Algumas coisas são complicadas demais em sua simplicidade. Bom, praticamente tudo é complicado mesmo que não seja complicado. Por isso, eu gosto de brinquedos simples, como um bambolê. Ele não passa de um anel de plástico que não faz nada, não acende luzinhas, não tem som (salvo em movimento), não se move sozinho e nem é preciso energia maior que energia cinética, produzida por organismos biológicos. Como bambolês são diretamente dependentes de seus donos, sem precisar baixar aplicativos (ou, em português retardado, apps), muitas crianças não sabem nem pra que serve. Mas, darei-lhes uma dica: bambolês não servem pra praticamente nada. Só serve mesmo para você se divertir.
Bambolês. Me lembro de vocês nos distantes idos de minha infância. Queria saber mais o que se passava com vocês, como vocês viam o meu mundo, mas nunca pude saber. Sorte que outras pessoas não são preguiçosas como eu, como uma mulher que adaptou uma microcâmera num bambolê e… bem, vejam o vídeo.

Bem-vindos, senhoras e senhores. Estamos mais uma vez pelos campos verdes da insanidade humana, quando os tolos, imbecis, retardados e zumbis estão à solta. A única diferença entre eles é que zumbis são gente Pelas veredas estúpidas da mente imbeciloide desse pessoal, extraímos verdadeiras pérolas que ilustram como uma pessoa pode decair ao poder do lado sombrio da atrofia mental. Hoje, praticamente, o Voz dos Alienados foi dominado e tá todo dominado pelo preclaro Sou o que Sou, um primor de mente religiosa fanática e totalmente sem a menor noção.
As pessoas estão enganadas com o mundo moderno. Muitas pensam compreendê-lo, mas ainda agem nos tempos das máquinas de escrever, cartas e em murais e postes. Não conseguem compreender a Internet como um todo, achando que um mural no Facebook é algo perene, em que a primeira chuva levará o cartaz embora. Escrevem cartas anônimas à caneta tinteiro e esquecem que e-mails tem remetentes, comunidades no Orkut podem ser identificadas, postagens no Twitter podem dar problema. É um erro achar que sua vida lhe pertence e você pode fazer o que quiser. Não pode, e assim que você divulga qualquer coisa, deve estar preparado para a repercussão que aquilo acarretará, que pode não ser nada, mas pode ser uma demissão sumária, como o que aconteceu com uma professora de Ensino Fundamental ao fazer declarações no Facebook para ex-alunos.
O bom de viver no futuro de um antigo presente (ou presente do que foi futuro um dia) é poder ver coisas fantásticas. Claro que ainda há gente vivendo hoje num passado que há muito tempo já passou. Não é para eles o que tenho para mostrar. SENHORES! Contemplem 40 séculos de História que pouco se importa com sua ridícula existência e frugal tempo de vida. Eu vos dou… as Pirâmides!
Orcas, aqueles lindos animais éticos que se
Pelo amor de Hades, gente, façam uma forcinha: NÃO ESCREVAM SOBRE O QUE NÃO SABEM!
Estou aqui hoje só para dizer como sou um afortunado. Digo, sem ter nenhum pudor quanto a isso, que sou um cara de muita sorte. Nossos avós, bisavós ou nossos mais antigos antepassados olhavam para o mundo que então conheciam e se perguntavam o que era aquilo. Os riscos no céu durante uma noite chuvosa era algo que eles não sabiam.
Eu me lembro quando a Internet começou a expandir-se de forma que todos os mortais pudessem ter em casa. Diziam que as pessoas teriam mais informação, aprenderiam mais etc. Ledo engano. Houve foi uma disseminação de gente burra e preguiçosa (ou preguiçoso e burro. Não sei o que veio antes). Por um lado, o Google facilitou as nossas vidas, garimpando as informações e servindo de aliado no nosso dia-a-dia. Pelo outro, ele ajuda a atrofiar o cérebro, onde as pessoas não usam o órgão (o cérebro! O cérebro!) como deveria. Pelo menos, é o que sugere uma pesquisa feita por várias universidades. Estamos ficando burros mesmo, ou isso só ficou mais facilmente constatado?
A Seleção Natural age selecionando naturalmente (são! Nério?). A Natureza não seleciona idiotas, eles mesmos o fazem. Não por acaso surgiu o Darwin Awards, ou Prêmio Darwin, dado àqueles indivíduos que fazem um favor à humanidade retirando-se da competição pela vida e reduzindo a chance de espalhar os seus genes, o que nem sempre acontece a contento).