Qual a diferença entre cientistas de verdade e idiotas falaciosos? Cientistas de verdade não têm medo de colocar a cara à tapa e publicam suas pesquisas em periódicos indexados, com revisão por pares (o chamado peer review). O máximo que criaBURRIcionistas conseguem é publicar suas besteiras em sites religiosos ou postar videozinho babaca no YouTube (de preferência, desabilitando os comentários, para não passarem vergonha). Um grupo de estudantes fez um projeto de ciências e descobriram que as abelhas podem ser treinadas para reconhecer cores em busca de alimento.
Que estudantes conseguem publicar seus estudos em periódicos científicos não é novidade. A novidade é que os referidos estudantes são alunos da Escola Primária Blackawton, e têm entre 8 e 10 anos. Resumindo: estas crianças possuem mais periódicos científicos publicados que a soma de todos os criaBURRIcionistas juntos. CHUPA, SABINO! (ops, ele pode levar a sério)
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Antes que fiquem de palhaçada, começo dizendo uma coisa e de maneira clara: Eu sou FÃ de Isaac Asimov, tanto quanto sou fã de Carl Sagan. Aliás, Asimov admirava Carl Sagan pois, segundo suas próprias palavras, era uma das poucas pessoas tão inteligentes quanto ele mesmo. Tenho uma identificação com o bielorrusso, pois somos irmãos, na ficção científica e na pesquisa científica, já que Asimov era químico, como doutorado em Bioquímica. Respeito MUITO Arthur Clarke e tenho grande carinho por este e sua obra, mas segundo 
A transferência de dados científicos que surgiu como um desafio significativo, como conjuntos de dados continuam a crescer em tamanho e procura aumenta a partilha do acesso aberto. Os métodos atuais para transferência de arquivos não escala bem para arquivos grandes e podem causar desde os tempos de transferência. Neste estudo é apresentado o BioTorrents, um site que permite o compartilhamento de acesso público a dados científicos e usa a tecnologia de arquivos BitTorrent popular peer-to-peer de partilha. BioTorrents permite que arquivos sejam transferidos rapidamente devido à partilha de largura de banda através de várias instituições e prevê a transferência de arquivos mais confiável, devido à checagem de erro da tecnologia de compartilhamento de arquivos. BioTorrents contém vários recursos, incluindo a palavra-chave busca, navegação na categoria, RSS feeds, comentários torrent, e um fórum de discussão.
Estamos acostumados a ver campos floridos de diversas tonalidades, com suas flores multicoloridas chamando a nossa atenção. Obviamente, não incluo nesse "nós" os frangos de apartamento, que muito mal veem o jardinzinho fofinho do condomínio. As cores (bem como o perfume) ajudam as abelhas e outros insetos a localizarem sua fonte de alimento: o néctar.
Um dos grandes males da gambiarra evolutiva chamada “cérebro humano” é tentar criar e/ou completar informações. Quando não se tem informações adequadas, completas ou claras, este emaranhado de neurônios acaba “fabricando” a informação. Um exemplo disso é a 
Algumas pessoas pensam que cientistas, às vezes, ficam meio sem ter o que pesquisar e começam a estudar qualquer coisa que brote em suas cabeças. Sinto ter que dizer, mas é verdade. Um bom exemplo disso é o que um pesquisador português (sim, piada pronta) resolveu investigar: como os gatos bebem água, leite ou whisky (o gato do John Wayne bebia, e se você não sabe do que eu estou falando, é porque não é velho como eu). A equipe do dr.Pedro Miguel Reis, do MIT, tirou incríveis conclusões da pesquisa.
Hoje são 9 de novembro, mas creio que você deve saber disso. O que algumas pessoas não sabem é que hoje é o aniversário de nascimento de Carl Sagan, que ao meu ver foi um dos maiores divulgadores da Ciência até hoje. Se vivo fosse, tio Carl estaria completando 76 anos. Feliz Aniversário, tio Carl. Feliz Carl Sagan’s Day.
Como todas as doenças, o autismo é algo que as pessoas esperam encontrar nos filhos dos outros. Nunca nos próprios. É uma desordem neurológica, quando os neurônios-espelho surtam e o resultado nunca é o mesmo. Sim, há diversos níveis de autistas e nem sempre é como o Rain Man. Nos EUA, a prevalência do autismo se dá em