Tenho uma triste notícia para vocês, amiguinhos: o mundo é uma merda e o cerumano é, foi e sempre será canalha. Escravidão é algo corrente em muitas sociedades ainda hoje. No passado, a bola da vez eram os negros, os quais eram escravizados por outros negros e vendidos aos brancos. Isso chegou até mesmo em acabar em guerra, nos Estados Unidos. Para dar um vislumbre maior sobre o processo de venda de escravos, uma professora de Norfolk, EUA, em uma aula sobre a Guerra de Secessão, usou os próprios alunos como exemplos. Ela separou as crianças brancas, negras e mestiças em grupos, fazendo com que as negras representassem os escravos e fossem "vendidas". Começou o bafafá e as pollyanas quase surtaram, pois isso fere os floquinhos de neve.
Continuar lendo “Professora americana “vende” alunos como escravos”

O homem que sobe as escadas sabe que está com sua morte decretada. Ele sabe que suas horas estão contadas, mas ele não tem medo, pois é isso que ele quer fazer. Passo a passo, ele entra na cápsula que lhe servirá de carrasco. A Rodina decidiu que a glória do Partido está sobre todos os mortais e que um homem teria que cumprir a missão, mas um laço mais forte que a opressão poupou a vida de outro homem, o homem que viu que a Terra era azul. Por causa desse lado de amizade, o homem que está condenado chega até o seu destino e olha para fora, sendo este o último relance do céu e a última lufada de vento em seu rosto sério. O homem entra na cápsula; não há volta e ele nem pensaria em desistir, pois era um homem decidido.
Geert Wilders é um polêmico parlamentar holandês. Tão polêmico que ele já foi processado por incitação ao ódio racial e à discriminação dos muçulmanos. O processo teve início em outubro de 2010, sendo que ele teve que ser suspenso porque Wilders questionou a imparcialidade dos juízes. O problema é que ele comparou o Alcorão com o livro Mein Kempf, de Adolf Hitler. Agora, Wilders promete um novo documentário onde explicará que o pedófilo do Maomé tinha um tumor na cabeça, e era isso que o fazia ver gente morta… todo o tempo.
Se você já teve a feliz ideia de visitar os Isteites, fatalmente conhece os agentes da TSA (Transportation Security Administration). Esses agentes formam a equipe que irá verificar se você é um maníaco terrorista (além de apalpar partes de sua anatomia que nem seu cônjuge ousou tocar). Em notícia trazida pelo
Eu sou um monstro, um sádico imundo e sem ética, pois adoro não posso ver pedaços de vaquinhas que vou logo nas carnes. Coimo todo ser humano normal, digo, onívoro, eu adoro uma maminha, uma chuleta e um filé mignon, coisa que os pobres coitados dos vegans, dados os seus bolsos vazios, não podem usufruir, pois a grana fica apertada já que eles não ingeriram vitaminas e aminoácidos necessários para o desenvolvimento cerebral, o que os deixou incapazes de arrumar empregos decentes. Bom, sempre há o caso de irem na churrascada do vizinho, onde comerão escondido, enquanto tentam te convencer a fazer rituais báquicos com cenouras, pepinos e outros vegetais de duplo sentido.
Todo dia. Todo maldito dia eu recebo uma profusão de besteiras por e-mail. Não só nos meus e-mails particulares, como no e-mail profissional também, onde eu sempre sou lindamente amoroso com as acéfalas que mandam o monte de tosqueiras para mim. Não me compreendam mal, não sou misógino, mas fatalmente, a larguíssima maioria de pessoas que me mandam spam, corrente ou os "URGEEEEEEEEENNNNNTEEEEEEEEEEEE" e "Vai que é verdade??!!???" são do sexo feminino. Normalmente eu respondo, mostrando que a mensagem está errada e mostro POR QUE está errado e não passa de boato. Invariavelmente, a resposta é sempre a mesma: me xingam, dizem que eu preciso acreditar nas coisas ou alguma besteira neste sentido. Agradecimento? Nah, isso é para pessoas com cérebro, mas pessoas com cérebro não repassam qualquer merda por e-mail.
Eu nasci no condado de Armagh, no Ulster (o que normalmente chama-se erroneamente de Irlanda do Norte), no ano de Nosso Senhor de… bem, não interessa. Vim para o Brasil ainda bem pequeno e tenho direito a 3 nacionalidades e provavelmente uma quarta (história muito longa que eu não contarei. Morram de curiosidade!). Sou mais brasileiro que muitos de vocês, desculpem. Falo e escrevo corretamente, sei os hinos (Nacional, da Bandeira etc.) e servi nas Forças Armadas. Tive uma boa formação moral, o que é mais importante que todos os diplomas que eu conquistei. Ainda assim, tenho vergonha de morar aqui, de dizer que sou brasileiro e ver a expressão de reprovação, muitas vezes merecida. Eu queria morar no Japão, ser japonês. O Brasil começou errado e continua errado. Quando na carta de Pero Vaz de Caminha, ao relatar o descobrimento (aka tomada de posse), ele pede favores do Rei aos seus familiares. O corporativismo e nepotismo começaram aí.
O Brasil tem enraizado em sua "cultura" a defesa do coitadismo. Se alguém não estudou, coitado, é analfabeto (o Rio de Janeiro é a cidade com o maior número de escolas públicas municipais – notadamente responsável pela alfabetização e de ensino fundamental — DO MUNDO!). Se existem assaltantes, coitados, é porque não tiveram chance de estudar e querem ter o que você tem e conseguiu porque você estudou. Se alguém tomou uma multa porque avançou o sinal, coitado, ele não tem dinheiro para pagar a multa e acha um absurdo um governo autoritário. Se um servidor público, pago com o SEU dinheiro dos impostos, lhe trata mal, coitado, é porque ele ganha pouco (mesmo sabendo do salário quando prestou concurso, mas não reclama que possui estabilidade e não pode ser demitido).
Notícias assim cairiam na Sexta Insana, mas não há motivo para não postar hoje. Carlos Roberto da Silva, um enVIADO dos Céus de 44 anos teve um surto psicótico e passou o cerol no próprio pai, de 66 anos. Isso é violento, doentio e se já não bastava isso para caracterizar doideira total, Carlota (como ficará conhecido na cadeia), após ser preso em flagrante, afirmou ser Jesus. Foi-se o tempo em que o Jóquei de Jegue secava figueiras e surrava camelôs, agora partiu pra ignorância.
O