Eu gosto muito dos livrões medievais, principalmente os que vem com iluminuras. As cores eram fantásticas e a técnica complexa.Se fazer um pergaminho já era muito trabalhoso, que dirá preparar e aplicar os pigmentos daquelas artes, e quanto mais artísticos e colorido,maior era o valor do livro (que era mais uma decoração do que efetivamente para leitura).
O problema é que os artistas medievais tinham que fazer suas próprias tintas, ou encomendar. A Alquimia dessa época estava se distanciando do seu misticismo (mas não muito), e enveredava como ciência, para futuramente se tornar aquilo que nós conhecemos como Química. Pigmentos vibrantes eram usados por maceração de substâncias coloridas sólidas e misturadas com ligantes. O resultado tem nos maravilhado ao longo dos séculos.

Quando pensamos em obras medievais, a primeira coisa que nos vêm à cabeça são os pergaminhos. Uma técnica que apresenta melhor qualidade que o papiro e se mantém com qualidade depois de séculos. Claro, tudo depende de como ele foi costurado e feito em livros, com capas grossas e bem armazenado. Parte das técnicas se perderam, mas ainda é fascinante como o homem medieval produzia trabalhos de altíssima qualidade, seja pelo conteúdo cultural desses livros, como do ponto e vista artístico, com aquelas capaz lindas e fabulosas iluminuras.
Imagine que você é um médico e chama o próximo paciente. Ele chega trazendo a esposa, que não está passando bem, mas você não consegue tirar os olhos do marido. Motivo? Ele tem pele azul. Como isso aconteceu? Invasão alienígena? Papai Smurf safadeenho andou aprontando das suas? Não, nada disso, apenas um exemplo de como Evolução acontece, selecionando indivíduos, e fazendo-os sumir.
Hoje temos um aniversário muito especial. Não de uma pessoa. Não que pessoas não sejam importantes. O aniversário de hoje mostra o quanto pessoas são importantes. Mas, mais do que isso, o quanto pessoas trabalhando me conjunto conseguem realizar maravilhas. Quando nossa Ciência e Tecnologia se juntam, milagres acontecem.
Neandertais se mostram muitas vezes mais interessantes que Homo sapiens. O fato de eles terem perdido na corrida evolutiva não tira a curiosidade sobre um dos últimos hominídeos a conviverem diretamente com seres humanos. Em 1978, em uma caverna chamada Apidima, no extremo sul da Grécia, um grupo de antropólogos encontrou um par de crânios parecidos com humanos. Um tinha um rosto, mas estava muito distorcido; o outro era apenas a metade esquerda de uma caixa craniana. Os pesquisadores acharam que eram neandertais, ou algum outro hominídeo perambulando por lá. Estavam quase certos!
Era uma vez uma cobra com 4 patas que conseguia ficar ereta. Não apenas isso, ela falava e mandou umas ideias de jerico pra uma dona burra feito uma porta, casada com um zé ruela mais burro que ela. Aí veio o chefe da milícia e expulsou todo mundo do condomínio construído de forma irregular. 

Você aprendeu que muitas religiões saem na piorada entre si, mas budistas são bonzinhos, meigos e puros de coração. Até mesmo Arthur Clarke caiu nesta conversa mole dizendo em um de seus livros que eles faziam parte da religião que nunca entrou em conflito com ninguém. Nada mais longe da verdade. Hoje, temos brigas de monges (mentira, sempre tivemos. Mais ao longo do texto) e até monge budista que propaga terrorismo.