Que bactérias ajudam a impulsionar o nosso sistema imunológico é fato bem conhecido.Entretanto, pesquisadores da Loyola University Health System descobriram como as queridas bactérias conseguem esta proeza.
Em artigo publicado no periódico Journal of Immunology, a drª Katherine L. Knight – professora e chefe do Departamento de Microbiologia e Imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade Loyola de Chicago – relata sua descoberta. Por sinal, ela fica muito bem naquele guarda-pó.
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18 de maio de 1980 é uma data que entrou para a história do sudoeste do estado norte-americano de Washington. Nessa data, às 08h32min, as forças do
Muitas pessoas possuem dúvidas sobre coisas esquisitas que vêem na Natureza, onde algumas são realmente bizarras! O mais comum é alguém perguntar como um besouro pode voar, se isso viola algo hermético chamado “Leis da Aerodinâmica”, o que impediria o nosso amiguinho hexápode de conseguir realizar tal feito. Além disso, sabe-se que as suas (do besouro) asas são finas, o que impossibilitaria que seu corpo pesado conseguisse se sustentar no ar. Muitos então partem pra falácia do Apelo à Ignorância alegando que já que não se sabe porque isso é possível que alguma força misteriosa ou design “inteligente” seria a causa disso. Mas não é. E se não é, como os besouros conseguem voar, então? Hora de abrir o Livro dos Por quês!
O problema na pesquisa científica é quando que ela diga mais do que ela diz, tentando reforçar o que outros dizem.
Não, este artigo não tem nada a ver com sacanagem. Robert Boyle, um dos mais célebres cientistas da Inglaterra (e estupidamente chamado de Pai da Química pela agência EFE, sendo
Talvez, vocês tenham presenciado uma cena semelhante: Você vem andando pela calçada e é abordado por uma moça. Ela pede um minuto de sua atenção e você, como todo bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção – e depois lamentar de não ter continuado andando. Ela diz que quer falar com você e lhe entrega um panfleto. Ela, com seu sorrisinho, fala pra você mudar de postura, pois a mesma é errada, que você deveria ver o mundo com outros olhos, ser mais ético. Que, assim que mudar, sua vida melhorará e ajudará a fazer um mundo sem sofrimento.
2010 é realmente o ano que fizemos contato. O ser que apareceu e disse “olá” não é verde, não tem escamas, não tem sequer um corpo. A bem da verdade, o ser que apareceu é apenas um punhado de células, mas células especiais, pois cientistas do J. Craig Venter Institute apresentaram a primeira célula controlada por um genoma sintético, isto é, o genoma dessa célula não é natural e sim sintetizado em laboratório. Será este o momento que dará início aos replicantes? Harrison Ford começará a caçar renegados? Ou será um evento memorável na história da ciência, quando teremos tecnologia avançada para resolver problemas ambientais? É cedo dizer, mas os chineses dizem que toda longa jornada começa com um primeiro passo.
Agora é o momento de entrarmos em pânico! Os malditos cientistas, na sanha de tentar reverter a ordem natural das coisas, criaram o prenúncio do Skynet. Nós, seres humanos, estamos ferrados, nossos senhores em breve dominarão a nossa vontade e ficaremos iguais a formigas, servindo aos nossos mestres-robôs. Isso porque os primeiros nanorrobôs feitos de tiras de DNA já deram o primeiro passo, selando o nosso destino. Ao longe, ouvimos o berro enlouquecido bradando: IT’S ALIVE! IT’S ALIVE! Santa Sarah Connors, rogai por nós, pecadores.
É uma coisa interessante que existe em nós, animais vertebrados. Nosso genoma não foi repetido uma vez, mas muitas e muitas vezes. Achava-se que o excesso de genes acaba sendo descartado e perdido para todo o sempre, mas parece que não é bem assim, como mostra a pesquisa de Aoife McLysaght do Trinity College em Dublin, Irlanda.
Lesões na medula não são coisas agradáveis. Normalmente, ela adquire complicações devido a uma necrose progressiva, ou seja, o tecido da medula começa a morrer. Daí começam os problemas e as pessoas acabam paraplégicas. Entretanto, ao invés de ficar ajoelhados implorando para um deus qualquer que ajude a pessoa enferma, cientistas preferem gastar suas energias em busca da cura. Entre eles, o