Em tempos de web 2.0, informação a um clique de mouse, em cima do olho, de lança lance certeiro, na velocidade da Internet, além de outros chavões ridículos, para passar propaganda de “mudernu”, esperamos uma notícia, no mínimo, atual.
Obviamente, jornalistas costumam ser um caso perdido. Alguma distrofia neurológica ou replicação de cromossomos a mais ou, de repente, algum alelo defeituoso (embora eu vote em imbecilidade crônica mesmo) faz com que essas criaturinhas – que se consideram mais bem informadas que outras, já que estão em cima da lança, com o olho em riste etc – escrevam um monte de bobagens. Continuar lendo “O que é mais rápido que a Internet? Ceticismo.net!”

Diz a verdade: Depois de correr de manhã, puxar ferro por umas duas horas, fazer step, aeroboxe e ficar rebolando em alguma academia, tentando enganar que está malhando, você acha sinceramente que é o tal, com seu muque inchado, onde você tatua algum bicho malvado, tentando impressionar acéfalas? Você é digno de risos! De longe perderia para um primo seu da Antiguidade. Até mesmo uma mulher neanderthal te surraria tranquilo, amiguinho. Você não passa de um molenga, um molóide, um panaca que só fez encher o rabo de anabolizante e agora nem precisa se preocupar se a cueca tá apertando, pois tudo lá embaixo encolheu… não que você fosse usá-lo para algo além de canal excretor.
A Seleção Natural fez maravilhas com os seres vivos, desde que não passavam de procariontes, com sua zona desgraçada dentro de suas células, onde o material genético estava largadão. Seria como se seu cérebro compartilhasse a vizinhança com seu intestino, o que não é muito diferente de muitas pessoas que eu conheço. Uma das poucas coisas que a Seleção Natural não nos capacitou foi gravar uma série de símbolos aleatórios, que usamos de forma ordenada afim de representar nossos grunhidos e sons que emitimos, pela bnoca ou outros locais, aos quais chamamos de “letras”. Usamos as palavras e as reconhecemos facilmente, pois elas possuem significado. Por exemplo, se eu disser “Júlia Paes”, você criará em seu cérebro um símbolo icônico de conteúdo reprodutivo (ou não); já algo como bru3aJamesasp4t não diz quase nada. “Quase” porque eu aposto a alma da Paula como vocês leram o “James” lá no meio. No entanto, Vasw9t2hux6na3rw parece no máximo o nome de algum polonês exposto num quadro de clínica oftalmológica. É por essas e outras que temos grandes problemas em lidar com senhas, que devem (ou deveriam) ser garantia de segurança aos seus usuários.
Essa notícia é ótima para os defensores do IDiotismo, oqual alegam que somos uma obra perfeita, sem erros, provando que não passamos de uma obra de um projetista inteligente. Não poderiam estar mais errados, como sempre.
Há muita coisa esquisita nesse mundo de Hades. Coisas absurdas e inexplicáveis. Coisas tão bizarras que nem as mentes mais sábias do mundo conseguem compreender. Por exemplo, como pode haver tanta gente tosca no mundo, capaz de escrever tanta idiotice. Aqui estamos com mais uma de suas colunas preferidas, onde alienados têm seu direito à expressão.
Acho que deu pra entender que este é o 1500º artigo postado, não é mesmo? Caso contrário, dê de novo e quem sabe você entenda.
O anúncio do governo norte-americano de reprimir as pesquisas consideradas “irrelevantes” deixou preocupado aq nós, entusiastas das maiores pérolas científicas premiadas pelo IgNobel – uma sátira do prêmio Nobel que é dada para as descobertas científicas mais estranhas e bizarras do ano -, oferecido pela revista
Ao longo de sua vida, Charles Darwin se cercou de flores. Aos 10 anos, ele anotou todas as vezes que uma peônia nasceu no jardim de seu pai. Quando comprou uma casa para criar sua própria família, transformou o quintal numa estação de campo botânica, onde realizou experimentos com flores até sua morte. Porém, apesar de sua íntima familiaridade com as flores, o cientista certa vez escreveu que a evolução delas era um “abominável mistério”.
Indiscutivelmente, Carl Sagan foi um dos maiores– senão o mais famoso – divulgador científico da Era Contemporânea. Sua inesquecível série Cosmos (disponível na sua rede P2P favorita) foi responsável por muitos jovens quererem seguir a carreira científica, como este que vos escreve. Sua frase mais emblemática talvez tenha sido “Para se fazer uma torta de maçã, é necessário que se crie o Universo”, seguido de “Estamos na praia do Oceano Cósmico(…) e a água parece convidativa”.