Para jesuíta, Hackers são cristãos de verdade

Hackers são criaturinhas estranhas. São arredios, extremamente inteligentes,  mau-humorados e andam com jalecos amassados… Não, desculpem. estes são os químicos. Hackers usam de caridade cristã e são perfeitos exemplos do amor de Deus sobre a Terra e, por onde passam, aparecem arco-íris, campos verdejantes e unicórnios saltitantes. Em alguns casos, até mesmo estradas de tijolos amarelos. Boiolagem? Não sei, só sei que é isso que dá a entender uma publicação do Império do Mal Vaticaniano.

Esta é sua SEXTA INSANA!

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Parlamentar holandês diz que as “visões” de Maomé eram devidos a um tumor

Geert Wilders é um polêmico parlamentar holandês. Tão polêmico que ele já foi processado por incitação ao ódio racial e à discriminação dos muçulmanos. O processo teve início em outubro de 2010, sendo que ele teve que ser suspenso porque Wilders questionou a imparcialidade dos juízes. O problema é que ele comparou o Alcorão com o livro Mein Kempf, de Adolf Hitler. Agora, Wilders promete um novo documentário onde explicará que o pedófilo do Maomé tinha um tumor na cabeça, e era isso que o fazia ver gente morta… todo o tempo.

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Valles Marineris, um passeio por uma imensa rachadura

Poucas belezas naturais se comparam ao Grand Canyon, no estado norte-americano do Arizona. Sua beleza e imponência mostram como somos ridículos perante escalas geológicas e só mesmo um imbecil acha que aquilo foi feito para agradar a estúpidas amebas de duas pernas. É chocante saber que seus 446 km de extensão (maior que a distância entre Rio de Janeiro e São Paulo), sua largura máxima de 29 km e quase 2 km de profundidade nada mais são que o efeito da água. Sim, água, pois o Grand Canyon foi esculpido durante bilhões de anos de erosão, tendo como principal agente erosivo o rio Colorado. Maiores informações poderão ser encontradas no site da UNESCO.

Nada na Terra se compara ao Grand Canyon, mas o universo não é apenas o pálido ponto azul. Há algo similar… não, MAIOR que o Grand Canyon. É o Valles Marineris, localizado no planeta Marte.

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Eu quero ser japonês

Eu nasci no condado de Armagh, no Ulster (o que normalmente chama-se erroneamente de Irlanda do Norte), no ano de Nosso Senhor de… bem, não interessa. Vim para o Brasil ainda bem pequeno e tenho direito a 3 nacionalidades e provavelmente uma quarta (história muito longa que eu não contarei. Morram de curiosidade!). Sou mais brasileiro que muitos de vocês, desculpem. Falo e escrevo corretamente, sei os hinos (Nacional, da Bandeira etc.) e servi nas Forças Armadas. Tive uma boa formação moral, o que é mais importante que todos os diplomas que eu conquistei. Ainda assim, tenho vergonha de morar aqui, de dizer que sou brasileiro e ver a expressão de reprovação, muitas vezes merecida. Eu queria morar no Japão, ser japonês. O Brasil começou errado e continua errado. Quando na carta de Pero Vaz de Caminha, ao relatar o descobrimento (aka tomada de posse), ele pede favores do Rei aos seus familiares. O corporativismo e nepotismo começaram aí.

A Ciência aprendeu muito com o terremoto e suas consequências. Foram lições amargas, mas foram, pois se nada for aprendido, as pessoas morreram em vão. Ainda assim, muito mais se aprendeu com os japoneses, e não foi em termos de tecnologia de ponta.

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Terremoto no Japão: Um tsunami de desinformações

Nada pode ser mais poderoso que desastres naturais. Entre eles, movendo imensa quantidade de energia, causando uma destruição sem limites, temos: a avalanche de desinformação, um dilúvio de péssimas matérias, um cataclísmico soterramento internético de sandices extremas. Nada, eu disse NADA, pode ser mais violentamente perigoso que um bando de jornalistas querendo vender seu peixe e empurrar para você uma cobertura de acontecimentos onde a acurácia é comprometida e o terror é a ordem do dia. Nada pode ser mais danoso ao cérebro do que acompanhar a imprensa brasileira na cobertura de qualquer evento, desde briga de galo até missões espaciais, e o terremoto que aconteceu esta madrugada perto do Japão é mais um exemplo, onde a Terra mudou seu eixo, cientistas temem a chegada de ondas gigantes no Brasil e sismógrafos explodem numa pirotecnia informativa que faria P. T. Barnum roer os cotovelos de inveja.

Vamos começar com informação de verdade. Se você não está pendurado na Internet desde a madrugada e está sem saco ou não sabe procurar, vamos pelo início. Que merda está acontecendo?

