Muito provavelmente, você está tendo uma das duas reações: 1) Legal! Mais um pouco sobre cientistas que são pouco divulgados ; 2) MacGyver? O da série? WTF?
Se você teve a primeira reação é um coitado que não teve infância e nunca viu os filmes do MacGyver. Sua existência miserável é desprovida de sentido e o melhor que você pode fazer a si mesmo é se matar neste exato momento; ou pode sentar e ler o que eu tenho a dizer (e depois correr atrás para ver todos os filmes). Aos que sabem quem foi MacGyver, basta pensarem direitinho e entenderão porque eu digo que ele é peça-chave da divulgação científica.
Senhoras e senhores, apresento-vos Angus “Mac” MacGyver, herói por excelência, carismático, envolvente e vindo de um tempo onde força-bruta nem sempre era garantia de bons filmes, sem também apelar para ridículos enredos mela-cueca.

Fico assombrado com a maneira que os jornalistas noticiam qualquer descoberta científica. Alguns chamam isso de Divulgação Científica. Eu chamo de “Pelo amor de Deus, que merda é essa?”. Muitos exemplos eu já dei aqui e em qualquer blog de divulgação científica decente sempre aparece uma amostra de como algumas pesquisas possuem informações totalmente deturpadas, a fim de ficar mais “palatável”. Daí, eu fiquei imaginando, o que aconteceria se os jornalistas esportivos dessem notícias nos mesmos parâmetros do pessoal que se intitula jornalista científico. Acho que daria no diálogo a seguir.
Este título parece algum título de filme do Robie Zombie, mas o pior é que traduz exatamente o que a notícia diz: Mahmoud Ahmadinejad, o tosco presidente do Irã, que parece que nunca lava ou lavou a cara direito, resolveu que Paul, o Polvo Vidente (que, por sinal, acerta mais do que o Juscelino da Luz), é servo de Arimã, e símbolo da decadência ocidental. Alá! Alá! A lá que merda de polvo é essa?
A maioria de nós tem medo da solidão, do isolamento, de ficar horas, dias, semanas sozinho, num lugar absolutamente isolado, praticamente encerrado num lugar fechado, sem nenhuma companhia. Hoje, com a Internet, muitos conseguem ficar assim, mas estabelecem contatos em redes sociais, brincam nos Facebooks ou conversam via MSN ou outro comunicador instantâneo. Mas tais pessoas dificilmente teriam coragem de enfrentar um abandono por vontade própria, isolando-se completamente da civilização. Aí está o que diferencia homens de meninos, e uma das pessoas que se expôs a este teste e venceu foi um francês, em plena década de 60, onde computadores ainda estavam longe das pessoas comuns e o total autoisolamento serviu de uma das mais importantes pesquisas do século XX. Michel Siffre ficou 2 meses no interior de uma caverna profunda, sem falar com ninguém, sem nem mesmo saber a hora, dia ou mesmo mês.
Pessoalmente, eu sempre achei que a vontade de alguns ateus, neo-ateus e aborrecentes revoltadinhos de se “desbatizarem” é mostra de idiotice. Como coisa que batismo lhe obrigasse a seguir todos os preceitos do Império do Mal Vaticaniano. Se fosse assim, os padres seriam os primeiros a respeitar o mandamento “Não conspurcarás o rabo alheio”. Ok, eu sei que isso não é um mandamento, mas seria uma tradução da parte do “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Mas, claro, isso não seria extensivo aos meninos. Bem, melhor deixar estas elucubrações de lado.
Eis-nos aqui, em mais uma demonstração da imbecilidade humana. Eu ainda tenho que peneirar as tolices que mandam, pois vem tanta coisa escrota que nem pra Voz dos Alienados serve. No entanto, graças a Pan, o Deus dos Emos Crentais, sempre recebemos lindas demonstrações de amor ao próximo e amostras de uma proverbial capacidade retórica por parte de alguns de nossos representantes do círculo religioso. Here we go!
E no doce mundinho religioso – onde o bom senso é artigo de luxo, não disponível à maioria das pessoas – vemos o quanto temos que respeitar tradições e culturas diversas. A África é um continente multicultural e devemos respeitar todas as culturas de lá. Assim, como poderíamos falar mal dos queridíssimos xamãs, pajés ou seja lá como chamam o bando de retardados que perseguem pessoas simplesmente por nascerem diferentes. E diferente que eu digo é nascerem albinas. O que essa raça miserável faz com os albinos? Acusam-nos de bruxaria e querem fazer poções mágicas com eles. Que tal?
Por muito tempo, pessoas com lesões sérias estavam condenadas a ficarem para sempre em cima de uma cama ou, na melhor das hipóteses, se locomover com o auxílio de uma cadeira de rodas. Nem que seja uma estilosa como a do Stephen Hawking. Entretanto, longe de nos acomodarmos com infortúnios da vida, a ciência resolveu que tinha que haver um meio a suprir pessoas com lesões diversas, de modo que pudessem ter uma vida normal (ou quase). É a Bioengenharia – ou, como costumam falar erroneamente, Biônica – em ação!
Este é um mimo de notícia, onde vem duas pelo preço de uma, com cortesia de nosso leitor Arnaldo. Um pastor foi divinamente inspirado pelo Divino Espírito Santo de Deus para que ele fizesse Sua obra. Não estamos falando de um templo como o de Salomão, nem levar um bando de arruaceiros pelo deserto palestino ou ficar 40 dias dentro de um caixote de madeira em meio a uma chuvarada. Para o pastor José Pedro dos Santos (nome irônico para um pastor evangélico) coube a tarefa de abusar sexualmente de 5 garotas. Já não se faz mais Espíritos Santos como os de outrora. Isso é bizarro o bastante? Não? Que tal saber que um padre teria usado alguns trocadinhos da igreja para contratar garotos de programa?