do barulho que vai animar suas tardes e fazer você se emocionar.
Tutancâmon é o egípcio mais famoso. Depois dele só o Yul Brynner, digo, Ramsés II. Ramsés está mais para um Stallone, já que saiu na porrada com os hititas e foi chefiando o exército egípcio na Batalha de Kadesh (que na verdade acabou no 0 x 0, mas cada povo alegou que tinha saído vitorioso, provando que marketing político não é coisa recente). Tut está mais pro Justin Bieber ou algum ex-BBB. Ficou famoso, ninguém sabe ao certo como e o pessoal tá doido pra ver o cadáver.
Ok, Colombo achava que a Terra era redonda feito melão, enquanto a ideia reinante era que o planetinha azul estava mais para ter formato de pizza. Só que Colombo estava meio equivocado, mas nem era culpa dele; seu raciocínio era primoroso (apesar de não ter sido o único a pensar assim). Hoje sabemos que a Terra tem um formato todo especial. Ela é um elipsoide, sendo achatada nos polos e mais "larguinha" na linha do equador.
De todas as criaturas não-evoluídas da face da Terra, Criacionistas da Terra Jovem estão entre as mais baixas, perdendo até mesmo para as Archaeas. Eles simplesmente acham, bem, ninguém dá ideia a eles, nem mesmo outros criacionistas (não que estes últimos ganhem das Archaeas). As explicações mirabolantes para “provar” que o planeta tem 6000 anos fica entre o lamentável e o “tu tá de sacanagem, né?”.
Claro que num site de divulgação científica, o único M16 digno de ser mencionado é a famosa nebulosa da Águia, também chamada de Pilares da Criação, por causa das imensas colunas de gases que se erguem, onde estrelas como o nosso Sol são formadas. Trata-se de um maravilhoso berçário, onde o choro é substituído pelo som inexistente de toneladas e mais toneladas de hidrogênio sofrendo fusão nuclear e gerando outros materiais.
Eu conheço um lugar onde o Sol nunca se põe. É uma montanha que fica na Lua. É tão alta que, mesmo que a Lua gire, a luz do dia nunca se apaga. Eu conheço um lugar em que o Sol nunca brilha: Fica nas profundezas do oceano. Uma fenda na crosta onde substâncias químicas escapam e o calor faz com que a água quase atinja 100 ºC. Isso mataria uma pessoa instantaneamente, mas existem criaturas lá, extremófilos, que conseguem sobreviver. Eles se alimentam de enxofre que vem da fenda, metabolizando e excretando ácido sulfúrico.
Tá chegando o verão, o calor no coração. Essa magia colorida mostra que estaremos sem gelo na vida. Pelo menos, no que diz respeito ao Ártico, onde é verão, caso não saibam. Não estamos na transição outono/inverno em todo planeta. E se você achava que a temperatura anda bem, obrigado, acho melhor rever seus conceitos, pois aquela velha ladainha que o gelo dos polos está aumentando, sinto muito, mas alguém aí precisa se informar mais.
Uma das maiores dissipações de energia da Natureza, e muitas vezes de forma violenta, são os vulcões. Se você estudou uma quinta série (6º ano) decente, você sabe que vulcões agem como verdadeiras válvulas de pressão, recobrando o equilíbrio isostático do manto. Essas "válvulas", muitas vezes, explodem de maneira fantasticamente destrutiva, levando consigo tudo oque tiver no seu raio de ação, lançando rochas derretidas a altíssimas temperaturas, fluxos piroclásticos, cinzas e toneladas de dor, morte e destruição.
A série Grandes Nomes da Ciência traz relatos de cientistas esquecidos, ou de "cientistas" que trazem conhecimento mediante seus próprios meios. Desde meninas curiosas até múmias, desde escritores a macacos, desde meninos pobres, mas curiosos, até programas televisivos, pessoas trazendo o saber e desenvolvendo o mundo, fazendo-o ter um pouco mais de sentido sempre foram importantes na humanidade, apesar dessa mesma humanidade sequer saber disso. Aqui temos a relação de cada um dos grandes nomes da ciência que fizeram a diferença no mundo… ou nem tanto assim.