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Supressão de gene propiciou pênis sem espinhos

Então, amiga dona-de-casa. Eu sei que você anda cabisbaixa, com o moral nos calcanhares e chorando copiosamente. Imagino a cena do seu digníssimo esposo, chegando em casa depois de um árduo dia de trabalho e propõe que vocês se enlacem nas sagradas ordens divinas, mesmo porque vocês já cresceram. Então, seu cônjuge a leva para o leito nupcial, seu ninho de amor, que entre as surdas 4 paredes testemunharão mudas a união de duas almas sedentas de amor. Então, amiga, você olha para o corpo do querido esposo e vê que algo não é como era antes, se assemelhando mais a Chevrolet Mercury, com motor possante e câmbio rígido e freios que asseguram que não se derrapasse nas curvas.

Hoje, querida amiga, você vê um Ford-T com motor batido e transmissão molenga, suspira e se preocupa em contar quantas teias de aranhas estão no teto ou se tem que limpar o lustre. Pense, querida colega, que você é uma mulher sortuda, pois se seu marido fosse um chimpanzé, você teria sérios problemas, pois o instrumento de sua felicidade (ou nem tanto) teria espinhos rígidos como sua unha, pois seriam feitos de queratina. Agradeçamos a… bem, não vamos agradecer a ninguém pois isso foi apenas um acontecimento fortuito, propagado pela mão invisível da Seleção Natural e mais não digo a respeito, pois seria piada pronta. Afinal, o que aconteceu com os espinhos?

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O vírus do pânico: como o medo influencia a saúde das pessoas

Infelizmente, ainda vivemos sob o espectro de desinformação no tocante a notícias científicas, além de boatos maldosos largados aos quatro ventos. Um desses boatos diz respeito a casos de autismo que apareceram em crianças vacinadas contra a poliomielite. Esta besteira ainda circula até hoje, a ponto do pseudomédico Andrew Wakefield perder sua licença de clinicar, além de praticamente ter sido chamado de criminoso pelo próprio Bill Gates.

Seth Mnookin é um jornalista e escritor americano. Diferente do lixo brasileiro que damos o nome de "jornalismo científico", Mnookin aborda de forma clara e precisa sobre a matéria que pretende escrever. Ele já escreveu para o Washington Post, Newsweek e Vanuity Fair. Em seu recente livro, de nome The Panic Virus: A True Story of Medicine, Science, and Fear (O Vírus do Pânico: A Verdadeira História da Medicina, Ciência e Medo, em tradução livre, que pode ser comprado na Amazon), aborda o tema do pânico causado pela fofocada de uma falsa relação entre vacinas e o autismo.

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A origem cósmica do Carnaval

A vida humana está associada a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais, tais como o ano e o dia que permitiram a elaboração dos calendários civis e religiosos, onde as grandes festas universais, como a Páscoa, o Natal etc., constituem lembranças astronômicas de grande importância histórica e econômica para a época em que foram instituídas. Muitas dessas tradições de origem pagã foram absorvidas pelas religiões atuais do mundo ocidental. A grande maioria dos foliões do nosso carnaval, ao se divertir, não sabe que estará inconscientemente fazendo apelo a uma reminiscência astronômica de origem solar.

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Segundo parecer, ensino religioso em escolas do Rio de Janeiro fere a laicidade do Estado

Este é o Teorema do Relógio. Diz o Teorema do Relógio que: "Até mesmo um relógio quebrado está certo duas vezes por dia". Vemos muitas sandices psicopedarretardadas diariamente. Também vemos políticos fazendo besteiras, votando sandices e se confundindo na hora de votar o valor do salário mínimo, só para dizer depois que seus passos foram friamente calculados. Em contrapartida, há sempre um tênue alvorecer nas trevas da ignorância e um perfeito exemplo disso foi o parecer dado pelo Conselho Municipal do Rio de Janeiro que disse o ensino religioso não deve ser encarado como área de conhecimento e, segundo minha interpretação, deveria ser enfiado no rabo de quem o defende.

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Qual a distância da Terra à Lua?

Quando somos apresentados às maravilhas do Sistema Solar, a primeira coisa sobre a qual nos falam é a Lua. Claro, não poderia ser diferente. Ela é o corpo celeste mais próximo a nós, orbitando de sua distância fria e indiferente se estamos vivos ou mortos. Nós a Vemos todo0s os dias (salvo noites nubladas e de Lua Nova, obviamente), e mesmo assim ela pouco se dá aos pobres primatas largados por aqui. Somos apenas meros (quase) 7 bilhões de indivíduos, ridículos em comparação aos insetos. A Lua realmente deve dar mais importância aos insetos, mas o amor não é correspondido, pois os insetos também não se importam com a Lua. Mas ela está lá, girando por milhões de anos e ainda continuará girando ao nosso redor por outros (longos) pares de anos. Vemos a calma luz branca refletida pela sua superfície, iluminando nosso caminho, nossos pensamentos. Erguemos a mão tentando alcançá-la, mas Jaci é caprichosa e não se deixa pegar tão facilmente, em sua posição muito longe de nossos dedos. Como poderíamos saber a qual distância ela está? E o seu tamanho? Talvez possamos encontrar no Livro dos Por quês.

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