O NORAD é um importantíssimo centro de defesa estratégica aero-espacial mantido pelos EUA e o Canadá. Sua sigla significa North American Aerospace Defense Command. Ele foi criado com a sigla CONAD (Continental Air Defense Command) e sua missão era estar a postos para impedir um ataque aéreo por parte da extinta União Soviética; hoje, eles cuidam para que nenhum ataque hostil à América do Norte (o México não conta, como sempre). Sua base, na montanha Cheyenne, fica de guarda 24 horas por dia, 7 dias por semana e qualquer ameaça vinda do céu ou do Espaço diz respeito a eles (mas só à América do Norte, os “favelados” que se virem).
O SAC (Comando Aéreo Estratégico), responsável por entrar em ação e limpar a sujeira recebe ordens direto do NORAD. E daí? Daí que aconteceu um clima de tensão durante a época de Natal, no longínquo ano de 1955, onde o Comandante-em-Chefe (ou CIC, como costumam chamar), coronel Harry Shoup, viu seu pior pesadelo surgir sob a forma de um toque de telefone: era o telefone vermelho! Somente o presidente Dwight Eisenhower sabia o número, e se o Presidente estava ligando, a merda tava feita e era bom preparar os Minutemans para esquentar. Só que era uma garotinha. Continuar lendo “Feliz Natal!”

Pela foto aí ao lado, você pode até estar pensando que o pobre patinho está morrendo à míngua, com suas tripas expostas ao vento, morrendo de uma forma brutal. Na verdade, não. Aquilo que você está vendo ali esticado não tem nada a ver com os intestinos, é o pênis do dito pato.
Há muito tempo os engenheiros têm buscado na natureza pistas que os ajudem a construir robôs que se movam com algo parecido com a graça dos seres vivos. Apesar do uso de metal rígido e partes plásticas geralmente resultar em movimentos duros e mecânicos, uma equipe do Massachusetts Institute of Technology (MIT) está fazendo experiências com o uso de um único pedaço flexível de polímero de silicone e uretano para criar peixes robóticos que deslizem suavemente pela água como os de verdade.
Uma das coisas que eu sempre admirei nos Papas é aquela roupinha estilosa deles. Isso e mais a montoeira de ouro, diamantes, pedras preciosas e semi-preciosas, o infinito acervo das mais famosas – e absurdamente caras – obras de arte, bem como a vastidão de livros e documentos encerrados nos Arquivos Secretos do Vaticano. Obras que nenhum mortal viu ou verá, só porque alguns daqueles textos são embaraçosos demais para a Santa madre Igreja Chatólica Romana.
Dislexia é normalmente caracterizada pela dificuldade na aprendizagem da decodificação das palavras, na leitura precisa e fluente e na fala. em outras palavras, uma pessoa dislexa tem um probleminha na hora de se comunicar, pois muito dificilmente relaciona o som de certas palavras com sua grafia, ou na ordem em que as letras vêm expressas. Para um dislexo, “abóbora” e “abóroba” são a mesma coisa, em termos de escrita. Isso não tem nada a ver com idiotas que escrevem “mais” no lugar de “mas”. Isso é burrice, mesmo.
Estou perdendo a fé nos seres humanos. Quer dizer, eu perderia se eu tivesse algum tipo de fé, é claro. Eu já vi muita coisa doida por aí, mas sempre me surpreendo; ainda mais quando é algo relacionado com sentimentos.
Papai Noel deveria ser preso pela ANVISA. Deveria amargar bons tempos num cadeião, vendo o Sol nascer quadrado, com a rapaziada coçando o cavanhaque e olhando pra ele com pensamentos pouco natalinos. Papai Noel deveria ser o inimigo público número 1 dos metidos a uma vida saudável, como
Arqueólogos afirmam ter descoberto as primeiras peças conhecidas de um sudário da época em que Jesus teria, supostamente, vivido em Jerusalém, e – SURPRESA! – o achado é mais uma pá de cal no mito do pano-de-chão santo.
Não é de hoje que a presença de flores em hospitais gera uma certa contovérsia. Alguns acham que a água dos vasos formam um belo resort para bactérias, enquanto outros argumentam estupidamente que as flores nas cabeceiras das camas competem com os pacientes pelo sagrado oxigên. Será mesmo que as flores são criaturinhas malévolas que representam riscos para a saúde dos pacientes?
Você é daqueles que anda estressado, principalmente quando fica preso no trânsito, com pouca gasolina, em meio a um o calor de rachar, sob o som sufocante de buzina? Acredite, seus ancestrais pré-históricos passavam por situações tão ou mais estressantes também. Quem afirma isso são pesquisadores canadenses, que analisaram restos de cabelos de pessoas que viviam no Peru pré-colombiano.