Não, este artigo não tem nada a ver com sacanagem. Robert Boyle, um dos mais célebres cientistas da Inglaterra (e estupidamente chamado de Pai da Química pela agência EFE, sendo repetida pelo Terra) deixou um legado de trabalhos meticulosos. A partir desta segunda-feira, a Royal Society comemora seus 350 anos com uma exposição de vários documentos, como os primeiros trabalhos de Charles Darwin e o manuscrito original do Philosophiæ Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural), de Isaac Newton, o livro de maior peso científico e considerado uma peça-chave para o desenvolvimento científico. Procurei alguma obra publicada pelo Behe lá, e o sistema caiun na gargalhada, sem eu nem saber o porquê.
No tocante a Robert Boyle, a Royal Society publica uma lista de “desejos” que o autor de The Sceptical Chymist (O Químico Cético) teria pensado para o futuro.

Entra semana, sai semana e sempre o bando de toscos achando que possuem algo similar a um cérebro dentro da cabeça. A bem da verdade, é uma espécie de “daltonismo mental”, já que acham que possuem massa cinzenta, quando na verdade é massa marrom pastosa. O mais curioso é que a maioria é menina, com baixa capacidade de escrita. Não sei se falar isso é machismo por inferir que a maioria das mulheres crentais são burras ou se é porque os homens são incapazes até mesmo de usar um teclado. Bem, sem mais delongas, o meu, o seu, o nosso: VOZ DOS ALIENADOS!
Considerando que vocês são, no mínimo, mediamente informados, já devem saber das crateras que apareceram na Guatemala estes dias, tendo aparecido várias teorias (na maioria, não-científica) buscando explicar o que aconteceu, como a vinda de OVNIs, o prenúncio de Ashtar Sheran, o soerguimento dos Filhos de Duna e o início do Arrebatamento, onde os cristãos chatos será levados embora daqui de vez (Tomara! Tomara!).
Entendam, eu sou um homem cumpridor de quase todas as Leis Mosaicas (como mau seguidor bíblico, eu não mato homossexuais, não ordeno chacinas e muito menos tomo mulheres virgens como escravas para meu deleite libidinoso). Procuro guardar os sábados e não trabalhar nele, embora que muitos digam que é pra guardar o domingo. Na dúvida, fico trabalhando em casa no sábado e fazendo tarefas domésticas como consertar coisas que se quebram, dada a quantidade de poltergeists que andam por aqui. Assim, me sobra pouco tempo para postar no blog (sem falar que é dia da minha excelsa esposa usar meu micro
Nikolaus Kopernikus ou, aportuguesadamente, Nicolau Copérnico era – apesar do que dizem – um cônego alemão. Na época, a cidade-natal dele, Toru?, pertencia ao reino da Polônia, mas localizava-se na Prússia Real. Ele foi um dos impulsionadores do avanço do conhecimento cosmológico da renascença, tendo como obra máxima De revolutionibus orbium coelestium (“Da revolução de esferas celestes”), publicada postumamente a pedido dele, por temer problemas com a Igreja. Andreas Osiander, como bom espírito de porco que era, incluiu um prefácio dando a pensar que fora escrita pelo próprio Copérnico, e que dizia que o que o livro continha era apenas um atalho para se fazer cálculos. Talvez, por isso, tal coisa escapou de entrar no Index, o índice de livros proibidos pelo Vaticano. Sem falar que ainda não começara a guerra dos 30 anos, o que mudaria muita coisa no pensamento científico e não foi pra melhor. Galileu que o diga.
Talvez, vocês tenham presenciado uma cena semelhante: Você vem andando pela calçada e é abordado por uma moça. Ela pede um minuto de sua atenção e você, como todo bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção – e depois lamentar de não ter continuado andando. Ela diz que quer falar com você e lhe entrega um panfleto. Ela, com seu sorrisinho, fala pra você mudar de postura, pois a mesma é errada, que você deveria ver o mundo com outros olhos, ser mais ético. Que, assim que mudar, sua vida melhorará e ajudará a fazer um mundo sem sofrimento.
Eu já esperava por isso. Esse é o mal de lidar com líderes religiosos: são sempre previsíveis, e as notícias acabam ficando sem graça. O Império do Mal Vaticaniano “congratulou” (my ass) a conquista dos pesquisadores do Instituto Venter, ao
A presença da ciência em nossos dias é o que se chama de truísmo – uma verdade tão clara que enunciá-la se torna uma redundância das mais desnecessárias. Ninguém negaria que vivemos em um mundo em que os frutos da ciência cada vez mais se tornam presentes em nossa vida cotidiana. E esses frutos não se limitam a essa gama de ferramentas da vida prática e material que o desenvolvimento da tecnologia possibilitou. Mais do que isso, adentram o mundo do pensamento e das visões de mundo.
Muito dificilmente você se lembrará – ou mesmo terá conhecimento – deste nome. Não só pela difícil pronúncia, como pelo fato dele ter nascido nos cafundós do Judas lá no meio da África, num lugar desolado, pobre e abandonado chamado