Nada pior que estagiário que se mete a fazer coisas fora da sua alçada, como comentar coisas das quais não faz a menor ideia. Mas em tempos de redes sociais, virou moda "interagir com pessoas pelo Facebook afora, o reino dos incompetentes. A treta de agora é que o manezão que cuida do perfil do Ministério da Justiça brasileiro (não ria, a Bolívia tem Ministério de Marinha e eu adoro esta piada velha) acha que jihadista é apenas um grupo étnico, provando que para passar num concurso não precisa saber nada além de responder as questões de provas do concursos, garantindo que verdadeiras mulas acabem entrando pro serviço público, escrevendo as maiores boçalidades.
Sendo preconceituoso com gente burra, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Eu gosto desta série por apresentar aqueles que muitos de vocês jamais ouviram falar. Aqueles que deram imensas contribuições para o desenvolvimento científico ou mesmo servindo de exemplos em termos de garra e perseverança, além de inteligência e engenhosidade. Mas há aqueles que, mesmo involuntariamente, prestam crucial ajuda na pesquisa científica, muitas vezes sendo sacrificados no processo. Sem eles, não haveria avanço científico. Sem eles, não teríamos remédios, não teríamos nem um shampoozinho. Sem eles, nossa expectativa de vida jamais teria aumentado. Sem eles, não teríamos a nossa indústria farmacêutica.
Eu até fiquei surpreso. Eu até pensei que o bando de malucos conspiracionistas ia continuar com sua insânia e me xingar mais, mas foi mais do mesmo, sou um vendido para as grandes corporações. Eu acho que as grandes corporações são bem sacanas, mesmo, já que me deram um balão e não depositaram os 300 milhões de dólares na minha conta em Berna.
Deve ser o nome do meu site, não sei. Eu gostaria de algumas vezes tomar um pouco do chazinho de teletubies e ver arco-íris em tudo. Não, sérião! Eu queria muito ver esse mar de rosas que
Um monte de gente veio no e-mail encher o saco com esse negócio de “armazenar o vento” por causa do vídeo da Dilma, porque 1) São burras demais para não saberem algo que colégios ensinam; 2) Má vontade de prestar atenção, criando besteiras.
Um dos artigos que eu mais gostei de escrever é
Plásticos são uma das maiores invenções da humanidade. Sua facilidade de produção, modelagem e segurança o fizeram um produto campeão. Desde copos, até peças de automóveis. O problema do plástico é seu principal ponto positivo: a estabilidade química. Mesmo depois de ser jogado fora, ele ainda continuará por aí por um bom tempo. Outro problema é que ele volta até nós, seja nas praias, matando seres vivos, desequilibrando o eco-sistema ou até mesmo na corrente sanguínea de peixes que serão consumidos por nós, os espertões que adoram poluir o mundo.
O mistério cerca Borobudur (não confundir com Barad-Ûr). Ninguém sabe com certeza detalhes particulares de sua construção. O que se sabe é que Borobudur, um dos maiores templos budistas do mundo e fascina pela sua imponência, serenidade, espiritualidade e cultura de um povo que já não mais existe, uma cultura de séculos no passado que muito se perdeu nas brumas do tempo.
Há algo muito errado no Ensino aqui no Brasil. Nossas crianças saem do colégio sem aprender nada. Passam anos e mais anos estudando língua português, mas saem escrevendo errado. Passam anos fazendo contas, mas não conseguem conferir o troco. São absurdamente ignorantes em História, Geografia, etc etc. Por quê?