Bom, você tem duas maneiras ds ler este artigo. A mais fácil é lendo apenas a resposta: Sim, é necessário. Ainda é necessário e ainda vai ser por um bom tempo.
Pronto, se você é daqueles vegans preguiçosos, pode voltar ao seu mundinho de péssima alimentação e me xingar à vontade entre os seu rebanho. Se você tem mais de dois neurônios (me disseram que alguns vegans conseguiram esta proeza), leia a droga do artigo todo, antes de ficar fazendo mimimi. E sai de perto de mim com este pedaço fedido de carne de soja!
Continuar lendo “É mesmo necessário usar de experimentação com animais?”

A maioria de nós tem medo da solidão, do isolamento, de ficar horas, dias, semanas sozinho, num lugar absolutamente isolado, praticamente encerrado num lugar fechado, sem nenhuma companhia. Hoje, com a Internet, muitos conseguem ficar assim, mas estabelecem contatos em redes sociais, brincam nos Facebooks ou conversam via MSN ou outro comunicador instantâneo. Mas tais pessoas dificilmente teriam coragem de enfrentar um abandono por vontade própria, isolando-se completamente da civilização. Aí está o que diferencia homens de meninos, e uma das pessoas que se expôs a este teste e venceu foi um francês, em plena década de 60, onde computadores ainda estavam longe das pessoas comuns e o total autoisolamento serviu de uma das mais importantes pesquisas do século XX. Michel Siffre ficou 2 meses no interior de uma caverna profunda, sem falar com ninguém, sem nem mesmo saber a hora, dia ou mesmo mês.
Esta é mais uma perversão sádica dos cientistas torturadores. De acordo com uma nova pesquisa, o que se sabe sobre as células responsáveis por captar e reconhecer padrões visuais pode não estar completamente certo (ou estar completamente errado. Vai saber), pois ao que se indica, mesmo sem as células bastonetes e cones, no interior dos olhos, há chance de haver outras células fotossensíveis, o que se evidenciou na retina de alguns roedores.
Uma mulher que morava no Estado norte-americano de Minnesota deu entrada num hospital em 2008, com um quadro grave de diarreia. Foi o começo da luta. A bactéria vagabunda que estava causando a doença era a Clostridium difficile, e só o nome dela demonstra o quanto perigosa ela é. A paciente perdeu 27 quilos em 8 meses, o sonho de qualquer acéfala que se acha gorda. O médico que a atendeu, Alexander Khoruts, tratou a infecção com um coquetel de antibióticos. O sucesso foi ZERO.
Antes que você pense bobagens, não se trata do seu presidente em atos indecorosos. Trata-se de tão somente uma perversão de cientistas torturadores, que não respeitam o reino animal e colocam (ops) a descoberto algumas peculiares de moluscos desavisados. Dessa forma, eles pegaram a pobre coitada e arregaçaram suas intimidades. Bando de cientista sem coração, que ficam fuçando a vida sexual das pobres lulas; taí o que arrumaram: uma lula com priapismo. Não se tem mais respeito pela natureza e não se pode espalhar seus genes por aí que algum maluco vem logo cortar o seu barato.
Para os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza,
Você ainda tem alguma ilusão como o mundo antigamente era tranquilo de se viver e o bicho-homem é o único a colocar medo em todo mundo, recentemente? Com certeza você não viveu no tempo de Leviatã, que longe de ser um ser mitológico, era bem real. E malvado. E ruim, e perverso e comedor de baleias! Leviatã era uma cachalote tão bad ass que faria Moby Dick sair correndo ao berros (sim, eu sei que baleia não berra. Sim, eu sei que baleia não corre). Mas, imagino que o maluco do Ahab seria doido suficiente para ir atrás dela, que arrancaria dele algo mais do que apenas uma perna sem graça.
O plâncton é um conjunto de seres (que podem ser animais, archaeas e/ou bactérias) que vivem em zonas pelágicas, isto é, zonas onde seres sobrevivem sem tocar o fundo do oceano. Explicando ainda melhor: zona pelágica é a parte onde só tem água envolvendo e por todos os lados, literalmente. Pode-se dizer que o plâncton está na base da cadeia alimentar, ou, em outras palavras, é banquete de quase todo mundo. E quem se banqueteia com plâncton vira banquete de bichos maiores. A Natureza não é linda? Pois,é.
Olhe para suas mãos e pés. Algum dia, um de seus ancestrais olhou para eles também, só que viram apenas nadadeiras. No final do período Devoniano, há cerca de 365 milhões de anos, criaturas similares a peixes resolveram se aventurar em águas rasas, até chegar à terra. Aí começa a nossa história, quando nossos ancestrais se fxaram em terra, enauqnro que alguns “primos” voltaram para a água. Antes, nossos ancestrais tinham o equivalente a 8 dedos, até que os milênios de mutação e seleção natural deixou-nos com apenas 5, e já fazemos muita coisa com eles.