Eu sempre fico feliz quando leio notícias que demonstrem como nosso país está evoluindo!*

Os gênios do MEC, ministério cuja existência faz tanto sentido quanto o Ministério da Justiça, decidiram acabar de vez com a repetência e evasão escolar. Segundo a visão magnífica dos técniCUS educacionais – que entendem tanto de ensino quanto o Adauto Lourenço entende de Evolução, Geologia, Física, Biologia, Química e todas as demais ciências – resolveram dar um basta nisso. Acham que a culpa disso, óbvio, é a reprovação. Para tanto, os digníçimus resolveram recomendar simplesmente que as escolas públicas e particulares passem a adotar aprovação automática nos três primeiros anos do Ensino Fundamental, tencionando expandir isso para TODOS os anos escolares.
Estou sem palavras ante a grandiosidade disso. Contei isso pra uma amiga professora e ela chorou de emoção. Obrigado, MEC, obrigado MEEEEEEEEEEEESMO.

Talvez, vocês tenham presenciado uma cena semelhante: Você vem andando pela calçada e é abordado por uma moça. Ela pede um minuto de sua atenção e você, como todo bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção – e depois lamentar de não ter continuado andando. Ela diz que quer falar com você e lhe entrega um panfleto. Ela, com seu sorrisinho, fala pra você mudar de postura, pois a mesma é errada, que você deveria ver o mundo com outros olhos, ser mais ético. Que, assim que mudar, sua vida melhorará e ajudará a fazer um mundo sem sofrimento.
De acéfalos eu não espero grande coisa em termos de ideias e argumentação. Tais idiotas só servem de escárnio e alvo de chacota. Mas quando lidamos com pessoas mais, digamos, esclarecidas (se é que realmente o são) falando merda, devemos puxar o freio de mão e dizer: WHAT PORRA IS THIS? Falo isso pois em
Entra semana, sai semana. Começamos mais uma sessão, onde o reino de Mordor abre seus portões maléficos e uma turba de orcs acéfalos conseguem escapar, cavalgando em trolls sem-noção. Wargs desistiram de passar por aqui e, por isso, os elfos estão entediados. Entretanto, ainda aparece uma ou outra sandice que merece ser postada, e hoje, nós temos duas pelo preço de uma. Enjoy yourselves!
Depois que o trapalhão do Gordon Brwn renunciou ao cargo de primeiro ministro da Inglaterra, seu sucessor, David Cameron (que não tem nada a ver com cinema), já chegou rasgando. Explico: seu gabinete já deixou claro que cortará o salário de todos os ministros em 5%. A Inglaterra é ou não é umpaís totalmente dvcerso do que possamos imaginar?
É uma coisa interessante que existe em nós, animais vertebrados. Nosso genoma não foi repetido uma vez, mas muitas e muitas vezes. Achava-se que o excesso de genes acaba sendo descartado e perdido para todo o sempre, mas parece que não é bem assim, como mostra a pesquisa de Aoife McLysaght do Trinity College em Dublin, Irlanda.
Muito dificilmente você se lembrará – ou mesmo terá conhecimento – deste nome. Não só pela difícil pronúncia, como pelo fato dele ter nascido nos cafundós do Judas lá no meio da África, num lugar desolado, pobre e abandonado chamado
Sinceramente, eu não sei qual é a ligação freudiana que os fundamentalistas cristãos t~em com a Arca de Noé, um dos maiores mitos bíblicos. Podem ver que o artigo sobre o Dilúvio é bem mais concorrido do que s que falam de Jesus. Deve ser porque eles estão prestes a mudar de deus, não se importando se o Jóquei de Jegue tenha existido ou não. Bem, os céticos já sabiam a resposta há muito tempo, da mesma forma como sabem a resposta sobre a Arca: besteira!
Freud é conhecidíssimo. Virou lugar-comum o bordão “Freud explica…”, e todos já ouviram falar no austríaco esquisitão (deve ser algo na água que faz os austríacos serem meio birutas). Alguns acham que freud é um gênio, outros que nem tanto, que ele foi superado pelos seus discípulos. Só que agora, Michel Onfray, autor do Tratado de Ateologia, chega chutando o pau da barraca e mete os dois pés no peito dos adoradores do velhinho do charuto. Para ele, Freud não passa de um charlatão, mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários. Só não chamou de bobo, feio e chato, porque aí era demais (ou não).