O preço da liberdade é a eterna vigilância e nem mesmo carrapatos estão livres para fazerem o que quiserem em pleno anonimato. Enquanto paparazzis ficam tomando conta da vida alheia e saber quem atravessa a rua de modo pensativo, cientistas preferem saber o que criaturinhas pequenas (e com QI semelhante ao de algumas subcelebridades) andam fazendo por aí e como elas se comportam mediante a observação num microscópio eletrônico.
Como os animais utilizados não são peludinhos nem fofinhos, e sim carrapatos fedorentos da espécie Haemaphysalis flava, o pessoal Vegan não está nem aí e o PETA não deu a menor bola, afinal até mesmo eles acham que carrapatos são algo que só existe para sentarmos o sapato em cima.
Continuar lendo “BBB microscópico: carrapato é “varrido” por um microscópio eletrônico”

Hoje, enquanto estava no serviço muito ocupado (usando a internet para ver besteira e reclamar da maldita Oi/Telemar por ter me deixado 2 dias com o telefone e Velox inteiramente mortos), acabei me deparando com um vídeo produzido pelo Carlos Ruas, do site religioso
Existe gente capaz de tentar me convencer que a Natureza é lindinha. Na verdade, é a coisa mais zoneada que existe. Claro, eu posso estar muito enganado. Se a Evolução existisse, veríamos coisas estranhas acontecendo, como dois seres vivos roubando material genético um do outro. Mesmo porque,
DARPA é acrônimo de Defense Advanced Research Projects Agency (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa). Quando os soviéticos saíram na frente lançando o Sputnik, colocando a língua pra fora, os polegares na orelha e balançando os demais dedos fazendo "bléééééé", Eisenhower montou na macaca, fulo da vida, achando que os EUA tinham que ter um centro de pesquisa melhor que os garotos de Nikita Khrushchov. Como contrariar presidentes nunca foi uma ideia sensata, a DARPA foi fundada e dela sai maravilhas tecnológicas para o campo de batalha (ou não).
Não estou falando, claro, de extraterrestres que vivem pendurados no telefone. A palavra "alienígena" não diz que o referido ser vivo tem que vir do Espaço, podem dar uma olhada em seus dicionários. Se bem que a classe dos alienígenas pode se sentir ofendida com isso e o Ministério Público Federal pode dar ordem para a supressão deste vocábulo.
As pessoas dão tanta ênfase à cor da pele como se isso as fizesse especiais de alguma forma. Acho estranho as pessoas se dizerem orgulhosas por uma mutação genética que lhes deu um trecho do código genético capaz de produzir em maior ou menor quantidade de melanina, um acontecimento fortuito e que pouco tem a ver com questões sociais. Deixando isso de lado, vemos a melanina fazer-se presente em diversos seres vivos, fazendo-os adquirir tons superficiais que poderão determinar quem estará mais apto para sobreviver em determinada região. Entretanto, também há o caso em que ela não está presente ou sua dispersão se faz de forma estranha. Costumamos nos referenciar a pessoas "normais" (notem as malditas aspas!) e as pessoas com albinismo; mas há outros estados e o mundo não é só preto-e-branco, se me permitem o trocadilho.
O homem exausto dá seus passos cambaleantes. Ele só tem minutos de vida. A dor e a exaustão cobrarão caro e sua vida estará acabada dali a instantes. Ele senta-se em frente ao monte Similaun, inala o ar enregelante e dorme, para nunca mais acordar. Muito, muito tempo depois seu corpo é descoberto e para espanto de todos, era o cadáver de um homem muito, muito velho. Mais velho que a Grande Muralha da China, mais velho que os mais fabulosos anfiteatros romanos, mais velho até que as grandes pirâmides do Egito. O homem batizado como Ötzi viveu quando grandes mamíferos ainda pisavam sobre a terra e dadas as condições em que fora encontrado, ele ficou cognominado O Homem do Gelo.
Um dos conceitos mais difundido de forma errada é o de fósseis. As pessoas pensam em fósseis como um bando de ossos encontrados em algum buraco numa terra inóspita, esquecido por todos os seres vivos que pisam lá todos os dias. Se isso fosse verdade, teríamos perdido bilhões (
A Ciência, enquanto aventura humana, nos traz diariamente coisas maravilhosas. Mas, exatamente por ser humana, de vez em quando nos prega umas peças e nos traz umas notícias um tanto quanto bizarras, e veículos de divulgação científica acabamos trazendo coisas que parecem ter saído de uma ode ao mau gosto, ainda que com sabor temperadinho. Entre tais notícias temos as informações que sapos venenosos, se lambidos, apresentam sabores diferentes. Mas quem anda, em tempos de carnaval, disposto a lamber
Antes que você banque o insano e corra pra primeira loja de produtos naturais — ou casas de suco, mesmo — para se encher de suco de clorofila (coma capim, é mais barato e tem o mesmo efeito), leia todo o artigo. Ao contrário do que se possa imaginar, ninguém vai criar cloroplastos do nada e passar a fazer fotossíntese dentro do próprio organismo. Acho que nem mesmo o Monstro do Pântano fazia isso. A ideia é desenvolver tecnologias de forma que se aproveite os vários joules de energia provenientes do Sol para aplicações práticas. Em nível bioquímico, algas azuis foram as pioneiras em fazer isso com eficiência, para depois se combinarem com plantas por meio de organização simbiótica. Será que conseguimos alguma tecnologia capaz de fazer isso?