Stonehenge é um dos mais famaosos megalitos do mundo. Sua disposição, colocada na Era Neolítica, é fantástica. Publicamos em 2007 sobre uma pesquisa que revelara assentamentos perto do local, e até mesmo aqui no Brasil temos o que foi chamado de “Stonehenge Brasileiro”, no Amapá. Agora, de acordo com novas descobertas, o magnífico megalito inglês parece ter tido um irmão gêmeo há muito perdido, não muito longe. A descoberta (feita completamente sem cavar!) sugere que Stonehenge agora solitário pode ter sido cercado por uma espécie de “Stonehenges satélites”, de acordo com os arqueólogos.
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É fato óbvio que o Brasil está se tornando uma nação de ignorantes. Quando até mesmo o Presidente se vangloria por não ter estudado, qual o futuro está reservado para nossos estudantes? Nenhum, pois estudar no Brasil é praticamente se candidatar a ser xingado, vilipendiado e ser visto como uma criatura anormal. Para o
Pessoalmente, eu sempre achei que a vontade de alguns ateus, neo-ateus e aborrecentes revoltadinhos de se “desbatizarem” é mostra de idiotice. Como coisa que batismo lhe obrigasse a seguir todos os preceitos do Império do Mal Vaticaniano. Se fosse assim, os padres seriam os primeiros a respeitar o mandamento “Não conspurcarás o rabo alheio”. Ok, eu sei que isso não é um mandamento, mas seria uma tradução da parte do “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Mas, claro, isso não seria extensivo aos meninos. Bem, melhor deixar estas elucubrações de lado.
Eis-nos aqui, em mais uma demonstração da imbecilidade humana. Eu ainda tenho que peneirar as tolices que mandam, pois vem tanta coisa escrota que nem pra Voz dos Alienados serve. No entanto, graças a Pan, o Deus dos Emos Crentais, sempre recebemos lindas demonstrações de amor ao próximo e amostras de uma proverbial capacidade retórica por parte de alguns de nossos representantes do círculo religioso. Here we go!
E no doce mundinho religioso – onde o bom senso é artigo de luxo, não disponível à maioria das pessoas – vemos o quanto temos que respeitar tradições e culturas diversas. A África é um continente multicultural e devemos respeitar todas as culturas de lá. Assim, como poderíamos falar mal dos queridíssimos xamãs, pajés ou seja lá como chamam o bando de retardados que perseguem pessoas simplesmente por nascerem diferentes. E diferente que eu digo é nascerem albinas. O que essa raça miserável faz com os albinos? Acusam-nos de bruxaria e querem fazer poções mágicas com eles. Que tal?
Por muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!
Deputados franceses aprovaram nesta terça-feira (13/07) um projeto de lei que proíbe o uso de véus islâmicos em espaços públicos. Agora a lei seguirá para avaliação do Senado, em setembro, e é bem capaz de ser aprovada, mas ainda deverá passar por uma avaliação constitucional, e é aí que mora o problema, pois há coisas mais fundamentais num sistema de governo democrático do que os políticos gostariam que fosse. Será que isso é mesmo necessário?
Somos muito dependentes de nossa visão. Achamos que é o principal sentido do corpo (não é), pois estamos acostumados a procurar com os olhos e esquadrinhar o ambiente em que vivemos com uma varredura de olhar. Só que nada é perfeito nos organismos vivos, apesar do que querem que você acredite; e nossa percepção prega truques em nosso olhos, fazendo surgir as chamadas “ilusões de óptica” (não me esqueçam do P). É por causa disso que sempre nos assombramos com o que vemos, que na verdade não vemos. Apenas somos enganados quando o cérebro preenche lacunas com as poucas informações que recebe.
Este é um mimo de notícia, onde vem duas pelo preço de uma, com cortesia de nosso leitor Arnaldo. Um pastor foi divinamente inspirado pelo Divino Espírito Santo de Deus para que ele fizesse Sua obra. Não estamos falando de um templo como o de Salomão, nem levar um bando de arruaceiros pelo deserto palestino ou ficar 40 dias dentro de um caixote de madeira em meio a uma chuvarada. Para o pastor José Pedro dos Santos (nome irônico para um pastor evangélico) coube a tarefa de abusar sexualmente de 5 garotas. Já não se faz mais Espíritos Santos como os de outrora. Isso é bizarro o bastante? Não? Que tal saber que um padre teria usado alguns trocadinhos da igreja para contratar garotos de programa?