Eu já fui uma criança um dia. Não pegava gatinhos para sacrificar em honra a Satã (eram lagartos e em homenagem a Dagon). Diferente das crianças de hoje, que leem estas merdas de Percy Jackson, Dive-detergente e outras coisas toscas e mal-escritas. Eu vivi num tempo em que a gente se aventurava, não pelos profiles dos "amiguinhos" no Facebook para xingá-los ou escrevia besteira no Secret. Líamos clássicos como o Médico e o Monstro, O Último dos Moicanos entre outros títulos. Mas, claro, em termos de aventura, poucos se comparam e ele: o Pai da Ficção Científica Moderna: Júlio Verne.
Neste Scicast, eu e grande elenco formado por Carlos Cardoso, Roberto Pena, Eder Santana, Ronaldo Gogoni e Silmar Geremia conversamos sobre a vida e obra do francês que nos rendeu grandes histórias, magníficos personagens e aventuras que perdurarão por muito tempo.

Saiba, ó príncipe, que entre os anos em que os mares engoliram o Rio de Janeiro no último temporal e os anos do surgimento dos Filhos, Sobrinhos e Cunhados de Políticos, houve uma era inimaginada, quando reinos esplendorosos se espalharam pelo mundo como mantos azuis sob as estrelas. Para cá veio Cardoso, escritor mundialmente famoso autor de Por que todo idiota acha que é preciso ser famoso para ter muitos seguidores no Twitter.
Se você não está em nenhum buraco na Ucrânia, contando todos os soldados russos que efetivamente não estão lá (ou é isso que me contaram, ao menos), você já deve ter ouvido falar do El Niño, o fenômeno atmosférico-oceânico que é caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais no oceano Pacífico Tropical. Esse aquecimento, que não é suficiente para fazer café ou cozinha rum ovo, afeta não apenas o clima local e sim do planeta todo, pois a Natureza dá um "que se dane" se você gosta ou não do que acontece.
Eu tenho muitos dissabores de vez em quando. Um deles é ter que ler besteira. E quando vemos que o título já promete pouco, vem à mente as sábias palavras do Barão de Itararé: "De onde nada se espera é que não sai nada, mesmo!"
Seguindo a nossa pequena série de introdução aos estudos linguísticos, agora que a gente já viu um pequeno
Os cavalos de batalha estavam alinhados. Dois grupos, de oito cavalos. Seus mestres mal estavam conseguindo contê-los. Eles estavam ali, prontos! A um coando e o Rei veria o poder do homem à sua frente. A multidão estava ansiosa. Os cavalos relinchavam, batiam as patas, as correias retesadas, as correntes se esticando.
A vida, na Terra, começou há cerca 3,5 bilhões de anos, salvo se você for tão idiota quanto o Ken Ham, que acha que o Universo tem uns 6000 anos e acredita em cobras falantes. Antes, era uma grande poça de substâncias químicas, e desta poça surgiu o que viria ser as primeiras moléculas auto-replicáveis. Pouco antes disso, tínhamos uma sopa melequenta, cm compostos orgânicos, que é chamada e Sopa Primordial. Dane-se, continuarei chamando de Sopa Melequenta!
Depois que Pedro Álvarez Cabral, fidalgo português que estudou na escola de Sagres (que sabemos nunca ter existido), chegou à Ilha de Vera Cruz, o rei, D. Manuel, o Venturoso (que título ridículo, Jisuis!), mandou organizar uma outra esquadra (já que Cabral fatalmente tirou da reta, pois de navegação e briga de galo não entendia nada) para dar uma fofocada por aqui. O sortudo foi Gaspar de Lemos, que veio pra cá na Primeira Expedição Exploradora, que durou entre 1501 e 1502.
O que é língua? O que é linguagem? O que é gramática?
A Natureza nunca é como gostaríamos que fosse. Ela também não é como a representamos. No verão não é sempre calor, o inverno nem sempre é tão frio assim, ainda mais quando a gente faz o favor de jogar toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera. Também estudamos que existem 3 estados físicos: sólido, líquido e gasoso. Estudamos que cada um é cada um e que ponto de fusão "é quando" (odeio esta expressão) a água congela e ponto de ebulição é quando (Irc!) a água ferve.