Cientistas da Universidade de Wageningen publicaram a maior árvore filogenética de nematóides, em cooperação com o Dutch Plant Protection Service e da Universidade da Califórnia na edição de novembro da revista Nematology. Ele contém mais de 1.200 espécies e é inteiramente baseado na análise de dados da seqüência do DNA.
As diferenças na apreciação dos nematóides têm resultado em inúmeras classificações e isso confunde muito a comunicação científica. Uma vantagem da utilização de dados moleculares é que ela permite uma enorme expansão do número de caracteres. Os autores apresentaram então, uma árvore filogenética baseada em 1215 pequenas subunidades de sequências de DNA ribossomial, abrangendo uma vasta gama de táxons de nematóides. Continuar lendo “Cientistas pesquisam a origem dos nematódeos”

Os sinais geológicos de extinções em massa são muito distintos: a foto ao lado mostra a marcação geológica que ilustra o período onde ocorreu a famosa extinção Cretáceo-Terciária, também chamada Extinção KT, onde a letra “K” é a inicial da palavra alemã “Kreide” que significa “giz”, e descreve a camada sedimentária de calcário proveniente daquela época, enquanto que a letra “T” representa “terciário”, o período geológico seguinte.
As principais formas de vida no planeta Terra – não necessariamente na cidade de Tóquio – necessitam de oxigênio livre para respirar, exceto alguns fungos e bactérias, que respiram e se alimentam através de fermentação. Erroneamente se pensa que as plantas respiram gas carbônico. O CO2, o vilão do momento, é usado unicamente para fotossíntese. Logo, em presença de luz, as plantas sintetizam seu alimento E respiram. Na ausência de luz (mais acertadamente, de emissões ultravioleta), as plantas somente respiram. Assim, esqueça aquela bobagem que plantas respiram CO2 de dia e O2 e noite.
Dinossauros sempre atraíram a atenção das pessoas. Se formos parar para pensar, realmente deveriam ser algo ímpar de se ver, tirando o fato que um T-Rex com fome não seria algo tão legal de se ter por perto. Ainda assim, foram criaturas maravilhosas, quase saída de um livro de contos-de-fadas, que nem unicórnios, dragões voadores, monstros marinhos, áspides e baleias capazes de engolir gente.
Uma pesquisa da psicóloga Wendy Cadge, da Universidade Brandeis, estudou a relação entre a medicina e a religião em casos de crianças cancerosas. Muitos acham que a religião é um empecilho ao tratamento, enquanto outros acham que é necessária para que a família possa lidar com a dor causada, mediante a fatalidade de um diagnóstico de morte iminente. Alguns médicos veem isso de forma pragmática, analisando que a religiosidade da família não ajudará muito na cura da doença, enquanto outros observam como necessário no suporte e consolo para a família.
Um artigo publicado no
Fé e Ciência. Duas proposições que muitos alegam ser excludentes mutuamente. Pessoas com baixa capacidade cognitiva (aka idiotas) acham que a crença numa religião faz com que tudo o que aprendemos até hoje não passa de mentiras, ainda mais se isso vai de encontro à sua religião. Alguns religiosos, quando ingressam numa faculdade, são apresentados a um mundo novo. Obviamente, estou me referindo a cursos universitários de verdade e não tosqueiras como Teatro, Dança ou Filosofia. assim, quando um religioso presta vestibular pro curso de Biologia, ele vai de encontro ao que sua crença diz. O que acontece então?
Olha, ao ver esta notícia, eu me lembrei que o
Por séculos, ela tem sido a obra de arte mais famosa do mundo. É incrível como um quadro relativamente pequeno possa causar tanto assombro e admiração. La Gioconda, também conhecida como Mona Lisa, é uma das mais famosas (senão A mais famosa) obras do emblemático Leonardo Da Vinci; e é uma das peças-chave no ramo da arte durante a época do Renascimento. Creio que nenhuma obra foi tão copiada, conhecida ou usada como inspiração de outras cópias, usando personagens diversos, na história.
O archaeopteryx sempre foi uma pedra no sapato dos pobres coitados que acham que o mundo veio do nada, onde as plantas apareceram antes do Sol e das estrelas. Ele foi até taxado como sendo uma fraude, mas como sempre, estavam errados. Ele é real, ele existe e foi um marco na história biológica, pois foi um dos primeiros fósseis intermediários encontrados, logo após a publicação da Origem das Espécies, de tio Darwin. Talvez, por isso, tenha havido um certo ceticismo sobre sua veracidade, mas exames e análises determinaram sua autenticidade.